Cometa C/2025 K1 (ATLAS) se fragmenta em três pedaços após aproximação extrema do SolPor Thiago Lemos
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Astrônomos registraram a fragmentação do cometa C/2025 K1 (ATLAS) em três partes na madrugada de 11 para 12 de novembro. O evento ocorreu após o periélio em 8 de outubro, quando o corpo celeste passou a 0,33 unidade astronômica do Sol. Telescópios no Observatório de Asiago, na Itália, captaram a ruptura com precisão.
O cometa, classificado como dinamicamente novo, veio da Nuvem de Oort e não suportou o aquecimento intenso. Dois blocos principais e um fragmento menor se separaram, distantes cerca de dois mil quilômetros. A desintegração resulta de estresse térmico tardio no núcleo.
- Aumento de brilho detectado dias antes indicava instabilidade.
- Jatos de gás e poeira causaram rachaduras internas.
- Fragmentos expõem materiais preservados há bilhões de anos.
ATLAS ( C/2025 K1 ) SOBREVIVIÓ AL PERIHELIO y ahora ¡SE VOLVIÓ DORADO!
— EXOPLANETAS Noticias de Ciencia y Tecnología (@ExoPlanetascom) November 1, 2025
No se esperaba que el cometa C/2025 K1 (ATLAS) sobreviviera al perihelio (su máxima aproximación al Sol) el 8 de octubre debido a su bajo brillo intrínseco. Pero sobrevivió y ahora se le puede ver con todo… pic.twitter.com/DFC94fatcv
Observações no telescópio Copernicus
Imagens do telescópio Copernicus revelaram os detalhes da separação. Um grande pedaço se afastou rapidamente do fragmento principal em 24 horas.
Dados do Virtual Telescope Project confirmaram a evolução da ruptura. Os astrônomos monitoraram o cometa desde o periélio.
Origem na Nuvem de Oort
O C/2025 K1 formou-se em regiões frias e distantes do Sistema Solar. Materiais gelados permaneceram intactos por mais de 4,5 bilhões de anos.
A primeira passagem pela região interna expôs o núcleo a radiação solar extrema. Camadas internas viraram vapor, gerando explosões que empurraram partes do cometa.
Aquecimento e estresse no núcleo
A proximidade do Sol aqueceu superfície e interior do núcleo de forma desigual. Gelo preso em poros escapou em jatos instáveis.
Sinais prévios incluíam dois picos de brilho repentinos. Esses indicavam expulsão de material sob pressão térmica.
Pistas sobre formação planetária
Fragmentos atuam como cápsulas do tempo da nebulosa primordial. Análise química revela composição original do disco de poeira e gás.
Pesquisadores do Instituto Nacional de Astrofísica da Itália planejam estudos detalhados. Dados incluem densidade, estrutura e porosidade dos blocos.
Detalhes da ruptura registrada
Dois blocos principais dominam a cena, com o menor à esquerda. Separação ocorreu entre 10 e 11 de novembro.
Imagens mostram instabilidade contínua no material remanescente. Equipes coletam mais observações nos próximos dias.
Contexto de cometas novos
Cometas dinamicamente novos raramente sobrevivem à primeira órbita interna. O C/2025 K1 exibiu brilho em rápida evolução antes do periélio.
O evento destaca vulnerabilidade de núcleos não70 adaptados ao calor solar. Fragmentação expõe camadas profundas para investigação científica única.
Monitoramento e auroras associadas
Observações coincidiram com auroras vermelhas intensas em Asiago. Efeitos solares intensos criaram o fenômeno no céu italiano.
Equipes continuam análise de imagens para refinar compreensão da des994integração. O caso marca uma das rupturas mais documentadas de 2025.







