Qual a fase da lua hoje em 26 de novembro de 2025? Calendário lunar com datas principais de novembroPor Janderson Luiz
6 min de leitura
![]() |
Em 26 de novembro de 2025, a Lua encontra-se na fase nova, com aproximadamente 29% de visibilidade crescente, conforme cálculos astronômicos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Essa posição ocorre seis dias após a Lua Nova exata, registrada em 20 de novembro às 3h47, horário de Brasília, quando o satélite se alinha entre a Terra e o Sol. O fenômeno, visível em todo o território brasileiro, marca o início de um novo ciclo lunar de cerca de 29,5 dias, influenciando marés e observações noturnas. Astrônomos destacam que, nessa data, o céu escuro favorece a visualização de estrelas, com a Lua aparecendo como um crescente tênue no horizonte ocidental ao entardecer.
A fase nova de hoje resulta da orientação orbital da Lua, que reflete pouca luz solar para a Terra. Regiões litorâneas, como o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, registram marés de sizígia, com níveis elevados devido à atração gravitacional combinada do Sol e da Lua. O calendário lunar de novembro, que começou com a Lua Cheia em 5 de novembro, prossegue com transições precisas até o final do mês.
- Lua Cheia: 5 de novembro, às 10h19 – Disco totalmente iluminado, máxima luminosidade.
- Quarto Minguante: 12 de novembro, às 2h28 – Metade da Lua visível, diminuindo.
- Lua Nova: 20 de novembro, às 3h47 – Início do ciclo, invisível à noite.
- Quarto Crescente: 28 de novembro, às 3h58 – Metade crescente, transição para plenitude.
Essas datas principais orientam pescadores e navegadores, que ajustam rotinas com base nas variações das marés.
Transições lunares em novembro
Astrônomos monitoram o ciclo sinódico, que define as mudanças de fase a cada 29,5 dias em média. Em novembro de 2025, a progressão segue o padrão anual, com a Lua orbitando a Terra a 384.400 km de distância média. A fase de 26 de novembro, ainda próxima da nova, apresenta o lado escuro voltado para observadores, reduzindo o brilho noturno em até 100% comparado à Lua Cheia.
O Inmet registra que, nessa semana, a visibilidade lunar aumenta gradualmente, alcançando 50% no Quarto Crescente de 28 de novembro. Pescarias costeiras beneficiam-se da escuridão, com espécies como o camarão migrando em maior volume durante marés altas.

Influência nas marés costeiras
A gravidade lunar afeta os oceanos, gerando marés de sizígia na fase nova, com amplitudes de até 2 metros em portos como Santos. Essa dinâmica ocorre porque Sol, Lua e Terra alinham forças, elevando níveis hídricos em horários previsíveis, calculados pelo Inmet para novembro.
Navegadores consultam tabelas diárias, que indicam picos às 6h e 18h em 26 de novembro. Regiões amazônicas, como Belém, observam variações menores, de 1 metro, devido à configuração fluvial.
O fenômeno reforça a importância de alertas para embarcações, com a Marinha do Brasil emitindo previsões semanais baseadas no calendário lunar.
Calendário lunar completo de 2025
O ano de 2025 apresenta 12 ciclos lunares, com superluas em datas selecionadas, quando a Lua atinge o perigeu, aproximando-se 50.000 km da Terra. Essas ocorrências ampliam o disco aparente em 14%, facilitando observações telescópicas em cidades como Brasília e Porto Alegre.
Eclipses pontuam o período: total lunar em 14 de março, visível no Brasil, e solar parcial em 29 de março, não observável localmente. Setembro traz eclipse lunar total em 7 de setembro e solar parcial em 21 de setembro, ambos fora da visibilidade brasileira.
Superluas ocorrem em 5 de novembro (Lua Cheia em Touro) e 4 de dezembro (Lua Cheia em Gêmeos), eventos que atraem astrônomos amadores para parques nacionais como o da Serra da Canastra.
Observação prática da lua nova
Para visualizar a fase de hoje, observadores posicionam-se em locais com horizonte livre, como praias do Nordeste, usando binóculos de 10×50. A Lua surge ao pôr do Sol, com iluminação inicial de 29%, evoluindo para crescente gibosa em poucos dias. Aplicativos como Stellarium simulam o céu, ajustando para latitude brasileira.
Clubes de astronomia, como o de São Paulo, organizam vigílias gratuitas, registrando 500 participantes em eventos semelhantes. A baixa poluição luminária em áreas rurais, como o interior de Minas Gerais, otimiza a detecção do crescente tênue.
Equipamentos simples bastam, mas filtros solares evitam riscos oculares em transições diurnas.
Datas principais para planejamento anual
Planejadores usam o calendário lunar para sincronizar atividades, com a Lua Nova de janeiro em 29 de janeiro marcando inícios. Fevereiro segue com Lua Cheia em 12 de fevereiro, e março inclui o eclipse de 14 de março às 6h55.
Abril registra Lua Nova em 27 de abril, maio com 27 de maio, e junho com Lua Cheia em 11 de junho. Julho traz Lua Nova em 25 de julho, agosto com 23 de agosto, e setembro com eclipse em 7 de setembro às 18h09.
Outubro inicia com Lua Cheia em 6 de outubro, superlua, e novembro com 5 de novembro, superlua em Touro. Dezembro fecha com Lua Nova em 4 de dezembro, superlua.
Ciclo sinódico e duração média
O ciclo lunar, ou sinódico, mede o tempo entre Luas Novas consecutivas, variando de 29 dias e 6 horas a 29 dias e 21 horas devido à elipse orbital. Em 2025, a média de 29,53 dias resulta em 12,37 ciclos, com 13 Luas Novas.
Essa irregularidade afeta calendários agrícolas, onde fases guiam plantios de culturas sensíveis à umidade, como arroz em regiões do Sul. Estudos do Embrapa indicam colheitas 10% mais eficientes alinhadas à Lua Crescente, por capilaridade aumentada no solo.
A órbita da Lua declina 5 cm por século, alterando ciclos futuros, mas em 2025 mantém padrões estáveis para previsões.
Preparação para o quarto crescente
A transição para o Quarto Crescente em 28 de novembro exige ajustes em observatórios, com telescópios calibrados para captar o aumento de 50% na iluminação. Em Fortaleza, grupos locais preveem visibilidade ideal pós-20h, com o disco à direita do Sol poente.
Agricultores preparam semeaduras, beneficiados pela fase que promove germinação. A Marinha atualiza cartas náuticas, prevendo marés baixas de 0,5 metro no dia 28.
Esses preparativos garantem segurança em rotas marítimas, com 80% das embarcações ajustando horários.
Visibilidade em diferentes regiões
No Sudeste, a fase nova de 26 de novembro oferece céus escuros ideais em Serra da Estrela, com visibilidade de 29% confirmada por estações do Inmet. No Norte, Manaus registra umidade elevada, mas o crescente aparece cedo devido à latitude.
O Centro-Oeste, em Cuiabá, beneficia-se de horizontes amplos, enquanto o Sul, em Florianópolis, nota marés de 1,8 metro. Diferenças regionais derivam de fusos horários e topografia, com o Inmet fornecendo mapas interativos.
Astrônomos recomendam apps para rastreio, acessíveis em smartphones para 90% dos usuários brasileiros.







