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A réplica da Estátua da Liberdade localizada em frente à megaloja da Havan em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre, desabou na tarde desta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025. O incidente ocorreu durante um temporal com rajadas de vento superiores a 90 km/h, conforme alerta emitido pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul. Não foram registrados feridos, e a área foi imediatamente isolada pela empresa.

Vídeos divulgados nas redes sociais capturaram o momento em que a estrutura, com 24 metros apenas na parte da estátua, tombou lentamente para a frente até cair no estacionamento da loja. A base de 11 metros permaneceu intacta, e a queda não causou danos a veículos ou terceiros. O prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, confirmou a ocorrência e destacou a ausência de vítimas.

A Defesa Civil enviou alerta severo via cell broadcast para celulares na região, informando sobre o risco de tempestades e ventos fortes. Esse sistema interrompe o uso do aparelho para exibir a mensagem, mesmo em modo silencioso, visando proteger a população.

  • Evite áreas abertas durante rajadas intensas;
  • Abrigue-se longe de árvores, postes e placas;
  • Monitore atualizações da Defesa Civil local.

Detalhes da estrutura afetada

A estátua em questão foi instalada em 2020, por ocasião da inauguração da megaloja em Guaíba. Ela possui Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), documento que atesta a conformidade com normas de engenharia. A empresa responsável enfatiza que todas as suas réplicas seguem padrões semelhantes em unidades pelo país.

A parte superior, de 24 metros, cedeu exclusivamente devido às rajadas, enquanto a base de suporte resistiu. Equipes de obras da companhia iniciaram os procedimentos para remoção dos destroços nas horas seguintes ao incidente. Uma vistoria técnica será realizada para identificar as causas exatas da falha estrutural.

Posicionamento oficial da empresa

A Havan emitiu nota esclarecendo que o desabamento resultou de ventos fortes que afetaram diversas áreas da região. A prioridade foi dada à segurança de colaboradores, clientes e comunidade local. Não houve interrupção nas operações da loja, embora o acesso à área externa tenha sido restringido temporariamente.

A companhia reforçou que protocolos de segurança foram ativados de imediato. Os trabalhos de retirada da estrutura começaram rapidamente, com foco em minimizar transtornos. Investigação interna complementará a análise para definir ações futuras relacionadas à instalação.

Condições meteorológicas no momento

O temporal avançou pela Região Metropolitana a partir do meio da tarde, com formação de nuvens densas observadas em cidades próximas. Rajadas acima de 90 km/h foram registradas, alinhadas à previsão de instabilidade severa. O sistema de baixa pressão contribuiu para a intensidade dos ventos em pontos isolados.

Alertas anteriores já indicavam risco de vendavais, com potencial para danos em estruturas expostas. A combinação de calor prévio e frente fria favoreceu a ocorrência de tempestades localizadas. Monitoramento contínuo foi mantido por órgãos meteorológicos durante todo o dia.

Outros registros de danos na região

Diversas cidades do Rio Grande do Sul relataram efeitos semelhantes do temporal nesta segunda-feira. Quedas de granizo ocorreram em municípios como Tio Hugo, com pedras de tamanho considerável. Destelhamentos foram verificados em Passo Fundo, Santa Cruz do Sul e Vera Cruz, afetando residências e comércios.

Alagamentos pontuais surgiram em Lajeado devido ao volume rápido de chuva. Equipes municipais atuaram na remoção de obstáculos e assistência a afetados. Não houve relatos de interrupções generalizadas em serviços essenciais na Região Metropolitana.

Medidas de prevenção adotadas

Autoridades recomendaram cautela extra em áreas com estruturas altas durante períodos de vento forte. O isolamento imediato da zona do incidente evitou riscos adicionais em Guaíba. População foi orientada a seguir notificações oficiais para atualizações em tempo real.

Sistemas como o cell broadcast provaram eficácia ao alcançar grande número de aparelhos simultaneamente. Essa ferramenta é ativada apenas em situações de alto risco, priorizando a disseminação rápida de informações. Municípios reforçaram canais de comunicação para emergências semelhantes.

Histórico de instalações semelhantes

As réplicas da Estátua da Liberdade servem como marca registrada da rede varejista em várias unidades. Elas são projetadas para resistir a condições normais, com certificações técnicas obrigatórias. Incidentes anteriores em outras localidades envolveram ventos excepcionais, levando a revisões de projeto.

A unidade de Guaíba, inaugurada há cinco anos, integrava o símbolo à paisagem local. A empresa mantém padrão de construção em todas as filiais, com acompanhamento periódico. A queda atual motiva avaliação ampla sobre exposição a eventos climáticos extremos.

Previsão para as próximas horas

Instabilidades remanescentes podem persistir em partes do estado até o fim do dia. Ventos moderados continuam possíveis na Região Metropolitana, embora com menor intensidade. Monitoramento segue ativo, com possibilidade de novos alertas se necessário.

Temperaturas devem cair ligeiramente após a passagem da frente fria. Chuvas isoladas permanecem no radar para áreas do interior. Recomenda-se atenção a comunicações oficiais para orientações atualizadas.

Especificações técnicas da réplica

A estrutura total atinge 35 metros, divididos entre base elevada e figura principal. Materiais compostos garantem visibilidade e durabilidade em condições padrão. A ART assegura conformidade com regulamentações de segurança estrutural.

Instalação segue protocolos rigorosos desde a montagem inicial. Manutenção regular é realizada para preservar integridade. O incidente isolado não comprometeu outras partes da loja ou arredores.

Reações locais ao incidente

Moradores registraram o momento da queda por meio de dispositivos móveis, compartilhando imagens rapidamente. A ausência de vítimas aliviou preocupações iniciais na comunidade. Autoridades municipais acompanharam a resposta da empresa no local.

O evento destacou a força da natureza em episódios climáticos intensos. Discussões sobre resiliência de construções em áreas ventosas ganharam espaço informalmente. A rápida ação evitou complicações maiores.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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