A chuva de meteoros Úrsidas, última do ano de 2025, alcança seu máximo de atividade entre a noite de 21 de dezembro e a madrugada de 22 de dezembro.
Observadores no Hemisfério Norte podem esperar até 10 meteoros por hora em condições ideais.
O fenômeno coincide com o solstício de inverno, oferecendo noites longas e céus escuros devido à proximidade com a lua nova.
- Visível principalmente no Hemisfério Norte.
- Radiante localizado na constelação de Ursa Menor.
- Taxa horária prevista entre 5 e 10 meteoros.
Origem do fenômeno
Os meteoros Úrsidas surgem quando a Terra atravessa uma corrente de detritos deixada pelo cometa 8P/Tuttle.
Esse cometa periódico libera partículas em sua órbita ao redor do Sol.
As partículas entram na atmosfera terrestre e queimam, produzindo traços luminosos no céu.
O radiante, ponto de onde os meteoros parecem originar, fica próximo à estrela Kochab, na Ursa Menor.
A chuva de meteoros Geminídeas atinge seu auge entre a noite de hoje e a madrugada de amanhã, sendo considerada uma das mais intensas e belas do ano. Em condições ideais, é possível observar dezenas de meteoros por hora, muitos deles brilhantes e com rastros longos no céu.
— JAMES WEBB (@jameswebb_nasa) December 13, 2025
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Condições de observação
Este ano, os céus estão particularmente favoráveis para a visualização das Úrsidas.
A lua nova ocorreu em 20 de dezembro, deixando noites escuras durante o pico.
O radiante permanece acima do horizonte toda a noite para latitudes norte.
Especialistas recomendam locais afastados de poluição luminosa para maximizar as chances de avistamento.
A atividade é menor que a das Geminídeas, mas surpresas com taxas mais altas já ocorreram em anos anteriores.
Dicas para observar
Escolha um local escuro e longe de luzes artificiais.
Deite-se ou use uma cadeira reclinável para cobrir ampla área do céu.
Permita que os olhos se adaptem à escuridão por pelo menos 20 minutos.
- Vista roupas quentes, pois as noites de dezembro são frias.
- Observe por pelo menos uma hora para captar variações na atividade.
- Direcione o olhar para o norte, mas meteoros podem aparecer em qualquer direção.
- Não é necessário equipamento especial, apenas visão direta.
Visibilidade por região
A chuva de meteoros Úrsidas é quase exclusiva do Hemisfério Norte.
No Hemisfério Sul, o radiante não sobe o suficiente no céu para uma boa observação.
Em latitudes mais ao norte, o radiante fica mais alto, aumentando o número de meteoros visíveis.
Regiões urbanas reduzem a taxa para menos de 5 por hora devido à poluição luminosa.
Próximos eventos celestes
O ano de 2026 inicia com a chuva de meteoros Quadrântidas em janeiro.
Essa chuva é conhecida por produzir bolas de fogo brilhantes.
A Lua do Lobo, lua cheia de janeiro, coincide com parte da atividade das Quadrântidas.
Outros fenômenos, como conjunções planetárias, marcam o calendário astronômico do novo ano.
Características dos meteoros
Os Úrsidas apresentam velocidade média ao entrar na atmosfera.
Traços luminosos são de duração moderada.
Ocasionalmente, produzem meteoros mais brilhantes.
A constelação de Ursa Menor, com a Estrela Polar, serve de referência para localizar o radiante.
