Novo capítulo de One Piece 1177 “Raiva” revela detalhes surpreendentes da batalha em Elbaph

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One Piece 1177 - reprodução Foto: One Piece 1177 - reprodução

O aguardado capítulo 1177 do mangá de One Piece, intitulado “Raiva”, teve seus spoilers completos vazados, trazendo uma série de revelações sobre os intensos confrontos em Elbaph. A narrativa aprofunda as batalhas dos Chapéus de Palha contra os gigantes sob o controle do Domi Reversi e os misteriosos Cavaleiros da Terra Sagrada, culminando em um confronto dramático que promete dividir o mundo. Os vazamentos indicam que os fãs podem esperar ações heroicas, táticas inesperadas e a fúria de personagens icônicos, preparando o terreno para desenvolvimentos cruciais na saga.

A trama, que segue as jornadas dos piratas de Luffy, está atualmente focada nos eventos complexos e perigosos que se desenrolam no território dos gigantes. Este capítulo em particular destaca a resiliência e a evolução dos personagens, tanto em termos de força quanto de estratégia, enquanto enfrentam adversários formidáveis. A expectativa para o lançamento oficial, que ocorre no aplicativo Manga Plus, é alta, dada a magnitude das informações antecipadas.

Confrontos épicos em Elbaph e a nova técnica de Zoro

O capítulo inicia com a intensa investida de Zoro e dos aliados gigantes contra os gigantes controlados pelo Domi Reversi. A força combinada de Hajrudin, Dorry e Stansen é devastadora, com Hajrudin empregando seu poderoso “Gungnir”, Dorry utilizando a técnica “Ikoku Sovereignty” e Stansen apresentando um novo ataque chamado “Giant Troma” (Giant Taiko). Estes golpes maciços são tão potentes que conseguem partir ao meio os corpos de vários oponentes, demonstrando a brutalidade do combate e a escala do poder dos guerreiros de Elbaph.

Zoro, por sua vez, não fica para trás e revela um ataque inédito, o “Santōryū: Akaoni Okomega” (Estilo Três Espadas: Ogro Vermelho Enfurecido). Esta técnica é descrita como similar ao devastador “Rengoku Oni Giri”, utilizado anteriormente contra King. O impacto do “Akaoni Okomega” é tão impressionante que consegue cortar em pedaços a cabeça e o corpo de um gigante, sublinhando a crescente maestria de Zoro no manejo de suas espadas e sua capacidade de superar adversários de imenso porte. O grupo de Chopper também enfrenta desafios, sendo atacado por dois gigantes. Chopper, em sua forma Monster Point, desfere um tapa em um dos agressores, que inicialmente parece não surtir efeito. No entanto, uma sombra emerge do corpo do gigante, que retorna ao normal, deixando todos perplexos com o resultado inesperado da ação do médico da tripulação.

As estratégias do grupo de Sanji e a derrota de Killingham

Em outra frente de batalha, o grupo de Sanji demonstra uma abordagem mais estratégica para neutralizar um inimigo formidável. Nami é vista alimentando Zeus com “black balls”, enquanto a cabeça decepada de Killingham, gravemente ferido, é mantida sob controle. O mangá revela que Sanji, Franky e Jinbe uniram forças para derrotar Killingham, dividindo seu corpo em cabeça, tronco e pernas. Essa tática engenhosa impede sua completa regeneração, um aspecto crucial para combater as habilidades de cura do adversário.

Jinbe é responsável por segurar a cabeça do inimigo, Franky está amarrando suas pernas, e Sanji se mantém sentado sobre seu corpo, garantindo que ele permaneça imobilizado. Franky especula sobre a possibilidade de colocar partes de Killingham em uma caixa para evitar a reconexão, mostrando o pensamento prático da equipe. Sanji, expressando sua raiva, questiona se esses são os cavaleiros encarregados de proteger a Terra Sagrada, enquanto Franky exulta sobre o aumento do poder de seu grupo, lembrando que Luffy é agora um dos Yonkou. Sanji, no entanto, permanece frustrado pela ameaça que um inimigo “pequeno” como Killingham representou para Elbaph, enquanto Killingham, apesar de derrotado, ainda os subestima. Jinbe alerta sobre um oponente restante, que ainda não sofreu danos, recomendando que a guarda não seja baixada.

A bravura de Usopp contra Imu/Gunko e o sacrifício em Elbaph

Usopp, movido pela coragem, corre para ajudar Brook e se vê diante de Imu/Gunko, uma figura enigmática e poderosa. O atirador da tripulação de Luffy demonstra uma raiva maior do que o medo, confrontando Imu/Gunko e acusando-o de usar truques covardes, como fazer guerreiros lutarem uns contra os outros e tomar reféns. Em resposta, Imu/Gunko atinge Usopp repetidamente, causando-lhe ferimentos significativos.

Brook tenta intervir, mas é paralisado à distância por Imu/Gunko. Apesar dos ferimentos, Usopp se levanta e se prepara para atacar com sua Kuro Kabuto. Ele declara que Elbaph é uma Nação de Guerreiros que vivem por suas espadas e escudos, exigindo que Imu/Gunko lute de frente e com honra, chamando-o de covarde. Imu/Gunko, com desdém, responde que um Governante não precisa sujar as próprias mãos. Usopp dispara uma “Skull Bombgrass”, mas Imu/Gunko se teletransporta, e a explosão os atinge a todos. Tanto Usopp quanto Brook caem derrotados, enquanto Imu/Gunko se regenera de forma surpreendente, reiterando o perigo extremo que a figura representa para os piratas.

Nami repreende Luffy e Loki em meio ao caos

Em um momento de alívio cômico, porém sério, Nami aparece repreendendo severamente Luffy e Loki. Ambos, acompanhados pelo esquilo Ragnir, tremem de medo diante da navegadora. Nami questiona a inteligência da dupla, criticando Luffy por fazer mais um “amigo esquisito” e apontando que, embora tenham se livrado dos monstros, o fogo cuspido por Loki apenas piorou o incêndio em Elbaph. Ela adverte que tal comportamento vai contra o objetivo de ajudar, exacerbando a destruição, e exige que os dois se controlem e ajam com mais responsabilidade.

Ragnir tenta confortar Luffy, colocando a mão em suas costas, em um painel que é descrito como hilário pelos fãs. Contudo, Luffy, irritado com a bronca de Nami, vira-se furiosamente para Loki. Loki, por sua vez, também se mostra irado, questionando por que recebeu a bronca da companheira de Luffy, visto que sua intenção era apenas destruir aqueles que “mancharam a terra de Elbaph”. Em um ato de fúria, Loki dispara um enorme ataque de raio contra Luffy, que, surpreendentemente, não é afetado, em uma cena que remete aos confrontos de Luffy com Enel. De repente, uma explosão massiva abala o local, capturando a atenção de todos.

O clímax e a iminente batalha que dividirá o mundo

A explosão massiva é o catalisador para a épica página dupla final do capítulo, onde Luffy, Loki e Ragnir chegam ao local e se deparam com Imu/Gunko. Luffy fica chocado ao ver seus companheiros, Usopp e Brook, feridos e inconscientes no chão, uma cena que imediatamente acende sua fúria. A visão de seus amigos caídos intensifica a determinação de Luffy de enfrentar o inimigo que os atacou.

Loki, reconhecendo a figura, afirma que é Imu/Gunko, “aquele cujo Haki alcançou até o Submundo”, solidificando a identidade e o poder do adversário. Imu/Gunko, por sua vez, permanece em silêncio, apenas observando os recém-chegados. O capítulo culmina com Luffy visivelmente enfurecido, encarando Imu/Gunko. A troca de palavras final entre Luffy, Loki e Imu/Gunko é carregada de tensão e pressagia um confronto de proporções globais.

Luffy declara: “Loki, eu estou furioso agora.” Loki responde com a mesma intensidade: “E eu nunca tive a intenção de pegar leve.” Imu/Gunko então profere uma ameaça sombria: “Obedeçam-me… ou morram… Nika!! Nidhogg!! Nossa batalha vai dividir este Mundo.” Essa última frase não apenas destaca a enormidade da ameaça que Imu/Gunko representa, mas também faz uma menção direta a Nika, a forma de Luffy, e Nidhogg, uma provável referência a Loki, estabelecendo o palco para um embate que transcende as fronteiras de Elbaph. O capítulo termina sem pausa na próxima semana, indicando que a narrativa continuará com a mesma intensidade.

Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração

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