Pedro Acosta domina FP1 MotoGP Brasil 2026 com tempo recorde em GoiâniaPor Bruna
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A sessão de treinos livres 1 (FP1) do Grande Prêmio do Brasil de MotoGP 2026 aconteceu na noite de sexta-feira, 20 de março, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia. O piloto espanhol Pedro Acosta, da Red Bull KTM Factory Racing, registrou o melhor tempo de 1min26s688 e liderou a tabela de tempos. A etapa marca o retorno da MotoGP ao Brasil após mais de duas décadas, sendo a primeira vez que a categoria compete nesse circuito desde a última aparição do campeonato no país em 2004.
Jack Miller, da Pramac Yamaha, terminou em segundo lugar com 1min26s775, apenas 0s087 atrás de Acosta. Marco Bezzecchi, da Aprilia Racing, completou o top 3 com tempo de 1min26s918, demonstrando bom ritmo das motos italianas na pista nova para a maioria dos pilotos. A sessão ocorreu em condições secas, permitindo que os competidores explorassem o traçado curto e técnico de Goiânia.
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Destaques dos tempos iniciais
Acosta estabeleceu a marca de referência logo nas voltas finais da sessão de 60 minutos. Ele completou várias voltas consistentes, mostrando adaptação rápida ao circuito. Miller pressionou forte na reta final, mas não conseguiu superar o tempo do líder.
Bezzecchi manteve a Aprilia competitiva no top 3. A proximidade entre os três primeiros indica equilíbrio inicial entre marcas diferentes. Os pilotos acumularam dados valiosos para as próximas sessões.
Posições do top 10 na FP1
Marc Marquez, da Ducati Lenovo, fechou em quarto com 1min26s975, seguido por Franco Morbidelli, da Pertamina VR46 Ducati, em quinto lugar. Maverick Viñales, Jorge Martin, Fermin Aldeguer, Francesco Bagnaia e Alex Marquez completaram o top 10, todos dentro de menos de 1 segundo do líder.
A tabela mostra diversidade de equipes nas primeiras posições. Ducati e Aprilia tiveram múltiplos representantes no top 10, enquanto KTM e Yamaha também mostraram força inicial. Os tempos refletem o trabalho de setup nas motos para o traçado inédito.
Adaptação ao circuito de Goiânia
O Autódromo Ayrton Senna, com pouco mais de 3,8 km de extensão, apresentou desafios de aderência e frenagem para os pilotos. Muitos competidores destacaram a necessidade de ajustes finos nas suspensões e eletrônicos. Acosta aproveitou sua experiência em pistas novas para se destacar desde o início.
A sessão serviu como base para as equipes coletarem informações sobre pneus e consumo de combustível. Condições climáticas estáveis permitiram foco total no desempenho. Pilotos como Bagnaia e Martin, que largaram mais atrás, devem melhorar nos treinos seguintes.
Retorno histórico da MotoGP ao Brasil
O evento representa o retorno da categoria ao país após ausência desde 2004, quando a prova ocorreu no Rio de Janeiro. Goiânia recebe a MotoGP pela primeira vez, com expectativa de casa cheia para o fim de semana. A etapa ocorre em março, aproveitando o período de festas locais.
Equipes e pilotos expressaram entusiasmo com a novidade do calendário. O circuito homenageia Ayrton Senna e oferece traçado rápido com retas longas e curvas variadas. A FP1 confirmou que a pista permite tempos competitivos e ultrapassagens.
Desempenho dos brasileiros e novatos
Diogo Moreira, piloto local da Pro Honda LCR, completou a sessão em 18º lugar. Sua participação gera expectativa entre os torcedores brasileiros. Outros novatos na pista mostraram adaptação gradual ao traçado.
A sessão inicial destacou o potencial de Acosta como líder do campeonato. Ele chega embalado por bons resultados anteriores e demonstrou consistência. Os rivais terão oportunidades de reação na FP2 e no classificatório.















