Pedro Vite, destaque do Equador, esteve perto de reforçar o Santos antes de Rony e MoisésPor Maria
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A performance do meio-campista equatoriano Pedro Vite durante o confronto entre Costa do Marfim e Equador, realizado em Filadélfia, nos Estados Unidos, pela Copa do Mundo no último domingo (14), despertou grande interesse entre os torcedores brasileiros. Curiosamente, o atleta esteve por muito pouco de se juntar ao elenco do Santos em uma janela de transferências anterior, conforme revelado.
O jogador, então no Pumas, do México, mostrou-se bastante receptivo à ideia de atuar pelo Alvinegro Praiano naquele período. As negociações avançaram consideravelmente entre os meses de janeiro e fevereiro, porém, as partes – o clube mexicano e a equipe paulista – não conseguiram finalizar um acordo.
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Conforme reportagens de Lucas Musetti, jornalista do UOL Esporte, o time da Baixada Santista chegou a um estágio avançado para assegurar a contratação do versátil meia equatoriano. Diante da impossibilidade de concretizar essa transação, a diretoria do Peixe direcionou seus esforços e efetivou as chegadas dos atacantes Rony e Moisés.

A questão sobre uma possível nova investida do Santos no jogador foi levantada pelo próprio Musetti em suas redes sociais. O jornalista destacou que o clube esteve à beira de fechar com Pedro Vite no começo do ano, ressaltando o quão próximo o acordo esteve de ser concretizado e como a não concretização resultou nas contratações de Rony e Moisés.
Com a ascensão do jogador no cenário internacional, a pergunta sobre uma possível nova tentativa do Santos em contratá-lo ganha força entre a torcida e a mídia esportiva, gerando debates se o Peixe deveria ir novamente atrás de Pedro Vite.
Atualmente com 24 anos, o talentoso meio-campista mantém vínculo contratual com o Pumas, do México, até julho de 2029. Sua avaliação de mercado, segundo o Transfermarkt, atinge os 6 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 36 milhões. Especialistas indicam que seu valor pode continuar em ascensão durante a Copa do Mundo, tornando a negociação fracassada do Santos ainda mais relevante.















