Duelo de Guitarras da TV Brasil inicia disputas profissionais com rock clássico de Roger Oliveira e Pedro Hills

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Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7) Foto: Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7) Crédito: Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7)

A paixão pelas seis cordas e o virtuosismo instrumental ganharão destaque neste sábado, 11 de julho, em um novo formato televisivo que promete prender a atenção dos amantes da música.

A TV Brasil lança a primeira fase eliminatória de seu aguardado reality show musical, “Duelo de Guitarras”, colocando em confronto direto dois talentosos músicos profissionais. Roger Oliveira e Pedro Hills serão os pioneiros na arena, enfrentando um desafio de rock clássico a partir das 13h30, em uma competição que vai além da técnica, explorando a emoção e a criatividade no palco.

Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7)
Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7) Crédito: Reality Duelo de Guitarras, da TV Brasil, apresenta disputa de rock clássico neste sábado (11/7)

Estreia com rock clássico e os primeiros duelistas

A disputa inaugural do “Duelo de Guitarras” foca no rock clássico, um gênero que eleva a guitarra a protagonista, combinando atitude e virtuosismo. Roger Oliveira e Pedro Hills, os primeiros a se apresentarem solo, mergulham neste estilo icônico, buscando não apenas a perfeição técnica, mas a alma do rock.

Roger, com 25 anos de experiência no instrumento, revela sua estratégia: “O recurso que uso é imaginar a guitarra como uma voz. No momento em que a linha melódica começa a vir na sua cabeça, você fica mais confortável”. Já Pedro Hills, guitarrista há 15 anos e fã de bandas dos anos 60 e 70, descreve o desafio como excitante e tenso. “O rock é o estilo que eu toco, mas é sempre um desafio por ser o primeiro reality show do gênero. É uma competição com clima de diversão. Fiquei aliviado quando peguei a guitarra para o treino. Eu me sinto muito tenso quando não estou com o instrumento na mão”, comenta o músico, que também faz parte de uma banda com o irmão. A expectativa é de um embate equilibrado e cheio de energia, com cada um buscando imprimir sua identidade no clássico gênero.

Preparação intensa e desafios inesperados no palco

Antes de subir ao palco para a performance decisiva, os participantes do “Duelo de Guitarras” passam por um processo de preparação que inclui um workshop exclusivo. Ministrado pelos jurados Navalha Carrera e João Gaspar, a oficina visa aprimorar as habilidades dos guitarristas, oferecendo um tempo limitado para a criação e lapidação de seus solos.

Após o workshop, os competidores ensaiam com a base musical, realizando passagens que servem como treino para o confronto principal. Este momento é crucial para compartilhar conhecimento, relaxar e desfrutar do ambiente artístico, mas também para reconhecer a importância da pausa e da respiração antes da pressão da apresentação. Além da performance planejada, o programa introduz dificuldades aleatórias, retirando os músicos da zona de conforto e estimulando o improviso. Entre dez envelopes, eles escolhem um desafio surpresa que pode render um ponto extra. Essas surpresas variam desde tocar sem palheta até utilizar apenas parte das cordas da guitarra, testando a versatilidade e a capacidade de adaptação dos participantes.

A convivência na casa do reality também se mostra um espaço para a colaboração. Em um momento descontraído, os músicos dedicaram tempo para consertar uma guitarra antiga que servia apenas como item cenográfico, demonstrando não só talento musical, mas também habilidades práticas e trabalho em equipe. Essas interações foram registradas e incluídas na edição do programa, revelando uma faceta mais humana e colaborativa da competição.

Avaliação minuciosa e a jornada dos guitarristas

Os jurados Navalha Carrera e João Gaspar, ambos virtuoses e com vasto conhecimento em diversos estilos musicais, desempenham o papel de mentores e avaliadores. Eles consideram dois critérios principais para pontuar as apresentações: técnica e precisão, que valem entre 5 e 10 pontos, e emoção e criatividade, também com a mesma pontuação. Essa abordagem garante uma análise completa, que valoriza tanto o domínio instrumental quanto a capacidade de expressão artística.

Durante as performances, os demais competidores na casa acompanham de perto e compartilham suas impressões, enquanto os próprios duelistas também analisam criticamente seu desempenho. A competição, embora intensa, é descrita como saudável e com um clima de diversão, onde o aprendizado e a troca de experiências são tão importantes quanto a disputa. Os participantes, como Roger e Pedro, expressam a surpresa e o incentivo familiar ao receberem o convite para o programa, abrindo seus corações para discutir suas estratégias e a importância da conexão com o instrumento.

O “Duelo de Guitarras” se estenderá por 16 episódios, com exibições semanais e disponibilidade por dez dias no aplicativo TV Brasil Play. Ao longo da temporada, os guitarristas enfrentarão desafios em uma ampla gama de gêneros, que incluem:

  • Jazz
  • Bossa nova
  • Blues
  • Xote
  • Baião
  • Folk
  • Sertanejo
  • Metal

Essa diversidade de estilos garante que todos os seis artistas, independentemente de sua especialidade, sejam testados e possam mostrar sua versatilidade. Apenas os quatro melhores no ranking geral avançarão para as duas semifinais, e cada vencedor assegurará sua vaga na grande final, disputando o prêmio da guitarra elétrica.

Os talentos e a inovação por trás do formato

O conceito inovador do “Duelo de Guitarras” foi idealizado pelo produtor Julio Carvana e pelo diretor Marcio Vianna, que também assina o roteiro da atração. A condução do programa fica a cargo de Dimi, um guitarrista e entusiasta do instrumento, que guia os participantes e o público através das nuances de cada desafio.

Os jurados, Navalha Carrera e João Gaspar, são figuras de destaque no cenário musical brasileiro, reconhecidos por seu virtuosismo e profundo conhecimento sobre a história dos ritmos. Eles não apenas avaliam, mas também atuam como mentores, enriquecendo a experiência dos seis participantes. A casa do reality é equipada com estúdio de gravação e áreas de convivência, promovendo uma imersão artística completa.

O sexteto de guitarristas é composto por talentos de diferentes backgrounds e estilos:

  • Pedro Hills: Roqueiro clássico, fã de grupos das décadas de 1960 e 1970, participa de uma banda com o irmão.
  • Roger Oliveira: Carioca do subúrbio, começou tocando na Igreja e demonstra grande versatilidade em diversos ritmos.
  • Gabi Terra: Capixaba que possui um trabalho autoral marcante, com sonoridades experimentais.
  • André Sampaio: Ex-guitarrista da aclamada banda Ponto de Equilíbrio, experiente em ritmos africanos e não convencionais.
  • Lui Rabello: Baiana, foi integrante por 16 anos da Banda Altas Horas, do programa homônimo, desenvolvendo grande agilidade para improvisar.
  • Lucas Moscardini: Metaleiro moderno, capaz de executar centenas de notas precisas por segundo e extrair muita emoção da guitarra.

Mesmo após serem eliminados, os guitarristas permanecem na casa, participando de atividades diárias, apoiando os finalistas e contribuindo com jams e ensaios descontraídos, reforçando a ideia de que o programa é mais do que uma competição. Conforme o apresentador Dimi, “essa é uma competição onde um guitarrista vence, mas ninguém sai perdendo”, sublinhando o foco no aprendizado e na criação artística. A visita do veterano Victor Biglione ao reality proporcionou um dia emocionante de solos, onde cada competidor teve a oportunidade de tocar com o ícone, passando por todos os ritmos da temporada e compartilhando a paixão pela guitarra.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2011. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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