Como a nova geração de robôs domésticos assume as tarefas pesadas do dia a dia

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Mijia Robot Vacuum Mop 4 Foto: Mijia Robot Vacuum Mop 4 - Divulgação

A cultura pop sempre alimentou o desejo humano por máquinas capazes de auxiliar nas demandas diárias e oferecer interação social. Obras clássicas do cinema e da televisão plantaram essa semente por meio de figuras inesquecíveis, passando pela lealdade mecânica vista em “O Dia em que a Terra Parou”, o carisma do droide C-3PO, a eficiência da empregada Rosey em “Os Jetsons”, até chegar às narrativas de “Eu, Robô” e ao cativante Wall-E, evidenciando um fascínio duradouro pela automação.

Hoje, o cenário mudou drasticamente, tirando essas invenções das páginas de ficção científica para integrá-las aos lares modernos. Ainda que a tecnologia atual não entregue androides humanoides perfeitos, o mercado global de casas inteligentes, que deve ultrapassar a marca de bilhões de dólares até o final da década, já disponibiliza equipamentos focados em faxina e até em suporte emocional. Os aparelhos focados em aspirar e passar pano dominam as vendas, mas o ecossistema atual vai muito além, entregando soluções variadas para quem busca otimizar o tempo livre.

Eufy Robotic Vacuum 11S Max
Eufy Robotic Vacuum 11S Max – Divulgação

A evolução dos equipamentos autônomos para a higienização de pisos

O grande marco dessa transição tecnológica ocorreu no início do milênio, quando a iRobot apresentou o Roomba ao mundo. O sucesso comercial do dispositivo foi tão expressivo que a marca acabou virando um sinônimo genérico para qualquer aparelho capaz de sugar o pó de forma independente, mudando para sempre

Maria Clara é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2016: Formação: Atriz.

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