Uma reviravolta no ranking da ATP foi confirmada após a eliminação de Novak Djokovic na primeira fase do US Open, em 30 de agosto de 2026. O tenista sérvio, após perder para o argentino Mariano Navone, deixará o grupo dos dez melhores jogadores do mundo pela primeira vez desde 2018.
Djokovic havia começado o torneio Grand Slam na quinta posição. No entanto, ele perderá 790 pontos referentes à semifinal alcançada na edição anterior do evento e somará apenas dez pontos pela sua participação atual. Com isso, a projeção é que o sérvio acumule provisoriamente 2.980 pontos, caindo para a 11ª colocação na lista mundial.
Essa mudança marca o fim de um período de mais de duas décadas de domínio no tênis. Desde maio de 2002, o seleto grupo conhecido como “Big 3” — composto por Novak Djokovic, Roger Federer e Rafael Nadal — sempre teve pelo menos um de seus integrantes entre os dez primeiros colocados do ranking da ATP.
Historicamente, Rafael Nadal ingressou no top 10 em abril de 2005, e Novak Djokovic alcançou essa elite em 2008. Roger Federer, o mais experiente do trio, já figurava entre os melhores quando essa impressionante sequência teve início.
Grandes conquistas que marcaram a era do ‘Big 3’
Djokovic, Federer e Nadal foram os grandes protagonistas de uma das mais memoráveis eras na história do tênis. Durante aproximadamente vinte anos, eles compartilharam o centro das atenções no circuito, colecionando vitórias e disputando entre si os mais cobiçados troféus do esporte.
Juntos, os membros do “Big 3” acumularam 295 títulos em suas carreiras, incluindo a expressiva marca de 66 troféus de Grand Slam. A saída de Djokovic do top 10, portanto, vai além de uma simples alteração individual no ranking, simbolizando o encerramento da presença contínua desse trio na elite do tênis global.
Novak Djokovic novamente ausente do seleto top 10
A última vez que o sérvio esteve fora dos dez primeiros colocados foi em 2018. Mesmo aos 39 anos de idade, Novak Djokovic mantém seu status como um dos maiores nomes da modalidade e detém o recorde de semanas na liderança do ranking da ATP, com um total de 428 semanas no topo.
