Polícia prende suspeito de assassinar médica de 37 anos no Paraná
A médica Gassi Mazia, de 37 anos, morreu esfaqueada dentro do apartamento da família em Maringá, no Norte do Paraná, em 5 de setembro de 2026. Policiais militares prenderam em flagrante o marido da vítima, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, sob suspeita de feminicídio.
Um bebê, filho do casal, estava no imóvel residencial sem ferimentos e seguiu para os cuidados de familiares da vítima.
Detenção do marido após fuga para município vizinho
A Central de Comunicações da Polícia Militar recebeu a denúncia de que o homem dirigiu ferido até o pátio de um imóvel particular em Mandaguari, situado a 32 quilômetros de Maringá, onde admitiu diante de testemunhas ter tirado a vida de sua mulher antes de receber atendimento emergencial. Equipes policiais encontraram o suspeito no interior de um veículo com lesões na região do pescoço. O boletim da corporação registrou o relato: “Durante o atendimento e o levantamento de informações com testemunhas, o indivíduo teria confessado ter tirado a vida de sua esposa no apartamento onde o casal residia, em Maringá”.
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Atendimento médico confirmou óbito no imóvel
Socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegaram ao endereço da residência antes dos policiais e constataram a morte de Gassi Mazia. As lesões no corpo confirmaram agressões provocadas por faca.
O homem recebeu voz de prisão.
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Cargos públicos ocupados por vítima e agressor
Ambos exerciam funções no setor público em cidades vizinhas da região metropolitana. Os vínculos profissionais envolviam diferentes administrações municipais:
- Gassi Mazia atendia como médica na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, localizada em Sarandi, a sete quilômetros de Maringá.
- João Vitor Domingues Romeiro atuava como assessor jurídico na Procuradoria-Geral de Marialva, distante 17 quilômetros de Maringá.
Medidas administrativas e investigação oficial
O município de Sarandi divulgou nota de pesar com repúdio formal contra qualquer violência direcionada a mulheres. A administração de Marialva exonerou o advogado do cargo comissionado na madrugada de 6 de setembro de 2026. A Polícia Civil conduz a apuração.
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