INSS converte BPC em aposentadoria com direito ao 13º salário
O Instituto Nacional do Seguro Social aceita em 2026 pedidos de substituição do Benefício de Prestação Continuada por aposentadoria definitiva em todo o Brasil. Os segurados do amparo assistencial conquistam essa transição quando comprovam os critérios exigidos de idade, invalidez ou tempo anterior de recolhimento previdenciário. Essa troca assegura o pagamento regular do décimo terceiro salário e viabiliza o repasse de pensão por morte aos dependentes familiares.
Regras de concessão e limites de renda para o amparo assistencial
O Governo Federal estabelece as normas desse suporte mensal por meio da Lei Orgânica da Assistência Social para brasileiros a partir de 65 anos ou cidadãos com deficiência física. A regra exige que a renda por pessoa do grupo familiar não ultrapasse um quarto do salário mínimo para liberar o recurso assistencial.
Saiba mais: INSS atualiza ferramenta de aposentadoria com regras de 2026
A aprovação da verba depende de avaliação feita por assistentes sociais do Centro de Referência da Assistência Social e da inscrição no Cadastro Único.
Leia também:
Vantagens operacionais e financeiras do benefício previdenciário
A substituição pelo modelo previdenciário altera a rotina burocrática dos segurados cadastrados no sistema público. Além de receber a gratificação natalina ao final do ano, o aposentado não passa por revisões sociais periódicas e mantém a autorização para exercer atividade profissional com remuneração. O titular também obtém condições favoráveis de empréstimo consignado no sistema bancário nacional.
O trabalhador consulta todo o histórico de repasses diretamente pelo aplicativo Meu INSS para conferir os vínculos contributivos antigos. O interessado protocola a documentação comprobatória na Previdência Social antes de formalizar a renúncia ao benefício anterior.
No mesmo tema: Governo projeta piso de R$ 1.741 para o INSS a partir de 2027
Requisitos de contribuição e orientações da Portaria 3 de 2018
- Acesso garantido ao décimo terceiro salário anual;
- Possibilidade de deixar pensão por morte aos dependentes legais;
- Permissão formal para trabalhar com registro em carteira;
- Valores mensais que podem superar o piso de um salário mínimo.
O cidadão que atingiu a idade mínima precisa apenas cumprir a carência necessária para migrar do amparo assistencial para a folha previdenciária definitiva. Os segurados que pararam de pagar o carnê preservam a contagem de todos os meses quitados no passado. Quando a agência comete falhas na análise do requerimento primitivo, o titular tem direito a receber diferenças retroativas acumuladas. A legislação veda omissões administrativas.
A Portaria 3 de 2018 autorizou formalmente que os recebedores do amparo assistencial continuem recolhendo contribuições aos cofres públicos na categoria exclusiva de segurados facultativos. Se o beneficiário emitir as guias mensais como contribuinte individual, o sistema da Previdência Social interpretará o recolhimento como exercício de atividade profissional autônoma e suspenderá de forma imediata o pagamento do benefício mensal de assistência aos vulneráveis.
Procedimentos na sede de Ribeirão Preto
O advogado Hilário Bocchi Junior coordena análises sobre direitos previdenciários no escritório instalado na Rua Amador Bueno, no município paulista de Ribeirão Preto.
A empresa de educação previdenciária Aposentfácil centraliza esclarecimentos a trabalhadores do interior do estado de São Paulo. Os segurados acompanham orientações jurídicas por meio da página eletrônica bocchiadvogados.com.br. O atendimento presencial ocorre nas imediações do código postal 14010-070 na região central da cidade.