Saiba quem era Nathalia Gadelha, brasileira copilota de avião que caiu nos EUAPor Beatriz
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Nathalia Gadelha Filgueiras, aviadora de 20 anos e filha de brasileiros, pilotava como copilota o jato executivo Learjet 60 que caiu em West Palm Beach, no estado da Flórida, no domingo (01/11/2026). A queda provocou a morte de todas as nove pessoas a bordo da aeronave particular, em evento confirmado pelas autoridades aeronáuticas norte-americanas.
A jovem morava na cidade de Boca Raton e atuava profissionalmente na empresa de fretamento aéreo Upper Jets, sediada em Fort Lauderdale.
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Quem era Nathalia Gadelha antes de atuar em voos executivos?
A vocação profissional de Nathalia começou ainda na infância ao acompanhar voos recreativos do próprio pai. Aos 12 anos, em visitas rotineiras ao Aeroporto de Boca Raton para observar decolagens e pousos, ela comunicou à família a decisão definitiva de seguir carreira nos ares.
A dedicação acelerada garantiu a obtenção da carteira de habilitação para pilotar aeronaves logo aos 17 anos de idade.
Nathalia já acumulava mais de 1.300 horas de voo registradas nos livros de bordo antes do acidente fatal registrado no início de novembro de 2026.

Trajeto do Learjet 60 e registro do acidente
A rota do jato bimotor conectava o estado do Texas ao arquipélago das Bahamas em um serviço privado de transporte aéreo.
- Aeronave: modelo executivo Learjet 60
- Ponto de decolagem: Aeroporto Internacional de Austin-Bergstrom, no Texas
- Horário da partida: 9h36 no fuso horário local de 1º de novembro de 2026
- Destino previsto: Bahamas
- Local do impacto: avenida em West Palm Beach, Flórida
- Vítimas confirmadas: nove pessoas mortas, sendo dois tripulantes e sete passageiros
O impacto violento contra a pista de rolamento abriu uma cratera na avenida e causou o corte de energia elétrica nas imediações por cerca de duas horas.
Registros de comunicação indicaram problemas meteorológicos
Registros de áudio da frequência do controle de tráfego aéreo documentaram os instantes finais de comunicação da cabine da aeronave. Em transmissão direta aos operadores, a tripulação indicou a travessia de uma zona de precipitação com turbulência de nível moderado e formação de camadas de gelo nas superfícies do avião.
A cabine solicitou formalmente mudança para uma altitude superior a fim de escapar da instabilidade atmosférica severa.
Pouco após a solicitação ao solo, o jato entrou em uma trajetória de descida vertical acelerada em direção ao solo urbano. A tripulação declarou situação de emergência antes de a transmissão ser abruptamente cortada. A apuração completa das causas técnicas e humanas do acidente permanece sob a responsabilidade dos órgãos federais de aviação dos Estados Unidos.















