Homem de 25 anos é preso após cabeçada em socorrista do SamuPor Luís Henrique Costa
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Um homem de 25 anos foi preso na tarde de quinta-feira, 5 de novembro de 2026, em Ascurra, no Alto Vale do Itajaí, depois de dar uma cabeçada na boca de um profissional do Samu e ameaçar a equipe com uma faca.
O socorrista atingido sofreu lesão. A Polícia Militar foi acionada para apoiar a equipe, que foi obrigada a recuar até a chegada dos policiais.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 16h25 para apoiar a equipe do Samu que atendia uma mulher de 43 anos em Ascurra. Segundo o relato de um socorrista à PM, a mãe recusou a medicação, e o filho, de 25 anos, ficou agressivo. Antes da chegada dos policiais, o homem deu uma cabeçada contra a boca de um profissional do Samu, o que causou lesão. Em seguida, pegou uma faca e uma tesoura e obrigou a equipe a recuar.
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Samu: atendimento à mãe de 43 anos terminou com cabeçada e faca
A equipe do Samu atendia uma mulher de 43 anos quando o filho dela começou a agredir os socorristas. Segundo o relato de um socorrista à Polícia Militar, a mulher recusou a medicação, e o filho ficou agressivo.
Depois da cabeçada, o homem pegou uma faca e uma tesoura e obrigou a equipe a recuar até a chegada da polícia.
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Ascurra: PM encontrou mãe e filho exaltados ao chegar
Ao chegar, os policiais encontraram mãe e filho exaltados. O homem resistiu à contenção, e um policial militar foi atingido no rosto. A mãe também avançou contra a equipe e precisou ser contida.
Homem é levado à Delegacia de Polícia Civil de Ascurra
Ao ser imobilizado, o suspeito sofreu escoriações leves no nariz e no rosto e recebeu atendimento médico no local. Ele recusou-se a assinar o Termo Circunstanciado e foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Ascurra.
O Samu é o serviço de atendimento móvel de urgência, com equipes que são enviadas a casas, vias e outros locais para socorrer pacientes em crise de saúde. No caso de Ascurra, a equipe fazia o atendimento a uma mulher de 43 anos quando a situação mudou. O Termo Circunstanciado é o documento que a Polícia Civil usa para registrar ocorrências de menor potencial ofensivo, como a lesão corporal leve que consta no registro do caso.
A mãe recebeu medicação do Samu e foi encaminhada ao hospital. A ocorrência foi registrada pelos crimes listados abaixo, segundo a Polícia Militar.
- Lesão corporal leve
- Desobediência
- Resistência
Ainda não confirmado: nomes, motivo da recusa e situação processual
Os nomes do socorrista, da mãe e do suspeito não foram divulgados nas fontes consultadas. O estado de saúde do socorrista lesionado não foi detalhado, e o motivo específico da recusa da mãe à medicação não foi informado.
Também não há informação sobre prisão preventiva, audiência de custódia ou andamento do processo. Não houve posição oficial do Samu ou da Prefeitura de Ascurra sobre o caso até a publicação desta matéria.







