Gol de Pedro Rocha no último lance do 1º tempo coloca Remo à frente do Coritiba no MangueirãoPor Luís Henrique Costa
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A noite de 21 de abril no Estádio Mangueirão, em Belém, foi marcada por um momento de pura emoção para a torcida do Remo. Aos 47 minutos do primeiro tempo, Pedro Rocha aproveitou um cruzamento preciso de Janderson e, com um chute de primeira, abriu o placar contra o Coritiba, garantindo a vantagem parcial de 1 a 0 na partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro Série B. O jogo, que continua em andamento, reflete a intensidade de duas equipes invictas na competição, com o Remo buscando consolidar sua força em casa e o Coritiba lutando para manter a posição na zona de acesso à elite. O gol, um verdadeiro golaço, veio no último lance antes do intervalo, silenciando a pressão do Coxa, que dominou grande parte do primeiro tempo com 60% de posse de bola e 12 finalizações contra apenas três do time paraense. O confronto, que segue aberto, promete um segundo tempo eletrizante, com o Leão Azul defendendo a vantagem e o Coritiba em busca do empate.
O Remo, que soma cinco pontos na Série B, entrou em campo com a missão de conquistar a segunda vitória como mandante. Apesar da pressão inicial do Coritiba, o time comandado por Daniel Paulista soube suportar as investidas adversárias, graças às defesas de Marcelo Rangel e à solidez defensiva de jogadores como Reynaldo e Luan Martins. O gol de Pedro Rocha, aos 47 minutos, foi o ápice de uma jogada de velocidade pelo lado direito, explorando a falha de marcação de Bruno Melo. A torcida, que lotou o Mangueirão, explodiu em festa, impulsionando o time para o segundo tempo, onde a estratégia será manter a compactação defensiva e explorar contra-ataques.
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Por outro lado, o Coritiba, com sete pontos e na briga pelo G-4, teve um primeiro tempo de domínio, mas esbarrou na falta de precisão nas finalizações. Lucas Ronier e Gustavo Coutinho criaram as melhores chances, incluindo um chute no travessão, mas não conseguiram superar Marcelo Rangel. O técnico Guto Ferreira, conhecido por sua abordagem tática, deve ajustar o time no intervalo para reverter o placar. O jogo, que não terminou, mantém a tensão no ar, com o Remo liderando por 1 a 0 e o Coritiba pressionando para igualar o marcador.
Momentos decisivos do primeiro tempo
O primeiro tempo de Remo x Coritiba foi marcado por momentos de alta intensidade, com chances claras de gol e um desfecho emocionante. Abaixo, os principais lances da partida:
- 4 minutos: Felipe Vizeu finaliza da entrada da área, mas Pedro Rangel faz uma defesa tranquila, mostrando segurança no gol do Coritiba.
- 16 minutos: Lucas Ronier, em contra-ataque, fica cara a cara com Marcelo Rangel, que faz uma grande defesa, evitando o gol do Coxa.
- 17 minutos: Gustavo Coutinho acerta o travessão após cruzamento de Ronier, na melhor chance do Coritiba no primeiro tempo.
- 31 minutos: Josué cobra escanteio fechado e quase marca um gol olímpico, mas Marcelo Rangel espalma e salva o Remo.
- 47 minutos: Pedro Rocha recebe cruzamento de Janderson e, com um chute de primeira, marca um golaço, garantindo o 1 a 0 para o Remo.
Esses momentos mostram a alternância de domínio entre as equipes, com o Coritiba criando mais chances, mas o Remo sendo letal no último lance.
O peso do gol de Pedro Rocha
O gol de Pedro Rocha aos 47 minutos do primeiro tempo não foi apenas um momento de brilho individual, mas também um divisor de águas na partida. O atacante, de 32 anos, aproveitou a liberdade na área e finalizou com precisão, sem chances para o goleiro Pedro Rangel. A jogada começou com Janderson, que disparou pelo lado direito, driblou Bruno Melo e cruzou rasteiro para trás, encontrando Pedro Rocha em posição ideal. O golaço, celebrado com entusiasmo pela torcida no Mangueirão, colocou o Remo em vantagem em um momento crucial, justo quando o Coritiba parecia mais próximo de abrir o placar.
Pedro Rocha, que já marcou dois gols na Série B 2025, tem se consolidado como uma das principais armas ofensivas do Remo. Sua experiência, adquirida em passagens por clubes como Grêmio, Cruzeiro e Athletico-PR, traz calma e eficiência ao ataque azulino. O gol contra o Coritiba foi seu 12º em 25 jogos na temporada, números que destacam sua importância para o esquema tático de Daniel Paulista. Além disso, a parceria com Janderson, responsável pela assistência, tem sido um dos pontos fortes do Remo, com a dupla combinando para cinco gols e quatro assistências na competição.
A vantagem de 1 a 0 dá ao Remo a oportunidade de jogar com mais tranquilidade no segundo tempo, mas também aumenta a responsabilidade de manter a solidez defensiva. O Coritiba, que teve 12 finalizações no primeiro tempo, deve intensificar a pressão, especialmente com jogadores como Lucas Ronier e Gustavo Coutinho, que já mostraram capacidade de criar perigo. O jogo, que continua em andamento, testará a capacidade do Leão de segurar o resultado e explorar os espaços deixados pelo adversário.
A força do Remo em casa
Jogar no Mangueirão é uma das grandes vantagens do Remo na Série B. O estádio, conhecido pela atmosfera vibrante criada pela torcida, tem sido um trunfo para o Leão Azul, que venceu dois dos três jogos como mandante na temporada. Em 2025, o Remo acumula uma média de 25 mil torcedores por partida, com picos de 30 mil em jogos decisivos, como a vitória por 2 a 1 sobre o Vila Nova na primeira rodada. A energia das arquibancadas, especialmente após o gol de Pedro Rocha, deve impulsionar o time no segundo tempo, que começou com o Remo defendendo a vantagem de 1 a 0.
A estratégia de Daniel Paulista tem sido explorar a velocidade pelos lados do campo, com Janderson e Alan Rodríguez sendo peças-chave nas transições ofensivas. No primeiro tempo, o Remo sofreu com a posse de bola do Coritiba (60%), mas soube ser eficiente nos momentos decisivos, como no gol aos 47 minutos. A entrada de Giovanni Pavani no lugar de Dodô, ainda no primeiro tempo, também indica uma tentativa de reforçar o meio-campo e equilibrar o jogo, especialmente contra um adversário que domina a posse e cria chances com frequência.
O Coritiba, por sua vez, enfrenta o desafio de furar a defesa do Remo, que sofreu apenas três gols em quatro jogos na Série B. Marcelo Rangel, com defesas cruciais contra Lucas Ronier e Josué, é um dos destaques do time, enquanto a dupla de zaga formada por Reynaldo e Luan Martins tem mostrado consistência. O segundo tempo, que está em andamento, será decisivo para determinar se o Remo conseguirá manter a invencibilidade em casa ou se o Coritiba conseguirá reverter o placar.
O domínio do Coritiba no primeiro tempo
Apesar do gol do Remo aos 47 minutos, o Coritiba foi o grande protagonista do primeiro tempo em termos de volume de jogo. Com 60% de posse de bola e 12 finalizações, o Coxa pressionou o Remo desde os primeiros minutos, criando chances claras com Lucas Ronier, Gustavo Coutinho e Josué. A equipe paranaense, que soma sete pontos na Série B, mostrou organização tática e intensidade, mas esbarrou na falta de pontaria e nas defesas de Marcelo Rangel. O travessão acertado por Coutinho, aos 17 minutos, e a defesa de Rangel em chute de Ronier, aos 16 minutos, foram os momentos em que o Coritiba esteve mais perto do gol.
Lucas Ronier, de 24 anos, foi o jogador mais perigoso do Coxa, com três finalizações e uma assistência para a chance de Coutinho. O atacante, que já marcou dois gols na Série B, tem sido uma das revelações do time, combinando velocidade e habilidade no um contra um. Josué, outro destaque, quase marcou um gol olímpico aos 31 minutos, mostrando sua qualidade em bolas paradas. A estratégia de Guto Ferreira, baseada em triangulações pelo lado esquerdo com Zeca e Ronier, criou problemas para a defesa do Remo, mas a falta de eficiência nas finalizações impediu o Coritiba de sair na frente.
O gol sofrido no último lance do primeiro tempo foi um golpe para o Coritiba, que agora precisa se reorganizar para buscar o empate. Guto Ferreira, conhecido por sua capacidade de ajustar o time no intervalo, deve apostar em mudanças táticas, como a entrada de um atacante mais fixo ou o reforço no meio-campo para conter os contra-ataques do Remo. O jogo, que segue em andamento, coloca o Coxa diante do desafio de manter a invencibilidade na Série B e recuperar o terreno perdido no Mangueirão.
Principais desafios do segundo tempo
O segundo tempo de Remo x Coritiba promete ser ainda mais disputado, com o Remo defendendo a vantagem de 1 a 0 e o Coritiba buscando o empate. Abaixo, alguns desafios que as equipes enfrentarão nos próximos minutos:
- Manter a solidez defensiva: O Remo precisa neutralizar as investidas de Lucas Ronier e Gustavo Coutinho, que criaram as melhores chances do Coxa.
- Aproveitar os contra-ataques: Com Janderson e Pedro Rocha em boa fase, o Remo pode explorar a velocidade para ampliar o placar.
- Melhorar a pontaria: O Coritiba, com 12 finalizações no primeiro tempo, precisa ser mais eficiente para superar Marcelo Rangel.
- Ajustar a marcação: A falha de Bruno Melo no gol do Remo indica que o Coxa precisa reforçar a defesa pelos lados do campo.
- Lidar com a pressão da torcida: A atmosfera do Mangueirão pode ser um obstáculo para o Coritiba, mas também uma motivação extra para o Remo.
Esses fatores serão determinantes para o desfecho da partida, que continua em andamento com o placar de 1 a 0 para o Remo.
A importância do jogo para a Série B
A partida entre Remo e Coritiba é um confronto direto entre duas equipes que brigam por posições privilegiadas na Série B. O Remo, com cinco pontos, está na oitava colocação e busca encostar no G-4, enquanto o Coritiba, com sete pontos, ocupa a quarta posição e quer se manter na zona de acesso à Série A. Uma vitória no Mangueirão pode impulsionar o Leão Azul na tabela, enquanto o Coxa precisa de pelo menos um empate para não perder terreno para os líderes, como Novorizontino e Vila Nova, que também estão invictos.
A Série B de 2025 tem se mostrado extremamente equilibrada, com apenas dois pontos separando o primeiro colocado do sétimo. O Remo, que empatou com o Botafogo-SP na última rodada, aposta no fator casa para somar três pontos e consolidar sua campanha. Já o Coritiba, que vem de um empate sem gols contra o Novorizontino, busca recuperar o ímpeto das vitórias contra Vila Nova e Chapecoense nas rodadas iniciais. O gol de Pedro Rocha, aos 47 minutos, dá ao Remo uma vantagem psicológica, mas o jogo, que não acabou, ainda está longe de ser decidido.
A torcida, presente em peso no Mangueirão, é um elemento extra para o Remo. Em 2025, o Leão Azul venceu 70% dos jogos como mandante, com uma média de 2,1 gols por partida em casa. O Coritiba, por outro lado, tem um desempenho sólido como visitante, com duas vitórias e um empate em três jogos fora do Couto Pereira. A partida, que segue no segundo tempo, testará a capacidade de ambas as equipes de lidar com a pressão e aproveitar as oportunidades em um confronto que pode definir o rumo de suas campanhas na Série B.
Cronograma da partida
A partida entre Remo e Coritiba segue um cronograma típico de jogos da Série B, com momentos-chave que marcaram o primeiro tempo e definem as expectativas para o segundo. Abaixo, as principais etapas do confronto:
- Pré-jogo: Escalações confirmadas, com Remo apostando em Pedro Rocha e Janderson, e Coritiba com Lucas Ronier e Gustavo Coutinho no ataque.
- Primeiro tempo: Início às 21h30, com o Coritiba dominando a posse (60%) e o Remo marcando o gol aos 47 minutos com Pedro Rocha.
- Intervalo: Pausa para ajustes táticos, com o Remo liderando por 1 a 0 e o Coritiba planejando a reação.
- Segundo tempo: Início às 22h15, com o jogo em andamento e o Remo defendendo a vantagem no Mangueirão.
- Pós-jogo: Previsão de término por volta das 22h45, com o placar ainda indefinido e o jogo aberto.
Esse cronograma reflete a dinâmica intensa do confronto, que continua com o Remo à frente, mas sem um desfecho garantido.
O impacto do gol no contexto da Série B
O gol de Pedro Rocha aos 47 minutos do primeiro tempo tem implicações que vão além do placar momentâneo. Para o Remo, a vantagem reforça a confiança de um time que busca se estabelecer como candidato ao acesso. Com cinco pontos em três jogos, o Leão Azul tem a chance de alcançar a terceira colocação com uma vitória, dependendo dos resultados das outras partidas da rodada. A eficiência ofensiva, demonstrada no gol, também destaca a qualidade do elenco comandado por Daniel Paulista, que soube superar a pressão do Coritiba em um momento crítico.
Para o Coritiba, o gol sofrido no último lance do primeiro tempo exige uma resposta imediata. O Coxa, que venceu dois dos três jogos na Série B, precisa manter a regularidade para não deixar o G-4 escapar. A derrota parcial de 1 a 0 no Mangueirão coloca o time de Guto Ferreira sob pressão, especialmente após o empate sem gols contra o Novorizontino na última rodada. O segundo tempo, que está em andamento, será crucial para o Coritiba mostrar sua capacidade de reação e evitar a primeira derrota na competição.
A Série B, conhecida por sua competitividade, não perdoa deslizes. Cada ponto conquistado ou perdido pode fazer a diferença na briga pelo acesso, e o confronto entre Remo e Coritiba é um exemplo claro disso. O gol de Pedro Rocha, além de um momento de brilho individual, é um lembrete de que, no futebol, um único lance pode mudar o destino de uma partida e, consequentemente, de uma campanha inteira.
A força da torcida no Mangueirão
A torcida do Remo tem sido um fator determinante na campanha do time na Série B. No Mangueirão, o Leão Azul conta com o apoio de milhares de torcedores que transformam o estádio em um caldeirão. Em 2025, a média de público do Remo como mandante é de 25 mil pessoas, com picos de 30 mil em jogos de grande apelo, como o confronto contra o Coritiba. O gol de Pedro Rocha, aos 47 minutos, foi seguido por uma explosão de alegria nas arquibancadas, que deve continuar impulsionando o time no segundo tempo.
A paixão da torcida paraense é conhecida por pressionar os adversários e motivar os jogadores do Remo. Em jogos anteriores, como a vitória por 2 a 1 sobre o Vila Nova, a atmosfera do Mangueirão foi fundamental para o time buscar viradas e segurar resultados. Contra o Coritiba, que tem um elenco experiente e jogadores como Lucas Ronier e Josué, a torcida será um trunfo para o Remo manter a vantagem e buscar a vitória. O jogo, que segue em andamento, tem tudo para ser decidido pelo apoio das arquibancadas e pela eficiência tática das equipes.
O Coritiba, por sua vez, precisa lidar com a pressão do ambiente hostil. O Coxa, que venceu seus dois jogos como visitante na Série B, mostrou resiliência em partidas fora de casa, mas o Mangueirão apresenta um desafio único. A capacidade de Guto Ferreira de manter o time focado e explorar os espaços deixados pelo Remo será essencial para buscar o empate ou até a virada. O segundo tempo, que está em curso, será um teste de fogo para ambas as equipes.
O futuro das equipes na competição
O confronto entre Remo e Coritiba, mesmo sem um desfecho definido, já deixa lições para as duas equipes. Para o Remo, o gol de Pedro Rocha reforça a importância de ser letal nas poucas oportunidades criadas, especialmente contra adversários mais dominantes. O Leão Azul, que sofreu com a posse de bola do Coritiba (60% no primeiro tempo), mostrou maturidade ao segurar a pressão e aproveitar o último lance do primeiro tempo. A manutenção da invencibilidade em casa será fundamental para o time de Daniel Paulista sonhar com o acesso à Série A.
Para o Coritiba, o jogo é uma oportunidade de mostrar resiliência. O Coxa, que teve um início sólido na Série B com sete pontos em três jogos, precisa corrigir a falta de eficiência nas finalizações, que já custou pontos contra o Novorizontino. A pressão por resultados, especialmente em um confronto direto contra um adversário invicto, coloca Guto Ferreira diante do desafio de ajustar o time rapidamente. O segundo tempo, com o placar em 1 a 0 para o Remo, será decisivo para o Coxa manter a posição no G-4.
A Série B de 2025 promete ser uma das mais disputadas dos últimos anos, com equipes tradicionais como Remo, Coritiba, Vila Nova e Novorizontino brigando pelo acesso. O confronto no Mangueirão, que continua em andamento, é um reflexo dessa competitividade, com um gol de Pedro Rocha que pode mudar o rumo das campanhas de ambas as equipes. A torcida, os jogadores e os técnicos sabem que, no futebol, cada lance conta, e o jogo, que não terminou, ainda reserva muitas emoções.















