Choque entre Jaderson e Novillo paralisa Re-Pa com três ambulâncias em campo na final do ParazãoPor Luís Henrique Costa
10 min de leitura
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Em um momento de tensão no Mangueirão, o clássico Re-Pa, válido pela final do Campeonato Paraense 2025, foi interrompido aos 24 minutos do segundo tempo. Jaderson, do Remo, e Novillo, do Paysandu, colidiram cabeças em um lance disputado, gerando preocupação imediata no gramado. Três ambulâncias entraram em campo para atender os atletas, enquanto jogadores e torcedores aguardavam em silêncio.
O jogo, que segue em andamento, já acumula lances intensos e um placar empatado em 2 a 2. A partida, marcada por rivalidade histórica, tem sido palco de emoções desde o apito inicial. O Remo abriu vantagem com gols de Janderson e Klaus no primeiro tempo, mas o Paysandu reagiu com Rossi e Benítez, garantindo o empate antes do intervalo.
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- Principais momentos até agora:
- Gol de Janderson aos 10 minutos do primeiro tempo.
- Klaus amplia para o Remo aos 22 minutos.
- Rossi desconta de pênalti aos 40 minutos.
- Benítez empata com chute de fora da área aos 44 minutos.
- Colisão entre Jaderson e Novillo aos 24 minutos do segundo tempo.
A torcida, que lota o Mangueirão, permanece vibrante, apesar da pausa momentânea. A final, disputada em jogo de ida, é decisiva para definir o rumo do título estadual.
Reação imediata no gramado
O lance entre Jaderson e Novillo ocorreu durante uma disputa aérea na intermediária. Ambos os jogadores caíram imediatamente, e o árbitro Anderson Daronco paralisou a partida. Equipes médicas de ambos os clubes correram para o atendimento, enquanto as ambulâncias entraram em campo rapidamente. A torcida, inicialmente exaltada, silenciou diante da gravidade do momento.
A entrada de três ambulâncias chamou atenção, já que é incomum tamanha mobilização em um único lance. Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde dos jogadores, mas a partida segue parada, com os atletas sendo avaliados.
Primeiro tempo eletrizante
O clássico começou com o Remo impondo seu ritmo. Aos 10 minutos, Sávio cruzou rasteiro pela esquerda, e Janderson, bem posicionado na segunda trave, completou para o gol, incendiando a torcida azulina. O Paysandu tentou responder, mas esbarrou na defesa bem postada do Leão.
Aos 22 minutos, o Remo ampliou. Após cobrança de escanteio, Klaus subiu mais alto que a zaga bicolor e cabeceou firme, sem chances para o goleiro Matheus Nogueira. O Mangueirão explodiu, com a torcida remista celebrando a vantagem de 2 a 0.
O Paysandu, porém, não se abateu. Aos 37 minutos, Giovanni Pavani cometeu falta em Benítez dentro da área, e o árbitro marcou pênalti. Rossi cobrou com precisão, diminuindo o placar. A reação bicolor ganhou força, e, aos 44 minutos, Benítez chutou de longe, surpreendendo Marcelo Rangel e empatando o jogo.
- Lances decisivos do primeiro tempo:
- 10’: Janderson abre o placar para o Remo.
- 22’: Klaus amplia com gol de cabeça.
- 37’: Pênalti marcado a favor do Paysandu.
- 40’: Rossi converte o pênalti.
- 44’: Benítez empata com chute de fora da área.
Mudanças táticas no intervalo
Os técnicos aproveitaram o intervalo para ajustar suas equipes. No Paysandu, Luizinho Lopes promoveu três substituições: Giovanni, Cavalleri e Dudu Vieira entraram nos lugares de Nicolas, Rossi e Ramón Martínez. As mudanças visavam reforçar o ataque e dar mais velocidade ao meio-campo.
O Remo também mexeu. Kadu Santos e Pedro Castro saíram para as entradas de Giovanni Pavani e Janderson, buscando manter a intensidade ofensiva. As alterações surtiram efeito imediato, com o Leão voltando mais agressivo no segundo tempo.
Segundo tempo com novo gol
Aos 15 minutos do segundo tempo, o Remo voltou a liderar o placar. Sávio, em cobrança de falta direta, surpreendeu Matheus Nogueira e marcou um belo gol, recolocando o Leão em vantagem. O lateral-esquerdo, um dos destaques da partida, tem sido peça-chave nas jogadas ofensivas do time azulino.
O Paysandu, por sua vez, segue buscando o empate. Benítez e Rossi, que entraram no primeiro tempo, continuam sendo as principais armas do Papão. A equipe bicolor aposta em contra-ataques, mas enfrenta dificuldades para furar o bloqueio defensivo do Remo.
Linha do tempo dos principais lances
A partida tem sido marcada por momentos de alta intensidade. Abaixo, os principais lances registrados até os 27 minutos do segundo tempo:
- 10’ (1T): Janderson marca o primeiro gol do Remo após cruzamento de Sávio.
- 22’ (1T): Klaus amplia com cabeceio em cobrança de escanteio.
- 40’ (1T): Rossi converte pênalti e reduz a vantagem do Remo.
- 44’ (1T): Benítez empata com chute de fora da área.
- 15’ (2T): Sávio marca de falta e coloca o Remo novamente na frente.
- 24’ (2T): Choque de cabeças entre Jaderson e Novillo paralisa o jogo.
Histórico do clássico Re-Pa
O confronto entre Paysandu e Remo, conhecido como Re-Pa, é um dos mais tradicionais do futebol brasileiro. Este é o 777º encontro entre os clubes, com histórico equilibrado. O Paysandu busca o bicampeonato estadual, que seria seu 51º título do Parazão, enquanto o Remo tenta quebrar um jejum de três anos sem conquistas no campeonato.
Nos últimos nove jogos, o Remo não venceu o rival, o que aumenta a pressão sobre o Leão. Já o Paysandu, apesar do jejum de vitórias na temporada, confia na força de sua torcida e no retrospecto recente contra o adversário.
Desempenho das equipes no campeonato
O Remo chega à final embalado por uma campanha sólida no Campeonato Paraense e na Série B, onde ocupa o G-4. O time azulino tem média de 2,3 cartões amarelos por jogo e nenhuma expulsão na competição estadual, mostrando disciplina tática.
O Paysandu, por outro lado, vive momento irregular. Com média de 1,7 cartões amarelos por partida e duas expulsões no campeonato, o Papão enfrenta dificuldades para manter a consistência. A vitória na semifinal contra o Águia de Marabá, no entanto, renovou as esperanças da torcida bicolor.
- Números das equipes no Parazão 2025:
- Remo: 8 jogos de invencibilidade, incluindo Série B.
- Paysandu: 9 jogos sem vencer na temporada.
- Remo: Média de 2,3 cartões amarelos por jogo.
- Paysandu: Média de 1,7 cartões amarelos e 2 expulsões.
Arbitragem em foco
A partida é comandada por Anderson Daronco, árbitro FIFA conhecido por sua rigidez. Até o momento, cinco cartões amarelos foram aplicados: Marcelinho, Giovanni Pavani, Reynaldo, Ramón Martínez e Matheus Vargas. A atuação de Daronco tem sido alvo de atenção, especialmente após a marcação do pênalti a favor do Paysandu no primeiro tempo.
O VAR, operado por Wagner Reway, também está em ação, garantindo revisões em lances polêmicos. A presença de uma equipe experiente de arbitragem reforça a importância do jogo para o futebol paraense.
Torcida lota o Mangueirão
O Estádio Mangueirão está com capacidade máxima para o clássico. Torcedores de Paysandu e Remo dividem as arquibancadas, criando um espetáculo à parte. Faixas, bandeiras e cânticos ecoam pelo estádio, refletindo a paixão que envolve o Re-Pa.
A rivalidade, que transcende o campo, mobiliza Belém. Antes do jogo, concentrações de torcedores foram registradas nos arredores do estádio, com forte presença policial para garantir a segurança.
Substituições e estratégias
As substituições realizadas no segundo tempo mostram a tentativa dos técnicos de mudar o panorama do jogo. No Remo, a entrada de Janderson trouxe mais velocidade ao ataque, enquanto Giovanni Pavani reforçou o meio-campo. O Paysandu, com Rossi e Benítez, busca explorar jogadas pelos lados do campo.
Luizinho Lopes, técnico do Paysandu, aposta em um esquema mais ofensivo, enquanto o Remo, sob comando de seu treinador, mantém a postura agressiva, mas com atenção à solidez defensiva.
Momentos de perigo no segundo tempo
Além do gol de Sávio, o segundo tempo teve outras chances claras. Aos 18 minutos, Janderson chutou de fora da área, e a bola desviada obrigou Matheus Nogueira a fazer grande defesa. No minuto seguinte, Pedro Rocha assustou com um chute com curva, que passou perto do gol bicolor.
O Paysandu respondeu com Jaderson, que arriscou de fora da área, mas sem direção. A partida segue aberta, com ambas as equipes criando oportunidades e mantendo o ritmo intenso.
Importância do jogo de ida
A final do Campeonato Paraense é disputada em dois jogos. O resultado desta primeira partida, no Mangueirão, será crucial para definir a vantagem no confronto de volta. Um empate, como o placar atual, mantém a disputa equilibrada, mas ambas as equipes buscam a vitória para chegar ao segundo jogo com maior confiança.
O Remo, com o gol de Sávio no segundo tempo, pressiona o Paysandu, que precisa reagir rapidamente para não deixar a vantagem escapar. A torcida, atenta a cada lance, segue empurrando os times.
Clima no estádio
O ambiente no Mangueirão permanece carregado de emoção. Após a paralisação pelo choque entre Jaderson e Novillo, os torcedores retomaram os cânticos, incentivando suas equipes. A rivalidade, embora intensa, tem se mantido dentro dos limites, com a segurança reforçada no estádio.
A iluminação do Mangueirão destaca o gramado, e a atmosfera noturna contribui para o clima de decisão. A expectativa é de que o jogo siga com a mesma intensidade até o apito final.
Jogadores em destaque
Sávio, do Remo, é um dos nomes do jogo. Além do cruzamento para o gol de Janderson e do gol de falta, o lateral-esquerdo tem sido fundamental na criação de jogadas. No Paysandu, Benítez se destaca pela capacidade de decisão, com um gol e participação no lance do pênalti.
Outros jogadores, como Rossi e Klaus, também deixam suas marcas. A partida evidencia o talento individual em meio à rivalidade coletiva.
Foco no ataque
Ambas as equipes apostam em estratégias ofensivas. O Remo, com Pedro Rocha e Janderson, explora a velocidade pelos flancos, enquanto o Paysandu confia na força de Benítez no pivô e na movimentação de Rossi. A troca constante de ataques mantém o jogo dinâmico.
A defesa, no entanto, tem sido testada. O Remo sofreu com os contra-ataques do Paysandu no primeiro tempo, enquanto o Papão teve dificuldades para conter as jogadas de bola parada do Leão.
- Jogadores que se destacaram:
- Sávio: Gol de falta e assistência.
- Benítez: Gol e participação no pênalti.
- Rossi: Gol de pênalti e movimentação constante.
- Klaus: Gol de cabeça e solidez defensiva.
Pressão pelo resultado
Com o jogo empatado em 2 a 2 antes do gol de Sávio, a pressão por um resultado positivo é evidente. O Remo, agora na frente, busca consolidar a vantagem, enquanto o Paysandu tenta igualar o placar novamente. A pausa pelo atendimento médico pode alterar o ritmo da partida, mas os técnicos já preparam novas orientações.
O clássico Re-Pa, conhecido por sua imprevisibilidade, mantém todos os ingredientes de um grande confronto. A torcida, o gramado e os jogadores seguem escrevendo mais um capítulo desta rivalidade histórica.















