Em uma entrevista franca ao gshow, o apresentador e influenciador Gominho abriu o coração sobre sua vida amorosa, revelando que vive uma relação não-monogâmica há sete anos e atualmente mantém três relacionamentos simultâneos. Aos 35 anos, o carioca, conhecido por comandar o programa TVZ, no Multishow, detalhou como o poliamor faz parte de sua rotina e defendeu a possibilidade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. A conversa, publicada em 18 de julho de 2025, trouxe reflexões sobre entrega, conexão e preconceitos que ainda cercam relacionamentos não convencionais. Gominho enfatizou que sua abordagem ao amor é fluida, sem regras rígidas, e que está aberto a diferentes formatos de relação, incluindo a possibilidade de voltar a um relacionamento monogâmico. A entrevista, realizada em São Paulo, destacou sua visão expansiva do amor e como ele lida com críticas de amigos e da sociedade.
Gominho compartilhou que sua trajetória no amor começou com um relacionamento monogâmico aos 25 anos, que durou dois anos e terminou em amizade. Desde então, ele explora o poliamor, vivendo relações que, segundo ele, são baseadas em entrega e respeito mútuo. O apresentador também falou sobre a importância de se amar primeiro para compreender e expandir o amor para outros, uma visão que desafia tabus.
- Primeiros passos no poliamor: Gominho começou a explorar relações não-monogâmicas há sete anos.
- Conexão como prioridade: Ele valoriza o “frio na barriga” e a química presencial no flerte.
- Preconceito enfrentado: Amigos e sociedade muitas vezes veem suas escolhas como “casuais”.
O influenciador reforçou que sua forma de amar é única para cada pessoa, sem hierarquias, e que o poliamor não é sinônimo de promiscuidade, mas de afeto genuíno.
O que é o poliamor na visão de Gominho
Gominho explicou que o poliamor, para ele, é uma forma de viver o amor sem exclusividade, mas com total dedicação a cada parceiro. Ele descreveu como cada relação é única, com dinâmicas e entregas diferentes, mas igualmente intensas. O apresentador destacou que, ao contrário do que muitos pensam, o poliamor exige autoconhecimento e clareza emocional.
- Amor sem hierarquia: Cada parceiro recebe uma forma única de afeto, sem comparações.
- Autoconhecimento essencial: Gominho acredita que amar a si mesmo é a base para o poliamor.
- Respeito mútuo: As relações são construídas com diálogo e consentimento.
Ele também revelou que, atualmente, vive três relacionamentos, todos baseados em conexão emocional e química. Gominho enfatizou que não impõe limites ao seu coração, estando aberto a novas experiências, sejam elas não-monogâmicas ou até mesmo um retorno à monogamia no futuro.
Como Gominho lida com o preconceito
Apesar de estar seguro em suas escolhas, Gominho enfrenta resistência de pessoas próximas, que muitas vezes não compreendem a fluidez de suas relações. Ele relatou que amigos enxergam o poliamor como algo “casual” ou “sem seriedade”, uma visão que ele contesta com veemência.
O apresentador destacou que a sociedade ainda associa relações não-monogâmicas a “putaria”, um estigma que ele busca desconstruir. Para Gominho, o amor é expansivo e não se limita a uma única pessoa.
- Críticas de amigos: Muitos não entendem a seriedade de suas relações poliamorosas.
- Estigma social: A não-monogamia é frequentemente mal interpretada como promiscuidade.
- Defesa do amor plural: Gominho reforça que é possível amar mais de uma pessoa com igual intensidade.
- Educação emocional: Ele acredita que explicar o poliamor ajuda a reduzir preconceitos.
Gominho também mencionou que, mesmo enfrentando julgamentos, mantém sua autenticidade e não se deixa abalar pelas opiniões alheias. Sua visão é clara: o amor deve ser livre e respeitoso, independentemente do formato.
A busca por conexão no flerte
Quando o assunto é o início de uma relação, Gominho valoriza a conexão presencial e o “frio na barriga” que surge ao conhecer alguém. Embora use aplicativos de relacionamento, ele critica a superficialidade de algumas plataformas, onde o foco é mais físico do que emocional.
O apresentador revelou que já conheceu um namorado por aplicativo, mas hoje prefere interações que vão além do virtual. Ele também abordou o preconceito que enfrenta nesses espaços, por não se encaixar em padrões estéticos valorizados, como ser “fortão” ou seguir um ideal de beleza.
- Química presencial: Gominho prioriza encontros cara a cara para criar laços.
- Crítica aos aplicativos: Ele aponta a superficialidade de algumas plataformas.
- Preconceito no flerte: Por não seguir padrões, ele já enfrentou rejeição online.
- Abertura ao novo: Mesmo usando aplicativos, ele busca conexões mais profundas.
Gominho reforçou que, para ele, o flerte deve ser baseado em troca emocional e não apenas em aparência, o que torna suas relações mais ricas e significativas.
Poliamor e a abertura para o futuro
O apresentador deixou claro que não fecha portas para outros formatos de relacionamento. Embora viva o poliamor atualmente, ele não descarta a possibilidade de voltar a um relacionamento monogâmico ou até mesmo se casar, caso o amor o leve nessa direção.
Sua visão é de que as relações devem ser construídas com base na entrega mútua, sem rótulos rígidos. Gominho acredita que o amor é fluido e que cada experiência, seja monogâmica ou não, é válida quando há respeito e afeto.
- Flexibilidade emocional: Ele está aberto a diferentes tipos de relação no futuro.
- Sonho de amor: Gominho deseja estar sempre cercado de afeto, independentemente do formato.
- Respeito às escolhas: Ele valoriza a liberdade de amar como cada relação pede.
Essa abertura reflete a maturidade emocional de Gominho, que encara o amor como uma jornada de aprendizado e conexão, sem medo de se entregar.
A importância do autoconhecimento no amor
Um dos pontos centrais da entrevista foi a ênfase de Gominho no autoconhecimento como base para relações saudáveis, sejam elas monogâmicas ou poliamorosas. Ele acredita que só é possível amar outras pessoas de forma plena quando há amor-próprio e clareza sobre os próprios sentimentos.
O apresentador também destacou a importância do diálogo aberto com seus parceiros, o que permite que suas relações sejam baseadas em confiança e consentimento. Essa abordagem, segundo ele, é essencial para que o poliamor funcione de maneira harmoniosa.
- Amor-próprio como base: Gominho reforça que se amar é o primeiro passo.
- Diálogo aberto: A comunicação é fundamental em suas relações.
- Respeito às diferenças: Cada parceiro tem necessidades e dinâmicas únicas.
- Consentimento mútuo: Todas as relações são construídas com acordos claros.
Gominho finalizou a entrevista com uma mensagem de aceitação: o amor, em qualquer forma, é válido quando é genuíno. Sua história desafia preconceitos e inspira quem busca viver o amor de maneira autêntica.
