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Meghan Markle sentiu ciúmes de Kate Middleton por diferenças em residências reais

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Foto: Meghan Markle - Instagram
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Meghan Markle, duquesa de Sussex, teria sentido ciúmes de Kate Middleton, princesa de Gales, devido às diferenças nas residências reais que ocuparam no início de seus casamentos, segundo o ex-mordomo da família real britânica, Paul Burrell. Em seu novo livro, O Informante Real: Minha Vida com a Rainha, o Rei e a Princesa Diana, Burrell detalha como essas diferenças, somadas à dificuldade de Meghan em compreender a hierarquia e os protocolos da monarquia, culminaram na decisão do príncipe Harry e de Meghan de abdicarem de suas funções reais em 2020. O conflito teve início logo após o noivado do casal, quando receberam a modesta Nottingham Cottage, enquanto William e Kate viviam no luxuoso apartamento 1A, no Palácio de Kensington. A revelação oferece uma nova perspectiva sobre a saída do casal da realeza, conhecida como “Megxit”.

A história, amplamente discutida na mídia britânica, ganhou destaque com as memórias de Burrell, que serviu a família real por décadas. O livro detalha momentos-chave que marcaram a relação conturbada entre Meghan, Harry e o restante da monarquia.

  • Fatores que contribuíram para a tensão, segundo o ex-mordomo.
  • Residências reais como símbolo de status dentro da monarquia.
  • Impacto da decisão de Harry e Meghan de deixar o Reino Unido.

O relato de Burrell reforça que a hierarquia rígida da realeza foi um obstáculo para Meghan, que, por ser americana, enfrentou dificuldades em se adaptar às tradições britânicas.

Residências reais e o início do conflito

Quando Harry e Meghan ficaram noivos em 2017, a monarquia destinou a eles a Nottingham Cottage, uma casa pequena, mas funcional, localizada nos jardins do Palácio de Kensington. Com dois quartos, uma sala de estar e uma cozinha, a propriedade era semelhante à que William e Kate ocuparam no início de seu casamento. No entanto, a situação mudou quando Meghan visitou o apartamento 1A, residência de William e Kate na época, descrito como um espaço luxuoso com amplas salas, incluindo até um salão de dança. Essa disparidade, segundo Burrell, foi o estopim para o ciúme de Meghan, que percebeu que sua posição na hierarquia real sempre seria inferior à de Kate, futura rainha consorte.

A Nottingham Cottage, embora aconchegante, não atendia às expectativas de Meghan, que esperava uma residência mais condizente com o status de um membro sênior da realeza. O ex-mordomo destaca que a duquesa não compreendeu a lógica da monarquia, onde a precedência é determinada por proximidade ao trono.

  • Nottingham Cottage: dois quartos, cozinha e sala de estar.
  • Apartamento 1A: amplo, com salão de dança e áreas luxuosas.
  • Hierarquia real: Kate, como futura rainha, tinha prioridade.
  • Expectativas de Meghan: residência à altura de seu novo status.

Essa diferença de tratamento, segundo Burrell, gerou um sentimento de inferioridade que alimentou tensões dentro da família real.

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Meghan Markle – Foto: Instagram

A dificuldade de adaptação à monarquia

Meghan, criada nos Estados Unidos, trouxe uma perspectiva externa para a realeza britânica, o que, segundo o ex-mordomo, dificultou sua adaptação. A monarquia opera com base em tradições centenárias, com regras rígidas de protocolo e hierarquia. Para Burrell, a incapacidade de Meghan de aceitar que sempre estaria “atrás” de Kate Middleton foi um fator central no desgaste de sua relação com a instituição.

O livro de Burrell aponta que Meghan via Kate como uma rival, não apenas por sua posição, mas também pelo estilo de vida que a princesa de Gales representava. Enquanto Kate, educada no Reino Unido, assimilou rapidamente as expectativas da monarquia, Meghan enfrentava dificuldades para se encaixar.

  • Protocolos reais: precedência baseada na linha de sucessão.
  • Cultura britânica: Meghan não compreendia tradições monárquicas.
  • Kate Middleton: símbolo de aceitação das regras reais.

Essas diferenças culturais e de expectativas culminaram em atritos que, segundo Burrell, poderiam ter sido evitados se a princesa Diana, mãe de Harry, estivesse viva.

O papel de Diana na união dos irmãos

Paul Burrell, que trabalhou diretamente com a princesa Diana, acredita que a mãe de Harry e William teria desempenhado um papel crucial em manter os irmãos unidos. Diana, conhecida por sua abordagem progressista e carismática, sempre defendeu a proximidade entre os filhos, independentemente das pressões da realeza.

No livro, Burrell sugere que Diana teria mediado os conflitos entre Meghan, Harry, William e Kate, evitando a ruptura que culminou na saída do casal de Sussex. Ele também menciona que a rainha Elizabeth II, apesar de desejar a permanência de Harry e Meghan, não conseguiu se conectar com os desafios enfrentados pelo neto devido à diferença geracional.

  • Diana: defensora da união entre Harry e William.
  • Elizabeth II: queria manter o casal na realeza, mas não compreendia Harry.
  • Fab Four: termo usado para descrever o quarteto antes do racha.

A ausência de Diana, segundo o ex-mordomo, foi um fator determinante para o agravamento das tensões.

A decisão de deixar a realeza

Em janeiro de 2020, Harry e Meghan anunciaram sua decisão de abandonar as funções reais e se mudar para os Estados Unidos, uma escolha que chocou o mundo e ficou conhecida como “Megxit”. A mudança marcou o fim de uma era em que os dois casais reais, William e Kate, Harry e Meghan, eram vistos como o futuro da monarquia moderna, apelidados de “Fab Four” pela imprensa britânica.

Burrell argumenta que a decisão foi impulsionada pelo sentimento de Meghan de estar em desvantagem na hierarquia real, agravado pelas diferenças nas residências e no tratamento recebido. A mudança para os Estados Unidos representou uma busca por independência, mas também expôs as tensões internas que já existiam.

  • Anúncio: feito em janeiro de 2020, surpreendendo a realeza.
  • Motivação: ciúmes e insatisfação com a hierarquia real.
  • Novo lar: casal se estabeleceu na Califórnia, EUA.
  • Fab Four: fim da imagem de unidade entre os casais reais.

A saída de Harry e Meghan gerou debates sobre o futuro da monarquia e o papel de seus membros mais jovens.

O impacto na imagem da monarquia

A partida de Harry e Meghan trouxe à tona questões sobre a relevância da monarquia britânica em um mundo moderno. Enquanto William e Kate continuaram a desempenhar seus papéis como membros sêniores, a ausência do casal de Sussex deixou um vazio na imagem de renovação que eles representavam.

Burrell destaca que Harry e Meghan eram vistos como o “casal de ouro” da realeza, com potencial para modernizar a instituição. No entanto, as tensões internas e a incapacidade de Meghan de se adaptar às expectativas reais mudaram o curso dessa narrativa.

  • Imagem moderna: Harry e Meghan simbolizavam renovação.
  • Crise de reputação: “Megxit” expôs divisões na realeza.
  • Papel de Kate e William: reforço da tradição monárquica.

O livro de Burrell oferece uma visão interna sobre como pequenos detalhes, como a escolha de uma residência, podem desencadear crises em uma instituição tão tradicional.

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