O Sport Lisboa e Benfica enfrenta o Bayer Leverkusen nesta quarta-feira, 5 de novembro de 2025, pela quarta rodada da fase de liga da Liga dos Campeões da UEFA. A partida ocorre às 17h (horário de Brasília) no Estádio da Luz, em Lisboa, com transmissão ao vivo pela HBO Max. Ambas as equipes buscam a primeira vitória na competição, após três rodadas sem triunfos.
O técnico José Mourinho confirmou a escalação do Benfica em 4-2-3-1, priorizando equilíbrio defensivo e transições rápidas. O Bayer Leverkusen, comandado por Kasper Hjulmand, adota o esquema 3-4-2-1, com foco em posse de bola e alas velozes. O árbitro italiano Simone Sozza apita o jogo, conhecido por média baixa de cartões.
O confronto marca o reencontro entre Mourinho e o futebol alemão, em um estádio que recebe cerca de 65 mil torcedores. As odds iniciais apontam Benfica como favorito, com 1,90 para vitória em casa, empate em 3,60 e triunfo do Leverkusen em 4,00.
Formações iniciais detalhadas
O Benfica inicia com Anatoliy Trubin no gol, protegido pela linha de quatro com Fredrik Aursnes na lateral direita, Tomás Araújo e Nicolás Otamendi no miolo defensivo, e Samuel Dahl na esquerda. No meio-campo, Enzo Barrenechea e Richard Ríos ancoram a marcação, enquanto Dodi Lukebakio, Lucas Barreiro e Georgiy Sudakov criam jogadas atrás de Vangelis Pavlidis.
O Bayer Leverkusen responde com Martin Flekken entre as traves, defesa de três com Jarell Quansah, Loïc Badé e Edmond Tapsoba, e alas ocupados por Arthur e Alejandro García. Íker Maza e Alex Grimaldo controlam o centro, com Claudio Echeverri e Elijah Poku na criação, sustentando o ataque de Crysencio Kofane.
Essas escolhas refletem adaptações recentes de Mourinho, que testou variações em jogos domésticos para conter contra-ataques. Hjulmand, por sua vez, ajustou o time após derrotas recentes, elevando jogadores como Grimaldo para maior profundidade.
Desafios por lesões e suspensões
Lesões afetam o Benfica com ausências de Bruma, Alexander Bah e Manuel Silva, todos por problemas musculares. Leandro Santos e Ezequiel Fernández também ficam fora, forçando Mourinho a improvisar na defesa.
O Leverkusen lida com Lucas Vázquez, Nathan Tella e Axel Tape lesionados, além de Exequiel Palacios fora por contusão. Robert Andrich cumpre suspensão, o que obriga mudanças no meio-campo e reduz opções de rotação.
Esses desfalques impactam a profundidade dos elencos, com reservas como António Silva e Andreas Schjelderup prontos para entrar no Benfica. No lado alemão, Janis Blaswich e Patrik Schick aguardam chances.
O histórico de lesões na Champions destaca a necessidade de gerenciamento, com o Benfica registrando média de dois desfalques por jogo nas rodadas iniciais.
Destaques individuais em campo
Tomás Araújo surge como peça-chave na defesa do Benfica, com 74 de precisão em passes e 62 em tackles nos últimos jogos. O zagueiro de 22 anos enfrenta Íker Maza, do Leverkusen, que registra 61 em técnica mas apenas 45 em tacle.
Vangelis Pavlidis lidera o ataque benfiquista com nove gols na temporada, enquanto Crysencio Kofane, do time visitante, contribui com assistências em transições. Nicolás Otamendi, capitão aos 37 anos, traz experiência com 30 jogos europeus.
Alex Grimaldo destaca-se com 20 assistências no ano, explorando a lateral esquerda. Esses confrontos diretos definem o ritmo, com Araújo neutralizando avanços de Maza em duelos aéreos.
Estatísticas mostram que jogadores como Sudakov, com 50 em criatividade, elevam o Benfica em bolas paradas, contrastando com os 56 de Maza em criação.
Estratégias táticas em foco
Mourinho aposta em pressão alta para recuperar bolas no terço final, explorando erros do Leverkusen em saídas de bola. O Benfica venceu três jogos domésticos recentes sem sofrer gols, agregando 11 a zero no placar.
Hjulmand prioriza posse, com média de 58% na Champions, mas enfrenta dificuldades fora de casa, com três derrotas seguidas. O 3-4-2-1 alemão busca alas para sobrecarregar as laterais lisboetas.
- Benfica: Foco em contra-ataques rápidos, com Pavlidis finalizando cruzamentos de Lukebakio.
- Leverkusen: Ênfase em infiltrações centrais por Echeverri, testando Otamendi em marcação individual.
- Arbitragem: Sozza aplica 0,20 cartões por jogo em média, favorecendo fluidez.
Essas abordagens resultam em duelos intensos, com o Estádio da Luz registrando 2,5 gols por partida em média na competição.
Opções de substituição no banco
O banco do Benfica inclui Samuel Soares, Joshua Wynder e Amar Dedić, prontos para reforçar as laterais. Gianluca Prestianni e João Veloso oferecem velocidade no meio, enquanto Franjo Ivanović e Henrique Araújo atacam.
No Leverkusen, Janis Blaswich e Niklas Lomb cobrem o gol, com Ferdinand Pohl e Jeanuël Belocian na defesa. Malik Tillman e Eliesse Ben Seghir trazem criatividade, e Patrik Schick fecha o ataque com experiência.
Essas trocas ocorrem em média aos 60 minutos, ajustando fadiga após viagens. Mourinho usou cinco substituições em 80% dos jogos europeus, otimizando o ritmo.
O equilíbrio de reservas permite respostas táticas, com o Benfica tendo maior profundidade em alas.
Histórico recente das equipes
O Benfica acumula duas derrotas e um empate na Champions, com seis gols sofridos e três marcados. Em casa, o time venceu os últimos três jogos da liga portuguesa sem concessões.
O Leverkusen segue invicto em empates fora, mas sem vitórias europeias, marcando quatro gols em três partidas. A equipe alemã perdeu os três últimos jogos da Bundesliga, expondo fragilidades defensivas.
Enfrentamentos diretos mostram equilíbrio, com um empate em 2023. Mourinho busca quebrar jejum contra alemães, após seis jogos sem vitórias.
Dados indicam que o Benfica converte 15% dos chutes em gols em casa, contra 11% do Leverkusen visitante.
