Muller defende demissão de Carlo Ancelotti da seleção brasileira e aponta Jorge Jesus ou Guardiola como ideaisPor Thiago Lemos
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A Seleção Brasileira não atendeu às expectativas dos torcedores e foi eliminada precocemente da Copa do Mundo de 2026, após uma derrota por 2 a 1 para a Noruega, em um jogo onde Erling Haaland marcou dois gols decisivos. A performance causou grande frustração, levantando questões sobre o futuro da equipe.
Imediatamente após a eliminação, surgiram especulações sobre a permanência de Carlo Ancelotti no comando técnico. No entanto, Rodrigo Caetano, executivo da Confederação Brasileira de Futebol, fez questão de assegurar que o treinador italiano seguirá no cargo e já está envolvido no planejamento para o ciclo que culminará na Copa de 2030.
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Contrariando a postura da CBF, diversas opiniões discordantes vieram à tona, especialmente de ex-jogadores que argumentam pela saída do atual treinador. Nomes como Pep Guardiola e Jorge Jesus foram sugeridos como opções mais adequadas para liderar a seleção.

Ex-atacante Muller comenta sobre a possível troca no comando técnico
Em uma recente participação no programa Mesa Redonda, da Gazeta Esportiva, o ex-jogador Muller expressou sua convicção de que a entidade máxima do futebol brasileiro deveria dispensar o técnico italiano. Ele justificou sua posição afirmando que há outros profissionais altamente qualificados disponíveis para a função.
Muller foi enfático ao sugerir que a CBF deveria agir de forma decisiva. “Eu, se fosse a CBF, mandava ele embora e contratava ou o Jorge Jesus, ou o Guardiola, já que quer gastar, que tem grana para gastar, paga a multa”, declarou o ex-atleta.
Continuando sua argumentação, ele destacou as qualidades dos nomes que propôs. “São mais jovens, com exceção do Jorge Jesus. Mas o Jorge Jesus conhece o futebol brasileiro, é um excelente treinador. Bom, eu pegava o Guardiola, o Guardiola está desempregado”, concluiu, reforçando a ideia de que há alternativas de peso.
A situação atual do vínculo de Ancelotti com a CBF
Apesar da forte pressão e das críticas após a eliminação no mundial, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reafirmou oficialmente o vínculo de Carlo Ancelotti, que teve seu contrato renovado em maio para comandar a seleção até a Copa do Mundo de 2030. Essa decisão, mantida pela diretoria mesmo diante do desempenho decepcionante, implica um custo anual de cerca de 10 milhões de euros ao técnico italiano, evidenciando a confiança da entidade em seu projeto a longo prazo.















