Investigação de homicídio prende homem após morte de Ann Widdecombe, ex-ministra britânicaPor Beatriz
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A polícia britânica iniciou, na sexta-feira, 10 de julho, uma investigação de homicídio para apurar a morte de Ann Widdecombe, ex-ministra conservadora e porta-voz do partido Reform UK. A política de 78 anos, conhecida por sua personalidade forte e transição do Partido Conservador para o Reform UK (ex-Brexit Party), o que a manteve uma figura proeminente na esfera pública britânica, foi encontrada morta com ferimentos graves. O anúncio causou grande repercussão, dado o seu histórico e visibilidade no cenário político do Reino Unido.
Desenrolar dos acontecimentos sobre o caso da ex-ministra
Na manhã de sexta-feira, o agente de Widdecombe emitiu um comunicado lamentando a perda, expressando grande consternação e tristeza. Contudo, os detalhes sobre a data, causa ou local exatos de seu falecimento não foram revelados inicialmente.
No início da tarde do mesmo dia, a Polícia de Devon e Cornwall divulgou que Ann Widdecombe foi encontrada sem vida em sua residência na manhã de quinta-feira, apresentando ferimentos graves. Diante da natureza das lesões, as autoridades imediatamente abriram uma investigação por assassinato.
O primeiro-ministro Keir Starmer expressou à imprensa seu choque com a notícia da investigação, classificando a morte de Widdecombe como uma “perda significativa” para o país.
Mais tarde, ainda na sexta-feira, o subchefe de polícia Matt Longman anunciou a prisão de um homem britânico branco, de 26 anos, sob suspeita de envolvimento no assassinato de Widdecombe. A detenção ocorreu em um endereço localizado em Newton Abbot, uma cidade que fica nas proximidades da residência da ex-ministra, na região de Haytor, em Dartmoor.
Detalhes da apuração e homenagens à ex-ministra
As autoridades policiais declararam que a investigação do homicídio está em suas fases iniciais. Apesar disso, não consideram o incidente como um ato de terrorismo e afirmam não haver, até o momento, dados que sugiram motivação política. A polícia solicitou o apoio da população, pedindo que qualquer informação relevante seja comunicada para auxiliar no processo.
Diversas homenagens começaram a surgir em memória de Ann Widdecombe. Nigel Farage, líder do Reform UK, descreveu-a como uma “mulher extraordinária”, “notável e com princípios”, enquanto Anton Du Beke, seu parceiro no programa “Strictly Come Dancing” em 2010, declarou-se “arrasado” com a notícia.







