Mais de R$ 24 milhões são destinados ao Cartão Prato Cheio para beneficiar 100 mil famílias no DF
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) anunciou a disponibilização de R$ 24.828.750 destinados ao pagamento do programa Cartão Prato Cheio. A iniciativa visa atender 100 mil famílias, concedendo um crédito de R$ 250 para a aquisição de alimentos essenciais. Este benefício é concedido em nove parcelas consecutivas a indivíduos e grupos familiares que enfrentam insegurança alimentar e nutricional.
A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, afirmou que “começar o ano com o suporte desses benefícios vai além de uma simples ação socioassistencial”. Ela acrescentou que a medida representa “um compromisso com a dignidade, o bem-estar e a criação de uma sociedade que assegure a segurança alimentar e nutricional, além do acesso à renda”.
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O programa registrou 9.400 novas inclusões neste período. Para verificar se foram contempladas, as pessoas podem acessar o site do GDF Social. No mesmo endereço eletrônico, estão disponíveis detalhes sobre as datas e os locais para a retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB).
A retirada do cartão deve ser realizada exclusivamente pelo titular, que precisará apresentar um documento de identificação original com foto. Os beneficiários que já receberam o auxílio em ciclos anteriores devem continuar utilizando o mesmo cartão para os novos pagamentos.

O Cartão Prato Cheio é concedido em um ciclo de nove parcelas devido ao caráter emergencial do programa. Este período é determinado para que as famílias beneficiadas consigam superar a situação de insegurança alimentar e nutricional. Após o término desse ciclo, os contemplados são substituídos, permitindo que novas pessoas, ou aquelas que já participaram, possam ser incluídas no auxílio.
Dessa forma, o Cartão Prato Cheio regularmente inclui novos beneficiários a cada mês. Caso uma família finalize o ciclo de nove parcelas e ainda se encontre em condição de insegurança alimentar, é possível solicitar novamente a participação no programa. Para isso, é indispensável passar por uma nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da área.

















