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Modders reativam DLSS Multi Frame Generation nas placas RTX 40

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Foto: Nvidia - JRdes / Shutterstock.com
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Programadores independentes e a NVIDIA enfrentam um embate técnico direto em torno da ativação da tecnologia DLSS Multi Frame Generation em placas gráficas GeForce RTX 40 estruturadas na arquitetura Ada Lovelace.

O recurso de geração de múltiplos quadros começou a operar nesses componentes após programadores extraírem arquivos originais presentes no jogo NBA 2K27. O ajuste experimental viabilizou o funcionamento imediato do sistema nos modelos RTX 4080 e RTX 4090.

Testes posteriores revelaram que até mesmo placas das famílias RTX 20 e RTX 30 executam rotinas do DLSS 5, embora apresentem taxas de desempenho bastante limitadas.

A NVIDIA mantém o suporte formal do Multi Frame Generation restrito à futura linha RTX 50 e limitou a arquitetura Ada Lovelace apenas à duplicação de quadros em 2X. Diante das modificações comunitárias, a fabricante publicou uma atualização para invalidar o método.

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Nvidia – Chebotaeva Ekaterina/shutterstock.com

Uma nova alteração técnica anulou essa barreira e liberou multiplicadores em 3X e 4X nas placas GeForce RTX 40. A ferramenta desenvolvida pela comunidade não recorre a tecnologias concorrentes como o gerador de quadros da AMD nem a programas de escala como o Lossless Scaling, operando diretamente por meio do código genuíno da NVIDIA concebido para a renderização por inteligência artificial. O suporte segue bloqueado oficialmente.

Os testes práticos iniciais utilizaram o título Cyberpunk 2077 para comprovar a eficácia da modificação em tempo real. A intervenção aplica correções na alocação de memória para forçar a execução das instruções do módulo DLSS-G diretamente nos núcleos de processamento Ada Lovelace.

Apesar das variações de latência e estabilidade registradas na comparação entre as arquiteturas Ada Lovelace e Blackwell, os chips da série RTX 40 demonstraram capacidade física para executar o recurso sem suporte oficial da NVIDIA.

A relação de jogos submetidos a testes pelos usuários abrangeu produções com alta exigência gráfica do mercado. Títulos como Cyberpunk 2077 e NBA 2K27 serviram de base para as primeiras validações técnicas da ferramenta.

A NVIDIA reagiu com a distribuição da versão 310.9 do provedor DLSS-G por meio de seu canal de atualizações automáticas. O pacote modificou a estrutura dos descritores e renomeou o kernel temporal do sistema. Essa manobra desativou o desbloqueio que operava nas placas RTX 40.

Jogadores que atualizaram os arquivos do sistema por meio do aplicativo NVIDIA App relataram a perda imediata da geração estendida de quadros.

Os desenvolvedores da comunidade responderam com o lançamento da versão 0.4 do projeto, restabelecendo a compatibilidade com o provedor 310.9. O ajuste reparou a marcação temporal na arquitetura Ada Lovelace, eliminando instabilidades de ritmo de quadros e imagens duplicadas nos modos 3X e 4X.

A biblioteca gráfica mais recente da empresa voltou a rodar o Multi Frame Generation no hardware da RTX 40 logo após a interrupção temporária.

A ativação dessa tecnologia na família RTX 40 permanece sem respaldo contratual ou garantia de pleno funcionamento da fabricante. O consumidor não obtém as rotinas de verificação e a assistência técnica direcionadas à linha RTX 50.

A adaptação ágil às alterações do módulo DLSS-G comprovou a viabilidade técnica de execução do código proprietário nos chips Ada Lovelace, evidenciando uma decisão comercial da empresa em restringir a entrega do recurso.

Os repositórios públicos na plataforma GitHub mantêm registros contínuos das atualizações desenvolvidas para os proprietários de placas GeForce. A frequência dos envios de código supera a velocidade de publicação dos comunicados sobre a tecnologia.

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