Apostadora recupera bilhete de R$ 34 mil retido em lotérica do DF
Uma mulher de 44 anos recuperou o prêmio da quina da Mega Sena em 13 de janeiro de 2025, em Taguatinga, no Distrito Federal, depois que uma funcionária da lotérica afirmou que o bilhete não continha nenhuma dezena sorteada. A conferência posterior feita na residência da cliente e as filmagens internas do estabelecimento revelaram a retenção do comprovante.
A moradora quase perdeu a quantia exata de R$ 34.367,81 após comparecer à agência de Taguatinga para checar o resultado oficial.
A aposta acertou cinco dos seis números sorteados no concurso. Diante da negativa no balcão, a mulher de 44 anos estranhou a postura da atendente e decidiu checar as dezenas novamente assim que retornou para casa. A suspeita se confirmou na comparação com os números oficiais.
A constatação do acerto transformou o atendimento rotineiro em uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal sobre apropriação indevida do bilhete da Mega Sena.
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Atendente informou ausência de ganhos e rasgou parte do comprovante
A cliente foi pessoalmente até a casa lotérica de Taguatinga para validar o jogo realizado. Ao entregar o papel no guichê, ela ouviu da operadora que a aposta não tinha direito a nenhum valor.
A funcionária pediu permissão para descartar o papel no lixo, mas rasgou somente uma parte do volante diante da apostadora.
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A trabalhadora reteve o pedaço principal com o código de barras. A atitude chamou a atenção da cliente antes de sua saída da lotérica.
Ao confrontar os números em casa, a mulher viu que tinha acertado cinco das seis dezenas da Mega Sena.
Checagem individual confirmou o acerto de cinco dezenas sorteadas
A iniciativa de revisar o volante garantiu a identificação do erro antes do desfecho do caso. O comprovante dava direito ao montante de R$ 34.367,81.
Com o resultado em mãos, a vítima registrou a ocorrência na 17ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga.
Os investigadores classificaram a conduta inicial como tentativa de furto mediante fraude. A apuração policial buscou mapear a manobra usada para enganar a ganhadora e reter o documento premiado. A aposta era verdadeira.
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A posse física do papel representava a única garantia para o resgate dos R$ 34 mil.
Circuito de segurança registrou funcionária guardando a aposta premiada
O circuito de segurança da unidade comercial forneceu provas determinantes para esclarecer a ação no balcão. O dono da lotérica de Taguatinga acessou os arquivos em vídeo assim que foi comunicado sobre o problema.
As imagens captadas pelo sistema flagraram o instante em que a operadora retirou o comprovante de R$ 34.367,81 do cesto de lixo, conferiu o resultado na tela do terminal e guardou o bilhete.
Durante o depoimento formal no Distrito Federal, a atendente confessou a intenção de ficar com o prêmio sob a justificativa de dívidas pessoais. Ela admitiu o plano aos policiais.
A intervenção policial permitiu resgatar o volante original antes de qualquer tentativa de saque na Caixa Econômica Federal.
Investigação policial apontou retenção anterior de bilhete de quatrocentos reais
O interrogatório revelou que a funcionária já havia utilizado o mesmo artifício em outra ocasião na mesma lotérica. Ela confirmou a apropriação de um jogo premiado em cerca de R$ 400.
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O depoimento ampliou o inquérito para além do caso da cliente que acertou cinco dezenas.
A direção da casa lotérica demitiu a colaboradora por justa causa logo após a confirmação das imagens. A empresa entregou o bilhete original diretamente à apostadora lesada.
A devolução garantiu que a quantia de R$ 34.367,81 permanecesse sob titularidade da verdadeira autora do jogo.
Devolução do bilhete ocorreu antes da retirada do valor na agência
A consumidora havia chegado ao ponto de atendimento em Taguatinga convicta de uma possível premiação e saiu com a informação incorreta. A decisão de refazer a conferência em casa reverteu o desfecho.
A nova checagem comprovou os cinco acertos e embasou o pedido de socorro às autoridades.
O caso resultou na recuperação do volante de R$ 34 mil e na dispensa imediata da funcionária. A atenção aos detalhes evitou o prejuízo financeiro.
O boletim de ocorrência permanece registrado na 17ª Delegacia de Polícia para os devidos encaminhamentos judiciais.