EUA publicam arquivos de ovnis e ex-assessor da Nasa avaliaPor Luís Henrique Costa
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O governo dos Estados Unidos incluiu registros históricos da Nasa em divulgações do Departamento de Guerra sobre fenômenos anômalos não identificados em Washington em 2024. A Casa Branca selecionou relatórios antigos para análise pública, incluindo arquivos da missão Apollo 17 de 1972 com imagens de três luzes em formato triangular registradas durante o pouso lunar.
Mike Gold qualificou a liberação promovida pela administração Donald Trump como inédita.
Relatórios da Apollo 17 integram documentos analisados pelo governo
O executivo preside a empresa Redwire Space e integrou a equipe de estudo independente da Nasa entre 2022 e 2023. “A Nasa participa de forma proativa de tudo isso”, afirmou Gold ao comentar a desclassificação dos materiais oficiais. Ele declarou perante o Comitê de Supervisão e Responsabilidade da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que os investigadores precisam seguir os dados sem receio dos desfechos.
O executivo trabalhou por treze anos na Bigelow Aerospace, onde coordenou os lançamentos dos módulos Genesis 1 e Genesis 2 com tecnologia de habitats expansíveis. Na Nasa, ele gerenciou o desenvolvimento dos Acordos Artemis e atuou na administração de políticas espaciais e relações interinstitucionais.
Defesa da transparência perante o Congresso americano
Gold defende abertura em Washington.
O executivo, que participou da equipe independente da Nasa com dezesseis especialistas entre 2022 e 2023, afirmou perante o Congresso que os órgãos públicos precisam coletar informações minuciosas e seguir os dados obtidos sem temer resultados triviais ou extraordinários. Ele defendeu que o governo informe os parlamentares eleitos para garantir o controle democrático sobre eventuais programas de recuperação de materiais. O especialista atua no conselho consultivo da organização The Disclosure Foundation.
Inclusão de relatos de voo no sistema de aviação civil
Gold sugeriu transferir os alertas de ocorrências anômalas para o sistema de relatórios de segurança da aviação civil, medida que cobriria drones de nações adversárias com baixo custo orçamentário. Ele afirmou que prefere manter neutralidade e deixar que os números comprovem a realidade das observações.







