Ciência

China instala primeira air fryer na estação espacial Tiangong

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satélite, espaço, Terra - Frame Stock Footage/shutterstock.com

O Centro de Astronautas da China equipou a estação espacial Tiangong com uma fritadeira elétrica desenvolvida para operar em gravidade zero em 20 de setembro de 2026. O dispositivo compõe a modernização da cozinha orbital asiática ao lado de um micro-ondas e de um purificador de água.

Preparo rápido de refeições no espaço

O especialista do Centro de Astronautas da China Liu Weibo afirmou que o aparelho permite aos tripulantes preparar carnes, filés, asas de frango e bolos em vinte minutos sem dispersar resíduos na cabine graças a um duto vedado de exaustão de vapor.

O forno micro-ondas opera com vedação integral contra vazamentos para aquecer mantimentos sem sobrecarregar as baterias. O equipamento consome pouca energia. Essa tecnologia térmica apoia os taikonautas durante o cumprimento das etapas operacionais no módulo central.

Variedade com duzentos alimentos em órbita

Os tripulantes agora consomem itens variados por meio de um catálogo nutricional programado em escala rotativa de dez dias. O Centro de Astronautas da China incluiu componentes frescos que mantêm propriedades nutricionais nas seguintes categorias:

  • Verduras frescas e oleaginosas adaptadas ao ambiente espacial
  • Carnes preparadas para assar diretamente no compartimento interno
  • Iogurtes que passam por fermentação natural dentro da própria base

Permanência estendida rumo ao solo lunar

A plataforma Tiangong foi planejada para permanecer operacional por no mínimo dez anos e pode ser a única base habitada quando a Estação Espacial Internacional encerrar atividades. Um dos pesquisadores chegou ao laboratório em 25 de maio e ficará trezentos e sessenta e cinco dias contínuos em órbita. O plano avalia o corpo humano sob microgravidade para aterrissar astronautas na Lua até 2030.

Parceria internacional e exclusão norte-americana

O governo de Pequim acelerou o projeto orbital após os Estados Unidos vetarem a participação chinesa na Estação Espacial Internacional em 2011.

A administração asiática também expandiu o programa lunar Chang’e para viabilizar missões tripuladas antes do fim da década. O plano inclui erguer a Estação Internacional de Pesquisa Lunar até 2035 em cooperação direta com a Rússia.

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