Recuperar conta do Instagram hackeada: passo a passo oficialPor Luís Henrique Costa
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Golpistas invadem contas do Instagram, se passam pelo dono e oferecem produtos ou serviços, além de pedir ajuda financeira a contatos. Mesmo quando o titular ativou a autenticação em dois fatores, a recuperação pode ficar mais difícil, mas não se torna impossível.
O problema costuma aparecer quando seguidores ou conhecidos recebem mensagens enviadas pelo perfil invadido. Por isso, o usuário precisa agir logo ao notar qualquer sinal estranho na conta.
O WhatsApp também pode ser alvo de invasão, e as causas variam. Muitas vezes as pessoas dividem senhas ou instalam versões alteradas do aplicativo, baixadas de sites não confiáveis, o que eleva o risco de ataques. Para evitar isso, a orientação é baixar apps como o WhatsApp GB somente de fontes seguras e confiáveis.
Ao notar dificuldade para entrar no perfil ou receber um e-mail de login feito por aparelho desconhecido, o usuário deve tentar a recuperação pelos próprios recursos do Instagram. Esse é o caminho inicial antes de qualquer outra medida.
No Android, o primeiro botão a tocar é “Obter ajuda para entrar”. No iPhone, a opção é “Esqueceu sua senha?”. Em seguida, o usuário informa o nome de usuário, o e-mail ou o telefone ligado à conta e toca em “Precisa de mais ajuda?” para receber um código de verificação em um desses canais.
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O código é pedido na etapa seguinte e serve para confirmar que quem tenta entrar tem acesso ao e-mail ou ao telefone cadastrados. Quem não se lembra desses dados, ou quando os golpistas já trocaram o endereço ou o número, deve tocar em “Não consigo acessar este e-mail ou número de telefone”.
Nesse caso, o Instagram pede um endereço de e-mail seguro, ao qual o usuário tenha acesso, e envia para ele as instruções de recuperação. Antes de devolver o acesso, a rede social precisa checar se quem pede a recuperação é o verdadeiro dono da conta. Para isso, usa dois mecanismos.
- Conta comercial sem fotos de pessoas: o Instagram pede o e-mail ou o número de celular cadastrado e o tipo de aparelho usado no cadastro, como iPhone, Android, iPad ou outro.
- Conta com fotos da pessoa invadida: o Instagram faz reconhecimento facial a partir de uma selfie em vídeo, na qual o usuário vira o rosto em diferentes direções.
Segundo a própria rede, o objetivo da selfie é checar se há uma pessoa real por trás do pedido e confirmar a identidade. Depois do envio, o Instagram manda um e-mail ao endereço informado com as instruções para concluir a recuperação. A empresa também informou que o vídeo não fica visível no perfil e é excluído em até 30 dias.
Em 2026, a Meta ampliou o uso opcional de vídeo selfie em fluxos de recuperação de contas. Reportagens divergem sobre o prazo de análise, com relatos de até dois dias úteis e de até quatro dias úteis. A checagem da redação foi feita em 8 de novembro de 2026.







