Bolsonaro quer militares na força-tarefa no INSS
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Bolsonaro quer militares na força-tarefa no INSS

Perícias no INSS em São Paulo

Bolsonaro quer militares na força-tarefa no INSS. O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta (15) que, até o fim do mês, militares já estarão ajudando na força-tarefa para tentar reduzir o atraso na análise de pedidos de aposentadorias e benefícios, como auxílio-doença e o BPC (pago a idosos carentes e deficientes). Baixe o Aplicativo Gratuito do Portal Mix Vale

A contratação temporária de integrantes das Forças Armadas da reserva foi anunciada na terça (14) como uma medida para enxugar a fila de espera no INSS .

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A legislação permite que militares reservistas exerçam atividades no Executivo e, em troca, recebam um bônus de 30% sobre a remuneração. No entanto, é necessário que o governo publique um decreto para que esses oficiais possam voluntariamente ocupar vagas de atendimento nas agências do INSS. Eles passarão por uma capacitação.

“Tem que ter um treinamento antes. Sendo aprovado no treinamento, é quase como um atendente. É juntar a papelada, orientar, é esse trabalho aí”, disse Bolsonaro na entrada do Palácio da Alvorada.

O plano é que até 7.000 reservistas participem do programa. Com isso, entre 2.100 e 2.500 servidores da Previdência deixarão as agências e passarão a reforçar o time que analisa os pedidos de aposentadoria.

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Há cerca de 1,3 milhão de requerimentos que aguardam resposta além do prazo legal, de 45 dias. Bolsonaro afirmou que gostaria de publicar o decreto o mais rápido possível. A equipe econômica prevê que a medida comece a ser implementada ainda nesta semana.

No entanto, todo o conjunto de ações da força-tarefa contra a fila deve estar funcionando até abril, segundo projeção do secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Desde o segundo semestre de 2019, o INSS passou a analisar mais pedidos de benefício do que a quantidade de novos requerimentos, reduzindo gradualmente o número de processos fora do prazo.

O governo também quer fazer perícia para reavaliar o afastamento de 1.500 funcionários do INSS. Ainda em janeiro esse pente-fino deverá ser iniciado.

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