Marquinhos, zagueiro e capitão da Seleção Brasileira, alcança a marca histórica de 100 jogos com a amarelinha nesta quinta-feira, 4 de setembro de 2025, no confronto contra o Chile, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, no Maracanã, às 21h30. A partida não é apenas mais um passo rumo ao Mundial, mas um momento de celebração para o jogador de 31 anos, que se torna o 16º atleta a atingir essa façanha na história da Seleção. Homenageado pela CBF com uma camisa comemorativa, Marquinhos consolida sua liderança no elenco sob o comando de Carlo Ancelotti. Sua trajetória, marcada por títulos, momentos difíceis e uma presença constante nas convocações, reflete a importância do defensor para o futebol brasileiro. O feito coloca o jogador ao lado de lendas como Cafu, Roberto Carlos e Neymar, enquanto ele segue como pilar defensivo e referência dentro e fora de campo.
O jogo contra o Chile marca um momento de reconhecimento para o zagueiro, que se destacou nos últimos quatro anos como titular absoluto. A homenagem da CBF, entregue pelo presidente Samir Xaud, reforça o impacto de Marquinhos na equipe.
- Momentos marcantes: Título da Copa América de 2019 e atuações sólidas nas Eliminatórias.
- Liderança consolidada: Capitão sob cinco técnicos diferentes, agora com Ancelotti.
- Números expressivos: Mais de 2200 minutos jogados, com apenas quatro ausências.
Caminho até os 100 jogos
Marquinhos estreou pela Seleção em 2013, sob o comando de Luiz Felipe Scolari, em um amistoso. Apesar de não ter participado da Copa do Mundo de 2014, o zagueiro se firmou a partir de 2015, tornando-se peça indispensável. Sua trajetória inclui participações em Copas do Mundo (2018 e 2022) e o título da Copa América de 2019, um dos pontos altos de sua carreira. O jogador também enfrentou momentos desafiadores, como o pênalti perdido contra a Croácia na eliminação da Copa de 2022. Em entrevista, ele destacou como trabalhou para superar essa experiência, mostrando resiliência.
O zagueiro do PSG acumula mais de 2200 minutos em campo pela Seleção, sendo o jogador com mais tempo de jogo no atual ciclo. Sua consistência é comprovada pela ausência em apenas quatro partidas, todas por lesão ou decisão técnica. A regularidade e o profissionalismo de Marquinhos o colocaram entre os grandes nomes do futebol brasileiro.
Liderança dentro e fora de campo
Aos 31 anos, Marquinhos é mais do que um defensor confiável. Sua liderança natural o levou a ser escolhido como capitão por Ancelotti, uma decisão que reforça sua importância no grupo. No PSG, onde também é referência, o zagueiro conquistou títulos nacionais e a Liga dos Campeões na última temporada, consolidando sua reputação como um dos melhores da posição no mundo.
- Capitão incontestável: Escolhido por Ancelotti para liderar a equipe rumo à Copa.
- Versatilidade tática: Atua com segurança tanto em defesas com três quanto com quatro jogadores.
- Respeito no elenco: Reconhecido por colegas como um líder calmo e inspirador.
- Presença constante: Raramente ausente, com atuações consistentes em jogos decisivos.
Sua habilidade de manter a calma sob pressão e orientar jovens jogadores faz dele um pilar tanto na Seleção quanto no clube francês. A confiança depositada por cinco técnicos diferentes na Seleção – Scolari, Dunga, Tite, Ramon Menezes e agora Ancelotti – demonstra sua regularidade e importância.
Homenagem da CBF e o peso da marca
A CBF celebrou os 100 jogos de Marquinhos com uma cerimônia antes da partida contra o Chile. Na terça-feira, 2 de setembro, o presidente da entidade, Samir Xaud, entregou ao jogador uma camisa personalizada, simbolizando o reconhecimento por sua dedicação. A lista de jogadores com 100 ou mais jogos pela Seleção inclui nomes como Cafu (150 jogos), Roberto Carlos (132), Neymar (128) e Ronaldinho Gaúcho (102). Marquinhos, agora com 100 partidas, é o 16º a alcançar essa marca, reforçando seu lugar entre os gigantes do futebol brasileiro.
A homenagem não se limita ao simbolismo. A CBF destacou a regularidade do zagueiro, que esteve presente em praticamente todas as convocações nos últimos anos. Sua versatilidade, atuando tanto como zagueiro central quanto em sistemas defensivos variados, é um dos motivos de sua longevidade na Seleção.
Legado e futuro na Seleção
Marquinhos segue como peça central no projeto de Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. Sua experiência é vista como fundamental para integrar jovens talentos, como os atacantes Endrick e Vitor Roque, ao elenco principal. Além disso, sua capacidade de atuar em alto nível tanto na defesa quanto na liderança tática o torna indispensável para os planos da comissão técnica.
No PSG, o zagueiro continua acumulando conquistas, com destaque para a recente Liga dos Campeões. Sua carreira no clube parisiense, onde chegou em 2013, espelha sua trajetória na Seleção: crescimento constante, liderança e títulos. A temporada 2024/2025 tem sido marcada por atuações sólidas, o que reforça sua condição de referência global na zaga.
- Copa de 2026 no horizonte: Marquinhos é peça-chave no projeto de Ancelotti.
- Integração de jovens: Ajuda a guiar novos talentos no elenco brasileiro.
- Carreira vitoriosa no PSG: Títulos nacionais e Liga dos Campeões em 2024/2025.
- Resiliência após 2022: Superou críticas pelo pênalti perdido na Copa.
Impacto no jogo contra o Chile
O confronto contra o Chile, válido pelas Eliminatórias, é uma oportunidade para Marquinhos reforçar sua importância em campo. O Brasil busca consolidar sua posição na tabela, e a solidez defensiva do capitão será crucial contra um adversário que, apesar de irregular, tem tradição em duelos sul-americanos. A torcida no Maracanã, que deve lotar o estádio, espera uma atuação à altura da marca histórica do zagueiro.
A presença de Marquinhos também traz confiança para a equipe, que vive um momento de transição com a ausência de Neymar e a aposta em novos nomes. Sua liderança será essencial para manter o equilíbrio tático e emocional do time.
Um marco entre lendas
Entrar para o grupo de jogadores com 100 jogos pela Seleção é um feito reservado a poucos. Marquinhos, com apenas 31 anos, tem potencial para subir ainda mais na lista histórica, que é liderada por Cafu. Sua trajetória combina talento, dedicação e uma capacidade rara de se manter relevante em diferentes ciclos da Seleção.
A marca centenária é também um reflexo de sua longevidade. Desde a estreia em 2013, Marquinhos enfrentou altos e baixos, mas sua consistência o levou a se tornar um dos pilares da equipe. A homenagem da CBF e o apoio da torcida no Maracanã são apenas o começo de uma celebração que deve se estender por mais anos.
- Nomes históricos: Cafu, Roberto Carlos e Neymar lideram a lista de jogos.
- Longevidade rara: Marquinhos alcança a marca com apenas 31 anos.
- Futuro promissor: Pode ultrapassar Ronaldinho Gaúcho (102 jogos) em breve.
- Respeito da torcida: Reconhecido por sua dedicação e profissionalismo.
