Iza, uma das principais vozes da música pop brasileira com influências marcadas de R&B e soul, sobe ao palco Skyline do The Town 2025 neste domingo, 14 de setembro, às 15h50, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, para abrir a programação do dia com um repertório que celebra sua trajetória e elementos da cultura afro-brasileira. A apresentação marca o início de uma nova fase na carreira da cantora carioca, que se tornou mãe recentemente e promete surpresas no setlist, incluindo sucessos como “Pesadão”, “Dona de Mim” e “Ginga”, em um festival que reúne mais de 50 atrações internacionais e nacionais ao longo de cinco dias. O evento, organizado pelos criadores do Rock in Rio, atrai milhares de fãs para uma estrutura renovada de 350 mil metros quadrados, com portões abertos desde as 12h e transmissões ao vivo a partir das 14h25 pelo Multishow e Canal Bis, permitindo que o público acompanhe de casa via TV por assinatura ou Globoplay. Essa performance de Iza surge em um momento de expansão do festival, que movimenta a economia local com estimativas de impacto significativo, e responde à demanda por diversidade sonora em eventos de grande porte no Brasil.
A grade do dia inclui colaborações especiais, como Jota.Pê com João Gomes e Joelma ao lado de Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara, reforçando a mistura de gêneros que define o The Town desde sua estreia em 2023. Fãs destacam a energia contagiante de Iza, que já agitou o mesmo palco em edições anteriores com convidados surpresa, e esperam um espetáculo que una dança, vocais potentes e mensagens de empoderamento. O horário exato pode ser ajustado pela organização, com atualizações no aplicativo oficial do festival, garantindo acessibilidade para quem planeja o dia. Essa abertura não só energiza o público presente, mas também introduz o tom eclético do lineup, com transições suaves para atos subsequentes como The Flight às 15h40 e J Balvin às 18h10. A escolha de Iza para o slot inicial reflete sua capacidade de conectar gerações, misturando batidas modernas com raízes culturais profundas, em um contexto onde o festival prioriza experiências imersivas e inclusivas.
A expectativa em torno da performance cresce com detalhes revelados sobre a produção, que incorpora elementos visuais inspirados em sua turnê recente. Elementos como figurinos vibrantes e coreografias coletivas prometem transformar o palco em um espaço de celebração coletiva.
- Sucessos confirmados no repertório incluem “Dona de Mim”, hit de 2018 que acumula milhões de streams e simboliza independência feminina.
- Colaborações potenciais com artistas locais, semelhantes à edição de 2023 quando recebeu rappers no palco.
- Duração estimada de 40 minutos, com foco em interatividade para envolver o público logo no início do dia.
Essa estrutura inicial permite que os espectadores se adaptem ao ambiente antes dos headliners da noite.
Repertório que define a trajetória de Iza
A seleção de músicas para o show reflete anos de evolução artística, desde covers iniciais até composições originais que conquistaram prêmios como o Multishow de Melhor Cantora. Iza, nascida no Rio de Janeiro, iniciou carreira em realities musicais e ganhou projeção com faixas que fundem pop com ritmos ancestrais, atraindo um público diversificado que vai de jovens urbanos a amantes de soul clássico. Em entrevistas recentes, a artista mencionou que o setlist passará por fases distintas de sua discografia, incluindo o álbum “Afrohit” de 2023, que explora identidades culturais com produções ricas em percussão e harmonias vocais. Essa abordagem não só entretém, mas educa o público sobre influências afro-brasileiras, com arranjos que incorporam samba e funk carioca de forma contemporânea. O palco Skyline, com sua configuração elevada e telões de alta resolução, amplifica esses elementos, criando um espetáculo visual que dialoga com a arquitetura do Autódromo de Interlagos. Durante a apresentação, espera-se que Iza interaja diretamente com a plateia, compartilhando histórias curtas sobre as inspirações por trás das letras, o que adiciona camadas emocionais à experiência. Essa conexão pessoal fortalece sua posição como embaixadora do festival, um papel que ela assumiu para promover diversidade em eventos de massa. Além disso, a transição para a maternidade em 2024 influenciou ajustes no show, com letras adaptadas para transmitir mensagens de resiliência familiar. O equilíbrio entre baladas introspectivas e faixas dançantes mantém o ritmo ascendente, preparando o terreno para os atos seguintes sem pausas abruptas. Técnicos de som e luz testaram configurações específicas para realçar os graves profundos de “Pesadão”, garantindo qualidade auditiva em todo o setor. Essa preparação meticulosa assegura que o show funcione tanto para os 20 mil presentes quanto para os espectadores remotos.
Detalhes sobre a produção incluem o uso de microfones sem fio de última geração, permitindo movimentos livres durante as coreografias.
Atrações complementares no Palco Skyline
O lineup do Palco Skyline segue uma progressão que mescla ritmos latinos e pop global, com Iza servindo como ponte energética para o restante do dia. Logo após sua saída, The Flight assume às 15h40 com um set instrumental que aquece a multidão para J Balvin, agendado para as 18h10 com reggaeton pulsante e visuais neon. Essa sequência estratégica evita sobreposições temáticas, permitindo que cada artista brilhe em seu nicho enquanto constrói uma narrativa coesa de celebração multicultural. Camila Cabello entra às 20h30 com influências cubanas e pop romântico, trazendo um contraste melódico que contrabalança a intensidade anterior. A organização priorizou espaçamentos de 20 minutos entre sets para trocas de equipamentos, minimizando atrasos e maximizando o fluxo de público. Katy Perry fecha a noite às 23h15 com um espetáculo pirotécnico, incorporando hits de sua era “143” e elementos teatrais que demandam setup complexo. Esses intervalos servem também para ativações de patrocinadores, como estações de hidratação e foto interativas, mantendo o engajamento alto. A curadoria do palco reflete o ethos do The Town de integrar vozes emergentes com ícones estabelecidos, fomentando descobertas musicais. Para Iza, essa posição inicial oferece visibilidade máxima, com câmeras dedicadas capturando close-ups para a transmissão. O design acústico do local, aprimorado desde 2023, distribui som uniformemente, beneficiando áreas periféricas. Essa configuração não só eleva a qualidade técnica, mas também incentiva migrações entre palcos sem perda de experiência.
- J Balvin traz colaborações surpresa com DJs locais para infundir frescor ao reggaeton clássico.
- Camila Cabello destaca faixas de seu álbum recente, com ênfase em narrativas pessoais através de letras em espanhol e inglês.
- Katy Perry integra efeitos especiais, como confetes e lasers sincronizados, para um clímax visual no encerramento.
Esses elementos garantem variedade, atendendo a preferências amplas da audiência.
Transmissões que levam o festival para todo o país
A cobertura televisiva expande o alcance do The Town, permitindo que milhões acessem os shows sem deslocamento. O Multishow inicia às 14h25 focando nos palcos principais, Skyline e The One, com switches dinâmicos entre performances para manter o dinamismo. O Canal Bis complementa com feeds dos palcos Factory e Quebrada, destacando talentos nacionais como Rachel Reis e Geraldo Azevedo. Assinantes do Globoplay Premium desfrutam de streams em 4K simultâneos, uma novidade que eleva a imersão com múltiplas janelas. Para não assinantes, o serviço alterna sinais a cada 30 minutos, democratizando o acesso sem custos extras. A TV Globo insere flashes curtos durante a programação diurna e um especial noturno de 90 minutos apresentado por hosts experientes, compilando destaques e bastidores. Essa estratégia multiplataforma, testada em edições passadas, aumentou o viewership em 40% no ano anterior, segundo dados internos do grupo. Diretores de imagem posicionam drones para ângulos aéreos, capturando a escala do evento e a reação da multidão. O app oficial integra essas transmissões com notificações push, alertando sobre inícios de sets favoritos. Essa acessibilidade reflete o compromisso do festival com inclusão digital, especialmente para regiões distantes de São Paulo. Edições especiais incluem entrevistas rápidas pós-show, adicionando contexto sem interromper o fluxo musical. A qualidade de produção, com mixagem ao vivo em estúdios remotos, assegura áudio cristalino mesmo em conexões instáveis.
- Multishow cobre Skyline e The One com foco em headliners internacionais.
- Canal Bis dedica-se a Factory e Quebrada, priorizando diversidade sonora brasileira.
- Globoplay Premium oferece 4K e multipalco para uma experiência premium personalizada.
Essas opções variadas atendem a diferentes perfis de espectadores, ampliando o impacto cultural.
Colaborações que agitam o Palco The One
Enquanto o Skyline pulsa com pop global, o Palco The One concentra fusões regionais que enriquecem o tecido do festival. Jota.Pê inicia às 14h40 convidando João Gomes para um diálogo entre forró e rap contemporâneo, criando momentos de improvisação que ecoam tradições nordestinas adaptadas ao urbano. Joelma segue às 17h com Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara, unindo calypso, tecnobrega e ritmos amazônicos em uma tapeçaria vocal feminina. Dennis DJ assume às 19h20 com Tília, misturando funk carioca e eletrônica para danças coletivas. Ludmilla encerra às 21h55 com um set que transita do R&B ao samba-rock, consolidando sua versatilidade. Essas parcerias não surgem do acaso; a curadoria seleciona duos baseados em afinidades estilísticas, testadas em ensaios prévios para coesão onstage. O palco, posicionado em área central, facilita trocas de público com o Skyline, promovendo descobertas cruzadas. Produções incluem backing vocals rotativos e percussão ao vivo, elevando a autenticidade. Essa ênfase em colaborações reforça o The Town como hub de inovação musical, onde gêneros se entrelaçam organicamente. Intervalos curtos de 15 minutos permitem ajustes rápidos, mantendo o momentum. Fãs de Iza, muitos migrando do Skyline, encontram aqui extensões temáticas de empoderamento negro e periférico.
A transição para Ludmilla, com sua base no funk, cria um arco narrativo que liga o dia inteiro.
Destaques nos palcos periféricos
Além dos principais, os palcos Factory e Quebrada oferecem recantos para explorações mais intimistas. No Factory, Felipe Cordeiro abre às 13h com carimbó paraense, seguido de Lambateria Baile Show com Lia Sophia às 14h45, infundindo ritmos ancestrais com intervenções performáticas. Rachel Reis surge às 17h05 com violão e letras poéticas sobre ancestralidade, enquanto Geraldo Azevedo convida Juliana Linhares às 19h25 para um MPB clássico reinventado. O Quebrada, às 15h55, recebe a Batalha da Aldeia Superliga The Town, um confronto de MCs que pulsa com rimas afiadas e beats pesados. Esses espaços, menores em escala, priorizam proximidade, com setups acústicos que capturam nuances vocais. A programação periférica equilibra o festival, evitando sobrecarga nos palcos centrais e fomentando diversidade. Artistas como Belo, às 20h35 na Quebrada, trazem pagode romântico que contrasta com a intensidade urbana. Essa distribuição estratégica maximiza o uso do terreno, com caminhos sinalizados guiando o fluxo. Para quem chega cedo, essas atrações servem como aquecimento ideal antes do Skyline.
- Batalha da Aldeia destaca novos talentos do hip-hop periférico com rodadas eliminatórias ao vivo.
- Orquestra Sinfônica de Heliópolis, às 18h15 na Quebrada, une clássico e contemporâneo em arranjos sinfônicos.
- Jacob Collier no São Paulo Square às 19h30 explora harmonias jazzísticas com quarteto inovador.
Esses recantos adicionam profundidade, transformando o evento em maratona cultural.
Experiências além da música no festival
O The Town transcende os palcos com ativações que imergem o público na essência paulistana. A área gastronômica, sob curadoria de chefs renomados, oferece opções de street food com toques regionais, de pastéis a pratos fusion. Espaços como o Market Square abrigam exposições de arte urbana, com murais interativos e instalações sonoras. A São Paulo Square, dedicada ao jazz, recebe a SP Square Big Band às 14h e Amanda Maria às 17h10, criando bolsões de sofisticação. Brinquedos como roda-gigante e tirolesa, agendáveis via app, proporcionam vistas panorâmicas do Autódromo. Essas features, renovadas para 2025, integram 350 mil m² de terreno com sinalização clara e pontos de descanso sombreados. Acessibilidade inclui rampas e intérpretes de libras em sets selecionados, alinhando-se a normas inclusivas. Patrocinadores ativam experiências táteis, como estações de realidade virtual recriando bastidores de shows. Essa camada extra enriquece o dia, permitindo pausas regenerativas entre performances. Para famílias, horários iniciais como o de Iza oferecem conteúdo leve e inspirador.
A integração de cultura e lazer reforça o posicionamento do festival como evento holístico.
