Capítulo 1175 de One Piece traz revelação sobre fruta de Loki e reação furiosa de Imu na Terra Sagrada

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One Piece - Divulgação Foto: One Piece - Divulgação

Os vazamentos preliminares do capítulo 1175 de One Piece, intitulado “Nidhogg”, confirmam desdobramentos cruciais para o arco de Elbaph, com lançamento oficial programado para o domingo, 1º de março de 2026. A narrativa aprofunda a mitologia dos gigantes e apresenta novas dinâmicas de poder, destacando a cooperação tática entre os membros da tripulação dos Chapéus de Palha e revelações históricas que conectam o passado da ilha aos eventos atuais do mundo.

No centro do conflito, a ação se intensifica com movimentos coordenados para garantir a segurança dos reféns. Sanji utiliza o “Diable Jambe” para incinerar as espinhas criadas por Sommers que aprisionavam Nico Robin, permitindo que a arqueóloga se libertasse rapidamente do cativeiro. Simultaneamente, Zoro executa cortes precisos para destruir as amarras que prendiam as crianças, demonstrando a evolução técnica dos espadachins em situações de risco elevado.

One Piece anime
One Piece anime – Divulgação/Toei Animation

A interação entre os protagonistas reforça a confiança mútua estabelecida ao longo da jornada. Luffy reconhece a eficiência da intervenção de seus companheiros enquanto auxilia Loki no transporte dos civis para a zona segura no vilarejo oeste, onde Jarul aguarda. As crianças resgatadas, inspiradas pela coragem dos piratas, assumem posições defensivas para proteger seus familiares feridos, evidenciando o impacto moral da presença dos heróis na região.

Origem mitológica da fruta de Loki

O capítulo dedica uma parte significativa à explicação dos poderes do príncipe de Elbaph, através de um flashback narrado por Jarul que envolve figuras lendárias. É revelado que a Akuma no Mi consumida por Loki é a Dragon-Dragon, modelo Zoan Mítico Nidhogg, uma fruta cercada de tabus e proibições ancestrais devido à sua natureza destrutiva e conexão com divindades antigas.

Detalhes específicos sobre a lenda são apresentados de forma pontual pelo gigante ancião:

– A fruta permite a transformação em um dragão capaz de variar de tamanho conforme o usuário;
– Lendas antigas citam um deus da guerra que utilizou esse poder contra o deus do sol;
– O martelo Ragnir abrigava o espírito do esquilo Ratatoskr, que guardou a fruta por gerações;
– A forma completa do dragão respira trovão e pode escurecer os céus durante o voo.

Essa exposição conecta diretamente os mitos locais com a estrutura de poder global, sugerindo que a existência dessa fruta era um segredo guardado a sete chaves. A narrativa estabelece que a herança de Loki não é apenas biológica, mas carrega o peso de conflitos teológicos que moldaram a história do Século Perdido e a estrutura atual do Governo Mundial.

Novas técnicas de combate e intervenção de Imu

O confronto físico atinge um novo patamar com a demonstração de força bruta e criatividade por parte de Luffy. Utilizando o Gear 5, o capitão executa o “Gomu Gomu no Dawn Thor Rifle”, uma técnica onde ele manipula um raio diretamente das nuvens com a mão esquerda e utiliza o braço direito como mira telescópica, resultando em um impacto elétrico massivo que causa danos severos a Sommers. A sequência ocupa páginas duplas, enfatizando a escala do poder que combina as propriedades da borracha com a manipulação ambiental.

Paralelamente, Loki exibe o controle sobre sua forma mítica ao liberar o ataque “Thor Heim”. O golpe consiste em uma rajada de relâmpagos expelida pela boca, misturando raios convencionais e negros, o que dizima os monstros restantes na área de batalha. A limpeza do campo de batalha demonstra que o príncipe possui domínio sobre as capacidades ofensivas da fruta Nidhogg, validando os temores antigos sobre o potencial bélico dessa transformação.

O desfecho do capítulo desloca o foco para a Terra Sagrada de Mary Geoise, onde Imu observa os acontecimentos remotamente. A entidade reage com fúria visível ao perceber que a fruta Nidhogg estava escondida em Elbaph durante todo esse tempo, uma falha de inteligência que parece perturbar o equilíbrio de poder. O painel final foca nos olhos do governante oculto, indicando que a revelação terá consequências imediatas, sem pausa programada para a semana seguinte.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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