Cartão Vermelho! VAR expulsa Upamecano em amistoso eletrizante entre Brasil e França
O confronto amistoso entre as seleções de Brasil e França, realizado no Gillette Stadium em Foxborough, Estados Unidos, teve um momento crucial com a expulsão do zagueiro francês Dayot Upamecano. O lance, que ocorreu aos nove minutos do segundo tempo em uma disputa com o lateral Wesley, gerou grande repercussão e mudou a dinâmica da partida, que se desenrolava em alta intensidade.
Inicialmente, o árbitro assinalou apenas cartão amarelo para o defensor, mas após a intervenção do árbitro de vídeo (VAR), a decisão foi revista. A checagem detalhada revelou uma infração mais grave, resultando na aplicação do cartão vermelho direto, deixando a equipe francesa com um jogador a menos em campo e impactando significativamente a estratégia para o restante do duelo.
Este amistoso, inserido no calendário de preparação das equipes para compromissos futuros, serviu como um teste importante para avaliar o desempenho de jogadores e as táticas propostas pelos treinadores. A intensidade demonstrada desde o primeiro minuto, com lances de perigo e uma arbitragem atuante, destacou a rivalidade histórica entre as potências do futebol mundial.
Início promissor e primeiro gol francês
A partida começou com as duas equipes buscando o ataque e criando oportunidades. Logo nos primeiros minutos, o Brasil ensaiou a primeira chegada com Raphinha, que tentou uma finalização dentro da área, mas a bola foi para fora. Vini Jr. também teve um bom momento ao interceptar um passe e servir Gabriel Martinelli, cujo chute com curva passou muito perto do gol de Mike Maignan.
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A França respondeu com jogadas rápidas, explorando a velocidade de seus atacantes. Dembélé e Gusto tabelaram pela direita, resultando em um cruzamento perigoso que a defesa brasileira conseguiu afastar. O zagueiro Léo Pereira recebeu o primeiro cartão amarelo da partida após uma falta em Olise, demonstrando a intensidade física do confronto.
Aos 31 minutos do primeiro tempo, a seleção francesa abriu o placar. Após recuperar a posse de bola no campo defensivo, Dembélé lançou Kylian Mbappé, que avançou com a bola sozinho e finalizou de cobertura, sem chances para o goleiro Ederson, fazendo 1 a 0. O gol de Mbappé ressaltou a eficiência francesa no contra-ataque e a precisão do seu camisa 10.

Reação brasileira e tentativas frustradas
Mesmo após sofrer o gol, o Brasil manteve a postura ofensiva, buscando o empate ainda na primeira etapa. Matheus Cunha, de frente para a área, recebeu um passe de Vini Jr. e chutou cruzado, mas a bola saiu pela linha de fundo. Casemiro também arriscou de fora da área e cabeceou após cobrança de escanteio, sem sucesso em suas tentativas.
A França, por sua vez, quase ampliou com Mbappé, que finalizou rasteiro muito perto da trave de Ederson. A equipe brasileira tentou mudar a estratégia, com Vini Jr. e Martinelli invertendo de lado após uma pausa para hidratação, que ocorreu aos 21 minutos do primeiro tempo. A troca buscou explorar novas possibilidades no ataque, mas a marcação francesa se mostrava bem postada.
Ao apito final do primeiro tempo, a França mantinha a vantagem mínima de 1 a 0. Apesar das diversas tentativas de ambos os lados, muitas delas não acertaram o alvo, evidenciando a necessidade de maior precisão nas finalizações para o restante do jogo.
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O lance da expulsão e o impacto tático
O segundo tempo começou com o Brasil buscando uma pressão inicial. Wesley avançou pela ponta direita e tentou o cruzamento, que acertou a rede pelo lado de fora. Martinelli e Casemiro também participaram de jogadas ofensivas, com o volante chegando a desviar a bola em uma tentativa, mas sem a força necessária para finalizar.
Aos oito minutos, o jogo foi paralisado para a checagem do VAR. O zagueiro Dayot Upamecano, que havia recebido um cartão amarelo por uma falta em Wesley, teve a sua punição revista. Após a análise do vídeo, o árbitro anulou o cartão amarelo e mostrou o vermelho direto, deixando a França com dez jogadores em campo e causando uma grande mudança no cenário da partida.
A expulsão de Upamecano forçou a França a reorganizar sua linha defensiva e adotar uma postura mais cautelosa. Para o Brasil, a vantagem numérica representava uma oportunidade clara de intensificar o ataque e buscar o empate, explorando os espaços que naturalmente surgiriam na defesa adversária. A expectativa era de um segundo tempo ainda mais movimentado e com a seleção brasileira dominando a posse de bola.
Estratégias e próximos passos
Com a França em desvantagem numérica, o técnico Ancelotti aproveitou para realizar mudanças na equipe brasileira. Luiz Henrique entrou no lugar de Raphinha no intervalo, buscando dar mais fôlego e opções ao ataque. A equipe verde e amarela intensificou a busca pelo gol, com cobranças de falta na entrada da área e tentativas de penetração pelos lados do campo.
O incidente da expulsão de Upamecano certamente será um dos pontos de maior discussão pós-jogo, levantando debates sobre a interpretação do VAR e a intensidade dos amistosos internacionais. Para ambas as seleções, o confronto serve como um termômetro para ajustar táticas, testar novos jogadores e solidificar a preparação para os desafios futuros no cenário do futebol mundial.
A partida, embora amistosa, demonstrou a competitividade e a paixão presentes em duelos entre grandes seleções. Cada lance, desde as tentativas iniciais de gol até a decisão controversa do VAR, contribuiu para um espetáculo que manteve os torcedores atentos e ansiosos por mais encontros entre essas potências do futebol. A busca pela vitória e o aprimoramento tático permanecem os objetivos principais para os próximos desafios.

















