Um Volvo C40 elétrico pegou fogo na manhã da última terça-feira em Curitiba. O incidente aconteceu na Rua Niterói, no bairro Cajuru, próximo ao acesso da BR-277. O motorista percebeu fumaça saindo do veículo enquanto trafegava pela rodovia. Ele parou o carro rapidamente e saiu sem sofrer ferimentos. O Corpo de Bombeiros controlou as chamas. Danos ficaram restritos ao material.
A Volvo Car Brasil confirmou o caso e iniciou apuração interna. A empresa destacou que ninguém se feriu. O modelo envolvido foi vendido no país entre 2022 e 2025.
Motorista reage a tempo e evita tragédia
O condutor seguia pela BR-277 quando notou a fumaça. Ele decidiu entrar no bairro Cajuru para parar o veículo com segurança. Minutos depois as chamas apareceram. Equipes de bombeiros atuaram no local e extinguiram o incêndio. O trânsito na região sofreu impacto temporário por causa da interdição. Nenhuma outra pessoa se envolveu no episódio.
Testemunhas registraram imagens que circularam nas redes. O carro ficou destruído. A Volvo recebeu as informações iniciais ainda na terça-feira. A montadora reforçou o compromisso com a segurança como valor central desde 1927.
- Motorista notou fumaça em movimento na rodovia
- Parada imediata no bairro Cajuru evitou risco maior
- Bombeiros controlaram fogo sem feridos
- Danos limitados ao veículo
- Investigação interna já em andamento
Detalhes do modelo elétrico envolvido
O Volvo C40 é um SUV cupê com tração traseira. Ele entregava 238 cv de potência e 42,8 kgfm de torque. A bateria de 69 kWh permitia autonomia de 385 km pelo Inmetro. Aceleração de zero a 100 km/h ocorria em 7,4 segundos. Dimensões aproximavam o carro do porte de um Jeep Compass, com 4,44 m de comprimento.
O veículo do incidente não era zero. Informações posteriores indicaram histórico de sinistro anterior. Ele havia passado por leilão de seguradora e intervenções fora da rede autorizada. Por isso, não atendia aos critérios de garantia da fabricante.
Volvo atualiza nota e esclarece garantia
A montadora enviou comunicado atualizado após os primeiros levantamentos. O C40 do caso não se enquadra no padrão de atendimento normal por causa do histórico. A empresa mantém o processo de investigação para determinar a origem exata do fogo. Novas informações devem ser repassadas conforme avanço dos trabalhos.
Especialistas em veículos elétricos apontam que falhas em baterias de íon-lítio podem gerar superaquecimento. Ainda não há conclusão oficial sobre o que provocou o episódio em Curitiba. A Volvo não relacionou o caso diretamente a recalls em outros modelos.
Contexto de segurança em carros elétricos da marca
A Volvo enfrentou outros episódios com veículos elétricos recentemente. Em janeiro de 2026, a marca iniciou recall global do EX30 por risco potencial de incêndio na bateria. No Brasil, a medida envolveu limitação de carga a 70% em cerca de 5,6 mil unidades. A restrição vale para mitigar riscos enquanto ocorrem inspeções.
No caso do C40 em Curitiba, a apuração segue separada. A fabricante diferencia o histórico do veículo envolvido. Proprietários de modelos regulares recebem orientações específicas conforme campanhas oficiais.
Ficha técnica e vendas do C40 no Brasil
O SUV cupê chegou ao mercado brasileiro com foco em desempenho e design. Versões ofereciam pacote completo de assistentes de condução. A produção do modelo terminou em 2025. Unidades remanescentes ainda circulam em revendas e com proprietários.
Técnicos da Volvo vão examinar os restos do carro para identificar falhas elétricas, térmicas ou mecânicas. Resultados preliminares podem demorar dias ou semanas. A empresa reafirma transparência no processo.

