Justiça condena trio por assassinato brutal e uso de soda cáustica em GaropabaPor Luís Henrique Costa
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Três homens foram condenados por assassinar um indivíduo e ocultar o corpo com soda cáustica em Garopaba, no Litoral Sul de Santa Catarina. A decisão judicial, proferida no dia 31 de julho de 2026, resultou em penas que chegam a 24 anos de prisão, após o crime que chocou a região.
Condenações e penas aplicadas aos envolvidos no crime
Um dos réus recebeu a maior pena, 24 anos, por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Outro envolvido foi sentenciado a 20 anos apenas pelo homicídio. O terceiro homem, acusado somente de ocultação de cadáver, teve a pena declarada extinta, pois já havia cumprido tempo equivalente em prisão preventiva.
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Os dois réus condenados pelo homicídio não terão direito a recorrer em liberdade, conforme a determinação judicial.
Detalhes do assassinato motivado por furto de motocicleta
A promotoria detalhou que o assassinato foi motivado por vingança, após um suposto furto de motocicleta pertencente a um dos criminosos. A vítima foi capturada em sua própria residência, agredida e depois levada para uma área isolada conhecida como “Morro do Zé”, no bairro Encantada, onde foi morta.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) sustentou que o crime teve motivo torpe, empregou meio cruel e dificultou a defesa do homem, teses que foram integralmente aceitas pelo Conselho de Sentença.
Como os criminosos tentaram ocultar o corpo da vítima
Após o homicídio, o grupo tentou esconder o corpo para dificultar a localização dos restos mortais e, consequentemente, a investigação. Eles o transportaram para uma área de mata de difícil acesso, o enterraram e cobriram com soda cáustica.
Outras pessoas que também foram julgadas pelo mesmo caso
O MPSC indicou que o caso contou com a participação de mais pessoas, e outras três já haviam sido julgadas anteriormente pelo Tribunal do Júri em fases anteriores do processo. Naquelas ocasiões, dois réus foram condenados por homicídio qualificado e roubo, um deles também por tráfico de drogas, com sentenças superiores a 22 anos de reclusão para cada um.
O terceiro réu teve a conduta desclassificada pelos jurados para lesão corporal seguida de morte, recebendo pena de cinco anos de reclusão. Outros dois réus, que haviam sido denunciados por falso testemunho, firmaram acordos de não persecução penal com o Ministério Público.















