Nova linha de celulares da Apple traz lente variável e estreia modelo dobrávelPor Carolina Costa
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A gigante de Cupertino revelou mundialmente sua mais recente família de dispositivos móveis, destacando o poderoso iPhone 18 Pro Max, que agora ostenta um sensor periscópico de 200 megapixels e um inédito mecanismo de abertura ajustável. O evento também serviu de palco para a aguardada introdução do iPhone Fold, o primeiro celular com tela flexível da companhia, marcando uma expansão agressiva em frentes cruciais do setor de telecomunicações. Previstos para chegar às prateleiras em setembro de 2026, os novos equipamentos terão valores iniciais de US$ 899 na versão de entrada, alcançando US$ 1.199 na variante mais robusta.
Avanços nas câmeras trazem controle óptico profissional aos usuários
O conjunto óptico do iPhone 18 Pro Max passou por uma reformulação profunda, entregando resultados que rivalizam com câmeras dedicadas. A fabricante incorporou um componente de captura de 1/1,12 polegadas, o maior já utilizado em toda a história da linha, garantindo uma entrada de luz sem precedentes. Essa modificação física resulta em fotografias noturnas muito mais nítidas, reduzindo drasticamente a granulação em cenários escuros e elevando o padrão de qualidade em ambientes onde a iluminação não colabora.

O grande destaque do módulo fica por conta da lente com diafragma ajustável, uma tecnologia que permite ao usuário alterar a abertura fisicamente antes de registrar a imagem, algo que aproxima a marca das inovações já vistas em rivais asiáticos de alto padrão. Com essa mecânica, torna-se possível criar um desfoque de fundo real e puramente óptico, eliminando a dependência de recortes artificiais feitos por software. A novidade responde a um pedido antigo de criadores de conteúdo, trabalhando em perfeita harmonia com a lente periscópica de 200 MP para garantir zoom de altíssima fidelidade.
Já a versão iPhone 18 Pro tradicional aposta em um trio de sensores traseiros altamente capacitados, mas com números ligeiramente diferentes. O dispositivo combina uma câmera principal de 48 megapixels com uma lente grande-angular de mesma resolução, além de um sensor periscópico focado em aproximação de 64 megapixels. Independentemente da escolha entre os modelos mais caros, ambos suportam a gravação de vídeos em impressionantes 8K a 60 quadros por segundo, utilizando processamento inteligente para nivelar a exposição e ajustar as cores em tempo real.
Desempenho impulsionado por novo chip e baterias de alta capacidade
O coração desses aparelhos é o recém-anunciado chip A20 Pro, construído sob a avançada arquitetura de dois nanômetros, que garante um salto significativo tanto em velocidade quanto em economia de energia. Esse processador atua de forma otimizada junto aos novos tanques de energia, proporcionando até 26 horas de uso ininterrupto. Em termos de capacidade bruta, a edição Max abriga impressionantes 5.200 mAh, enquanto o modelo menor conta com 4.300 mAh, sendo possível ativar um modo de restrição severa que desliga recursos secundários e faz a carga durar até 72 horas para emergências.
No quesito visual, os painéis adotam a tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED, baseados na geração M16 fabricada pela sul-coreana Samsung. As dimensões cresceram sutilmente, com o iPhone 18 Pro Max ostentando 6,9 polegadas e o Pro convencional entregando 6,3 polegadas de área útil. A fluidez continua garantida pelo sistema adaptativo de até 120 Hz, que diminui a taxa de atualização em imagens paradas para poupar carga, enquanto o recorte superior da tela foi fisicamente reduzido para liberar mais espaço para os indicadores do sistema.
- Capacidade de 12 GB de memória RAM para manter dezenas de aplicativos abertos simultaneamente.
- Alternativas de espaço interno que chegam à marca de 2 TB nas versões de topo.
- Implementação do modem C2, criado pela própria marca para melhorar a recepção de antenas.
- Suporte de fábrica para os padrões de conectividade Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.
- Cobertura ampliada para o envio de mensagens via satélite em regiões sem sinal de operadora.
Primeiro celular dobrável da marca aposta em formato de livro
A aguardada estreia no segmento de telas flexíveis finalmente ocorreu com o iPhone Fold, colocando a fabricante em rota de colisão direta com as gigantes asiáticas do setor. O design escolhido segue o estilo de abertura horizontal, oferecendo um visor externo de 5,5 polegadas para interações rápidas do dia a dia. Ao desdobrar o chassi, o usuário se depara com um painel OLED interno de 7,8 polegadas, que praticamente converte o telefone em um tablet compacto, ideal para consumir mídia ou trabalhar com múltiplas janelas.
A engenharia por trás da dobradiça levou anos para ser concluída, focando especificamente em suavizar o vinco central que costuma incomodar os donos de aparelhos concorrentes. Para otimizar a estrutura, o leitor de impressões digitais foi realocado para o botão lateral, permitindo o acesso seguro mesmo com o equipamento fechado. Internamente, o dobrável herda o poder da linha principal, trazendo o chip A20 Pro, 12 GB de RAM e até 2 TB para guardar arquivos, além de um módulo traseiro duplo encabeçado por uma lente de 200 megapixels, tudo isso por um valor estimado de US$ 2.000, mirando um público altamente entusiasta.
Sistema operacional traz recursos inéditos de processamento inteligente
Toda a nova safra de dispositivos já sairá da caixa equipada com o iOS 27, uma plataforma que coloca a inteligência artificial generativa no centro da experiência do usuário. A assistente virtual da casa passou por uma reestruturação completa de código, tornando-se capaz de interpretar pedidos complexos e lembrar do contexto de uma conversa longa sem se perder. Além disso, o software agora tem permissão para analisar informações de diferentes programas nativos, executando rotinas automatizadas de forma muito mais independente.
O gerenciador de imagens nativo também foi turbinado com ferramentas autônomas, conseguindo sugerir enquadramentos melhores e apagar pessoas ou objetos do fundo da foto recriando o cenário com perfeição. Na hora de digitar, o teclado aprende o tom de voz do dono e sugere frases inteiras baseadas no histórico de bate-papo. Para garantir a privacidade, a arquitetura do sistema foi desenhada para que todo esse processamento neural aconteça fisicamente dentro do processador, sem a necessidade de enviar dados sensíveis para servidores externos.
Estratégia de vendas divide aparelhos por perfil de consumidor
A porta de entrada para esse novo ecossistema é o iPhone 18 padrão, que chega custando US$ 899 e finalmente incorpora a tela de rolagem ultrafluida, um benefício antes exclusivo das versões de luxo. Seu chassi e seus componentes internos foram atualizados para suportar todas as inovações de software, sendo oferecido em tons como dark cherry, light blue, dark gray e silver, deixando de lado a clássica opção na cor preta. Com o iPhone 18 Pro partindo de US$ 1.099 devido ao alto custo das novas peças fotográficas, a empresa estabelece uma divisão clara: o modelo básico atende às massas, as versões Pro miram os profissionais da imagem, e a variante flexível busca atrair os pioneiros da tecnologia.







