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Pesquisa datafolha para presidente tem Lula com 46% e Flávio 44%

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Foto: pesquisa datafolha - reprodução
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O levantamento realizado pelo Datafolha em 11 de setembro de 2026 apontou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concentra 46% das preferências populares, enquanto o senador Flávio Bolsonaro reúne 44% das intenções no confronto direto, configurando uma situação de rigoroso empate técnico dentro da margem de erro. A disputa segue indefinida.

Esse percentual repete rigorosamente o patamar obtido pelos dois concorrentes na sondagem anterior, apresentada em 3 de setembro de 2026.

A diferença observada na segunda metade de agosto atingia quatro pontos percentuais favoráveis ao petista, quando o placar registrava 47% contra 43%. Os números mostram estabilidade eleitoral.

Simulações de segundo turno registram cenários contra outros adversários

O instituto avaliou cinco hipóteses de segundo turno em que o mandatário disputa a preferência popular contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury. A pesquisa colocou o nome do psiquiatra filiado ao Avante pela primeira vez no teste da rodada final. O quadro testa diferentes forças políticas.

As simulações mostram o desempenho individual de cada candidato na corrida presidencial frente ao mandatário nacional:

  • Lula (PT): 46% (eram 46%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 44%)
  • Em branco, nulo ou nenhum: 8% (eram 9%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 41% (eram 41%)
  • Em branco, nulo ou nenhum: 10% (eram 11%)
  • Lula (PT): 48% (eram 48%)
  • Romeu Zema (Novo): 39% (eram 39%)
  • Em branco, nulo ou nenhum: 11% (eram 12%)
  • Lula (PT): 48% (eram 47%)
  • Renan Santos (Missão): 37% (eram 38%)
  • Em branco, nulo ou nenhum: 12% (eram 13%)
  • Augusto Cury (Avante): 43%
  • Em branco, nulo ou nenhum: 10%

Os pesquisadores entrevistaram 2.002 eleitores a partir de 16 anos entre 8 e 10 de setembro de 2026. A margem de erro da amostragem atinge dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% sob o registro BR-01833/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.

Nível de convicção dos eleitores sobre o voto definitivo

A apuração aponta que 75% dos cidadãos declaram voto consolidado e definitivo para o pleito, enquanto 25% admitem alterar a escolha até o dia da votação.

Taxas de rejeição registradas entre os concorrentes ao Palácio do Planalto

O questionamento mediu a recusa absoluta aos concorrentes na rodada inicial de votação. Os eleitores indicaram em quais nomes não votariam sob hipótese alguma:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 46% (eram 47%)
  • Lula (PT): 46% (eram 45%)
  • Renan Santos (Missão): 17% (eram 15%)
  • Romeu Zema (Novo): 16% (eram 16%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 14% (eram 13%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 9%)
  • Augusto Cury (Avante): 10% (eram 9%)
  • Edmilson Costa (PCB): 9% (eram 8%)
  • Samara Martins (UP): 9% (eram 9%)
  • Clariana Barão (DC): 7% (eram 8%)
  • Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
  • Wilson Grassi (Democrata): 7% (eram 6%)
  • Votaria em qualquer um ou não rejeita nenhum: 2% (era 1%)
  • Rejeita todos ou não votaria em nenhum: 2% (era 1%)

A medição estruturou duas simulações para a primeira etapa do processo eleitoral. Um dos quadros incluiu Pablo Marçal pelo PRTB, atualmente considerado inelegível pelas regras vigentes. O Tribunal Superior Eleitoral analisará a viabilidade jurídica dessa participação na disputa.

Os percentuais a seguir traçam o panorama oficial sem a inclusão de Pablo Marçal na cédula:

  • Lula (PT): 39% (eram 38%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
  • Augusto Cury (Avante): 6% (eram 8%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
  • Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
  • Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
  • Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)
  • Clariana Barão (DC): 1% (era zero)
  • Edmilson Costa (PCB): 1% (era 1%)
  • Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
  • Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
  • Em branco, nulo ou nenhum: 6% (eram 6%)
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