Pular para o conteúdo
Menu
Mix Vale

Proprietários de veículos eletrificados no Brasil receberam esclarecimentos técnicos sobre a ausência de manutenção preventiva nas células principais de armazenamento de energia. A expansão contínua de modelos com tração híbrida e elétrica no mercado nacional intensificou as dúvidas dos motoristas a respeito de despesas com revisões mecânicas rotineiras no cofre do motor.

Inspeção eletrônica substitui intervenções mecânicas

Diferente dos motores a combustão interna tradicionais que exigem substituição frequente de lubrificantes e filtros, o sistema de armazenamento químico de íons de lítio dispensa intervenções mecânicas diretas, dependendo apenas do monitoramento eletrônico via porta OBD em oficinas credenciadas para avaliar o desgaste. Profissionais realizam uma varredura completa por meio de computadores conectados à central para verificar a uniformidade da voltagem e a resistência interna de cada módulo. O procedimento identifica qualquer variação de desempenho entre as células sem que seja necessário desmontar a carcaça blindada localizada no assoalho do veículo. A leitura digital garante a segurança do circuito durante a revisão sem colocar os mecânicos em contato com altas tensões de corrente contínua.

Revisão carro, bateria
Revisão carro, bateria – Foto: Birdlkportfolio/ Istockphoto.com

Cuidados necessários com o fluido térmico

A principal exigência das montadoras envolve a substituição do líquido de arrefecimento da bateria a cada 40 mil quilômetros rodados para manter o equilíbrio térmico entre 20 e 35 graus Celsius. Caso o nível desse fluido reduza ou perca suas propriedades originais de troca de calor, o carro perde eficiência energética e reduz a autonomia total nas vias urbanas.

As fabricantes estabelecem cobertura contratual de 8 anos ou 160 mil quilômetros para os componentes elétricos de alta voltagem. O manual do proprietário prevê a troca completa da peça apenas quando a capacidade máxima de carga cai abaixo de 70% da especificação original de fábrica. Veículos que rodam com a bateria descarregada por longos períodos sofrem degradação precoce e perdem o direito ao reparo gratuito pela rede de concessionárias.

Bruna Santos é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve e colabora para o portal desde 2024. Formação: Professora.

Notícias relacionadas

Mais lidas

  1. Destaques

    Polícia descarta investigar por homicídio namorado de jovem que caiu do 7º andar

  2. Destaques

    Júnior Bauru tem Porsche cercado na Lagoa e assaltante acaba baleado no Rio de Janeiro

  3. Destaques

    Detran-RJ emite Carteira de Identificação da Mãe Atípica sem custo

  4. Receita Federal

    Saiba como será o Split Payment: reforma tributária divide imposto na hora da compra e muda rotina de empresas no Brasil

  5. Economia

    Gasolina com 35% de etanol: testes do governo avaliam mistura e mecânicos alertam para riscos em carros no Brasil

  6. Brasil

    Fibras de pitanga e cambuci reduzem a viabilidade de células de câncer colorretal em laboratório, diz USP

  7. Destaques

    Bob Dylan se encontra com o Papa Leão XIV no Vaticano após mediação cultural

  8. Destaques

    Tornado no Aeroporto de Chapecó atinge 126 km/h, arranca teto de terminal e cancela voos em Santa Catarina

  9. Destaques

    Janaína Barbosa, ex-apresentadora do TV Fama, morre aos 48 anos em São Paulo

  10. Serasa

    Feirão Limpa Nome da Serasa oferece descontos de até 99% para quitar dívidas no Brasil até 6 de dezembro

Sua privacidade

O Mix Vale usa cookies para medir audiência e exibir anúncios que sustentam a redação. Você escolhe. Política de privacidade.