Homem ameaça pegar menina de 4 anos por walkie-talkie de brinquedo em Porto AlegrePor Jeronimo Santos
2 min de leitura
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Um walkie-talkie de brinquedo, usado por um homem que ameaçou “pegar” uma menina de 4 anos em Porto Alegre, segue sob perícia da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O aparelho tem alcance máximo de 500 metros, segundo o fabricante.
O episódio aconteceu na noite de quinta-feira, 15 de outubro de 2026. Segundo a mãe, uma empresária de 30 anos que não será identificada, a filha ouviu a voz de um homem saindo do brinquedo, que estava desligado na sala de casa. Quando a mãe perguntou quem estava do outro lado, a voz respondeu que era o “lobo cinzento”. Ela gravou o contato e publicou o vídeo nas redes sociais.
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Como um brinquedo desligado captou a voz de um homem?
A mãe disse que a filha já havia ouvido falas aleatórias no aparelho antes do episódio gravado. Uma das hipóteses levantadas inicialmente é que o walkie-talkie tenha captado a frequência de outro rádio-comunicador usado nas proximidades. A perícia deve esclarecer como a transmissão ocorreu e de onde partiu o sinal.
Polícia investiga o caso e aguarda resultado do IGP
A Divisão Especial da Criança e do Adolescente (Deca) apura o caso e recolheu o aparelho para análise. Segundo o delegado André Mocciaro, diretor da Deca, as investigações estão em andamento e a polícia ouviu testemunhas, incluindo a mãe. O homem que teria falado pelo brinquedo não foi identificado, e o Instituto-Geral de Perícias (IGP) não informou prazo para concluir o trabalho.
Os dados confirmados até agora:
- Ocorrência: contato pelo walkie-talkie com ameaça a menina de 4 anos
- Data do episódio: 15 de outubro de 2026, à noite
- Boletim de ocorrência: registrado em 16 de outubro de 2026
- Brinquedo: Walkie Talkie Guerreiras do K-Pop, comercializado pela Candide
- Alcance máximo informado pelo fabricante: 500 metros
- Situação: aparelho em perícia; suspeito não identificado
Candide se manifestou em nota sobre o caso
A fabricante Candide se manifestou em nota em 22 de outubro de 2026. A mãe afirmou que a filha passou a ter medo de ir sozinha ao banheiro desde o episódio. Até agora, não há identificação do suspeito nem conclusão sobre a origem da voz. O próximo passo é o laudo do IGP.















