Raio mata 26 cabeças de gado em fazenda durante forte tempestade no interior de SPPor Beatriz
2 min de leitura
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Um raio matou 26 cabeças de gado em uma fazenda localizada no bairro Cabeceira das Águas Paradas, em Américo de Campos (SP), na segunda-feira (02/11/2026). A forte precipitação pluviométrica provocou estragos em série por todo o município paulista.
A descarga atmosférica atingiu diretamente uma árvore próxima ao ponto onde os animais se abrigavam durante o vendaval. Com o impacto da corrente no solo, todo o lote de bovinos morreu de maneira instantânea na propriedade rural.
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Uma retroescavadeira foi deslocada para realizar a remoção e abertura de valas para enterrar as carcaças no próprio terreno. O volume d’água variou entre 70 e 110 milímetros na área rural, enquanto o perímetro urbano acumulou 40 milímetros em menos de sessenta minutos de instabilidade contínua.

Danos estruturais e bloqueio em estradas rurais
Cerca de 30 propriedades agrícolas sofreram perdas materiais diretas ao longo da faixa vicinal. Ao mesmo tempo, a força das rajadas de vento e a enxurrada danificaram as estruturas de 50 moradias situadas na zona de amortecimento entre as áreas rurais e urbanas.
Cinco quilômetros de acessos rurais ficaram totalmente interditados por quedas de galhos, barreiras e árvores derrubadas. A liberação dos trechos foi concluída após mobilização das equipes de conservação ao longo da Vicinal ACP-050, que liga a Rodovia Miguel Jabur Elias (SP-479) ao município vizinho de Álvares Florence.
Dados da tempestade em Américo de Campos
- Data do evento: 2 de novembro de 2026, entre 12h e 13h
- Localização: bairro Cabeceira das Águas Paradas, Américo de Campos (SP)
- Danos na pecuária: 26 bovinos mortos por descarga elétrica indireta
- Volume de chuva: 70 a 110 mm na zona rural e 40 mm na cidade
- Impacto habitacional: 50 imóveis com comprometimento de cobertura e alvenaria
- Acessos viários: 5 km desobstruídos na Vicinal ACP-050
A coordenação local da Defesa Civil declarou que o episódio figura entre os mais severos do histórico climático recente na região de São José do Rio Preto. O órgão municipal mantém o atendimento emergencial às famílias que tiveram os telhados arrancados nas proximidades da rodovia vicinal.














