IBGE revela que mais de 2.400 brasileiros receberam o nome Neymar

Neymar

Neymar - A.RICARDO/ shutterstock.com

Mais de 2.400 cidadãos brasileiros têm o nome Neymar como o primeiro registro, conforme dados apurados pelo Censo 2022 do IBGE e divulgados no ano de 2025. Esse levantamento acontece enquanto a Seleção Brasileira se prepara para um confronto importante, que pode marcar a entrada do jogador no Mundial de 2026. A partida está agendada para as 19h, horário de Brasília, no Hard Rock Stadium, em Miami, contra a Escócia. As informações iniciais foram reportadas pelo jornal Extra.

Registros do nome Neymar antes da ascensão do jogador

Apesar da associação imediata com o famoso atacante, o nome Neymar já existia no Brasil muito antes de sua projeção global, embora em uma frequência bem menor. Na década de 1950, o país contava com apenas 23 indivíduos batizados com esse nome. Vinte anos depois, nos anos 1960, período em que o pai do atleta nasceu, o número de registros subiu para 65. Entre 1980 e 1989, houve um aumento mais expressivo, com 356 nascimentos registrados. No entanto, na década de 1990, ano de nascimento do próprio jogador, a ocorrência diminuiu para 99.

Certidão de Nascimento – Foto: Jeniffer Fontan/iStock

A explosão de registros do nome com a fama do atleta

O aumento mais significativo de registros do nome Neymar ocorreu a partir dos anos 2010. Foi nesse período que o atacante ganhou visibilidade em nível nacional, concretizou sua transferência para o futebol europeu e se firmou como uma figura central na Seleção Brasileira. O Censo aponta que 1.468 pessoas foram nomeadas Neymar entre 2010 e 2019, o que corresponde a aproximadamente 60% do total de brasileiros com esse nome. Entre 2020 e 2022, o estudo ainda identificou mais 131 crianças, e a idade média desse grupo era de 11 anos em 2022.

Em termos de concentração, o estado de São Paulo registra o maior número absoluto, com 340 pessoas chamadas Neymar, seguido pelo Rio de Janeiro, com 85. Contudo, analisando proporcionalmente, Roraima se destaca na liderança, com 0,008% de sua população carregando o nome. Outros estados com alta concentração relativa incluem Amazonas, Acre e Amapá. O IBGE também revelou uma forte predominância masculina: dos 2.443 registros, 2.393 (ou 98%) são de homens, enquanto 50 são mulheres. Uma variação do nome, Neimar, também foi identificada em 3.094 registros adicionais.

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