Última superlua de 2025 atinge pico nesta quinta-feira 4 de dezembro com brilho intenso

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Superlua

Superlua - davidhoffmannphotography/ iStock

A última superlua de 2025 será visível nesta semana em todo o mundo. O fenômeno atinge o pico de iluminação na quinta-feira, 4 de dezembro, às 18h15 no horário padrão da costa leste dos Estados Unidos (ET), equivalente às 20h15 no horário de Brasília. Conhecida como lua fria, ela marca o terceiro e último evento do tipo no ano.

A Lua estará a cerca de 357 mil quilômetros da Terra, distância que a torna até 14% maior e 30% mais brilhante que uma lua cheia comum. O espetáculo poderá ser observado a olho nu nas noites de quarta e sexta-feira, desde que as condições climáticas sejam favoráveis.

Quando e onde observar a superlua

O momento exato de plenilúnio ocorre na quinta-feira, 4 de dezembro. A Lua parecerá completamente cheia desde a noite de quarta-feira até a manhã de sábado em grande parte do planeta.

  • Melhor horário para observação: logo após o pôr do sol, quando a Lua nasce no horizonte leste
  • Efeito visual ampliado: a ilusão da lua faz o disco parecer ainda maior perto de edifícios ou árvores
  • Visibilidade global: o fenômeno será visto em todos os continentes, exceto regiões polares com noite permanente

Características da superlua fria

A distância mínima da órbita lunar varia a cada ciclo. Nesta ocorrência, a Lua estará próxima do perigeu, ponto mais próximo da Terra.

A NASA explica que diferentes critérios definem o que é superlua. Algumas fontes consideram o fenômeno quando a distância fica abaixo de 360 mil quilômetros.

O brilho extra resulta da proximidade combinada com a fase cheia. A diferença pode chegar a 30% em relação à microlua, que ocorre no apogeu.

lua cheia, superlua – Foto: Rafael Prendes/Shutterstock.com

Origem dos nomes tradicionais

A lua cheia de dezembro recebe nomes indígenas norte-americanos. A tribo Mohawk a chama de lua fria por coincidir com o início do inverno rigoroso no hemisfério norte.

Outras denominações incluem lua da longa noite, usada pelos Mohicanos. O termo reflete as noites mais extensas próximas ao solstício de inverno.

Os nomes variam entre diferentes povos nativos. Algumas tribos também a chamam de lua do carvalho ou lua do gelo.

Próximas superluas no calendário

O ano de 2026 terá três superluas. A primeira ocorrerá em janeiro, seguida por outras duas ao longo do ano.

Luas cheias acontecem a cada 29,5 dias em média. Por isso, alguns meses registram duas fases cheias, fenômeno conhecido como lua azul.

Dicas para observação e fotografia

O melhor momento para fotos ocorre quando a Lua está baixa no horizonte. A proximidade com objetos terrestres cria referência de escala.

Não é necessário equipamento especial para observar. Binóculos ou telescópios simples revelam mais detalhes da superfície lunar.

A superlua aparece maior nos primeiros minutos após o nascer. O fenômeno óptico conhecido como ilusão lunar amplifica a percepção de tamanho.

Aplicativos de astronomia ajudam a localizar o ponto exato de nascimento da Lua. Eles indicam horário preciso conforme a localização geográfica.

Fenômeno encerra sequência de 2025

Este evento marca o fim das superluas do ano atual. Três ocorreram anteriormente, em datas distribuídas ao longo de 2025.

A combinação de proximidade orbital e fase cheia torna cada superlua única. A variação de distância cria diferenças sutis de tamanho e brilho entre os eventos.

O ciclo lunar completo dura cerca de 27 dias para voltar ao mesmo ponto. Já o ciclo de fases leva 29,5 dias, gerando as variações mensais observáveis.

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