Morre inspetor da Polícia Civil baleado na cabeça na Zona Norte do Rio de JaneiroPor Carolina Costa
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Um inspetor da Polícia Civil faleceu na tarde de quarta-feira, 8 de julho de 2026, após ser atingido na cabeça durante uma emboscada de traficantes na Avenida Brasil, próximo à Favela do Muquiço, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, foi resgatado em condição extremamente grave no fim da manhã e encaminhado ao Hospital Albert Schweitzer, porém não sobreviveu aos ferimentos.
O policial, de 35 anos, havia ingressado na corporação em dezembro de 2023 e, desde o mês de maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade dedicada à investigação de crimes de alta complexidade. Carlos Alberto Freire Neto deixa esposa e dois filhos.
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Até o presente momento, detalhes sobre o horário e o local do sepultamento do inspetor não foram divulgados.
Além do inspetor, uma colega policial também foi hospitalizada, apresentando um quadro de saúde estável após ser atingida por um tiro na perna durante o mesmo incidente.
Consequentemente à emboscada, centenas de agentes realizaram uma incursão na comunidade. Como medida de segurança para a população, escolas e unidades de saúde locais suspenderam suas atividades. Quatro indivíduos foram detidos em conexão com o ataque.
Secretário classifica ocorrência como ‘ataque covarde e brutal’
O secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Delmir Gouveia, descreveu o tiroteio contra os policiais como um “ataque covarde e brutal”. Ele informou que as equipes da Polícia Civil permanecem na área, uma vez que os criminosos retornaram para dentro da comunidade após o confronto.
Gouveia também reiterou o compromisso diário da Polícia Civil no combate à criminalidade e na proteção dos cidadãos do estado fluminense.
Agentes foram alvo de disparos durante ação
Quatro agentes da DHBF, que se deslocavam em um veículo sem identificação, dirigiam-se para uma operação de reconhecimento no entorno do Muquiço, quando foram surpreendidos por um ataque a tiros de criminosos. A equipe realizava a coleta de dados para planejar o cumprimento de um mandado judicial.
Em resposta, pelo menos 30 viaturas de diversas delegacias, acompanhadas de veículos blindados, chegaram como reforço. As equipes avançaram pela comunidade com o objetivo de capturar os responsáveis pelos tiros. Dois helicópteros da instituição também realizaram sobrevoos na região em baixa altitude.
















