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Economista propõe congelar Bolsa Família na próxima gestão

Bolsa Familia
Foto: Bolsa Familia - Divulgação/Gov.br
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A próxima gestão federal deveria deixar de reajustar o valor do Bolsa Família e continuar reduzindo o número de famílias atendidas pelo programa. A proposta é de um economista formado pela FEA/UFRJ, com mestrado no Instituto de Economia Industrial da UFRJ.

Quanto o programa já consumiu do orçamento público

Durante muitos anos, o Bolsa Família representou uma despesa de 0,4% a 0,5% do Produto Interno Bruto. Em pouco tempo, esse patamar escalou para 1,5% do PIB.

Hoje, segundo o economista, o gasto está em 1,1% do PIB.

Por que o congelamento do valor entra na conta

A ideia de não reajustar o benefício não é apresentada como corte imediato, mas como um freio gradual na trajetória de gastos que, em determinado momento, quase triplicou em relação ao patamar histórico do programa, considerando a comparação entre a faixa de 0,4% a 0,5% do PIB registrada por anos e o pico de 1,5% atingido depois, antes de recuar para o nível atual de 1,1%.

Redução no número de atendidos já está em curso

O economista defende que a queda no número de famílias beneficiadas siga avançando nos próximos anos. Menos gente.

Essa tendência, segundo ele, deveria se manter como política deliberada da próxima gestão, e não como efeito colateral de ajuste fiscal pontual.

O que muda para quem recebe o benefício

  • Valor do Bolsa Família ficaria sem reajuste no período proposto
  • Número de famílias atendidas seguiria em queda
  • Gasto do programa recuaria de 1,5% para patamar mais próximo de 1,1% do PIB

A proposta não detalha cronograma, nem indica a partir de qual data a medida entraria em vigor.

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