Após condenação a 23 anos, Alan se entrega à polícia em ImperatrizPor Jeronimo Santos
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Alan Conceição Silva, condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de um motorista de aplicativo, se entregou à Polícia Civil em Imperatriz nesta quarta-feira (28). Depois da apresentação, ele foi encaminhado a uma unidade prisional da região tocantina, onde começou a cumprir a pena.
O Tribunal do Júri de Imperatriz o condenou em 22 de outubro de 2026 a 23 anos e quatro meses de reclusão.
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Crime de 2022 foi premeditado, segundo o Ministério Público
Em outubro de 2022, o assassinato aconteceu no bairro Recanto Universitário, em Imperatriz, no oeste do Maranhão. A vítima, o motorista Jameson Fernandes Eduvirgem Santos, tinha 35 anos e foi morta a tiros durante uma corrida pelo aplicativo.
Segundo as investigações, Alan solicitou a corrida pelo aplicativo para atrair o motorista. Durante o trajeto, Manuel Francisco da Silva Júnior, que também estava no carro, disparou contra a cabeça da vítima, que morreu no local.
Para o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o crime foi motivado por conflitos entre facções criminosas rivais. Depois do disparo, os dois levaram o veículo da vítima, um Ford Ka branco, que foi abandonado no loteamento Verona, em Imperatriz.
Promotora Paloma Ribeiro Gonçalves sustentou a acusação no júri
A acusação foi feita pela promotora de Justiça Paloma Ribeiro Gonçalves, titular da 7ª Promotoria de Justiça Criminal da comarca. Alan foi condenado por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe, pelo uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e por porte ilegal de arma de fogo.
Após a condenação, Alan chegou a se apresentar à delegacia, mas não foi preso naquele momento. Ele não foi preso por causa das restrições da legislação eleitoral para o período de votação, e saiu com a determinação de voltar depois do fim desse prazo.
Réu se entrega e começa a cumprir pena em unidade prisional
Manuel Francisco da Silva Júnior já havia sido julgado antes pelo mesmo crime, em um processo separado. Alan está detido desde a apresentação de quarta-feira (28), na região tocantina.
Até agora, a pena fixada pelo júri é de 23 anos e quatro meses de reclusão.















