Gustavo Caballero: defesa acusa locadora Movida por erro cadastral após abordagem na Baixada SantistaPor Carolina Costa
3 min de leitura
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O atacante Gustavo Caballero, do Santos, autorizou seus advogados a entrarem com ação judicial de ressarcimento contra a locadora Movida após ser conduzido à delegacia pela Polícia Militar, em Santos, na tarde de 3 de novembro de 2026. A retenção do jogador ocorreu porque a empresa registrou o veículo alugado pelo atleta no nome de outro cidadão paraguaio.
A equipe jurídica formada pelos advogados Octavio Rolim e Guilherme Barbosa confirmou o ingresso na Justiça por danos morais e constrangimento público. Os agentes de segurança pararam o atleta no posto policial localizado no acesso da balsa que faz a ligação entre Santos e Guarujá. Durante a verificação, os policiais detectaram um alerta ativo de fraude ligado ao automóvel conduzido pelo jogador santista.
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Abordagem na balsa e falha no cadastro da locadora

O problema começou quando um homem paraguaio, que tem parte do nome idêntica à do jogador, descobriu a locação sem o seu consentimento e lavrou boletim de ocorrência por suspeita de fraude. Caballero realizou o contrato com a empresa em 31 de agosto de 2026, com quitação periódica por cartão de crédito próprio e envio dos documentos pessoais exigidos. No sistema da locadora, no entanto, os dados inseridos pertenciam ao outro cidadão.
Após a identificação do registro policial no sistema integrado, os policiais levaram o atleta à delegacia da região para a coleta de depoimento. O atacante permaneceu retido para esclarecimentos durante a tarde e saiu liberado assim que comprovou o equívoco cometido no cadastro corporativo.
Defesa de Caballero lista irregularidades da ocorrência
A assessoria jurídica do atleta reuniu os comprovantes bancários e contratuais para demonstrar a legalidade do uso do veículo desde o primeiro dia de vigência.
- Contrato de locação firmado em 31 de agosto de 2026 com pagamento debitado em cartão de crédito titular
- Documentação do atacante apresentada no ato da retirada do veículo e arquivada pela empresa
- Cadastro realizado com dados pessoais pertencentes a outro cidadão paraguaio
- Registro de boletim de ocorrência prévio formalizado pelo titular indevido dos dados cadastrados
- Retenção do condutor pela Polícia Militar no posto da balsa entre Santos e Guarujá
Em posicionamento oficial sobre o caso, Caballero declarou: “Aluguei o carro na Movida em 31 de agosto de 2026, de forma totalmente regular, com contrato em meu nome. Desde então, vinha pagando tudo em dia, com o meu próprio cartão, que está vinculado ao contrato. Apresentei todos os meus documentos, que foram juntados ao contrato. Mesmo assim, a empresa cadastrou a locação com os dados de outra pessoa, que tem parte do nome igual ao meu, além de também ser de nacionalidade paraguaia. Posso afirmar que foi um erro absurdo, por todas as consequências que trouxe. Essa pessoa viu uma locação em seu nome e registrou a ocorrência, o que é compreensível.”
A empresa Movida comunicou a abertura de procedimento interno para investigar os procedimentos operacionais envolvidos na emissão do contrato e assegurou contato com as partes para sanar os esclarecimentos com as autoridades policiais.















