Calendário lunar detalhado: superlua cheia em 5 de novembro e alinhamentos celestes para observaçãoPor Jeronimo Santos
Atualizado 4 min de leitura
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A Lua Cheia do dia 5 de novembro de 2025 marcará o início do ciclo lunar do mês, ocorrendo precisamente às 10h19min (horário de Brasília). Este evento não será apenas o primeiro do calendário de fases, mas também a maior e mais brilhante Superlua do ano, coincidindo com o perigeu, ponto de maior proximidade da órbita lunar com a Terra. O satélite natural passará pelas quatro fases no período de 23 dias, influenciando desde a visibilidade noturna até fenômenos como as marés oceânicas.
A sequência das fases, que duram cerca de sete dias cada, está confirmada para este mês. A fase inicial será seguida pela Minguante, que reduzirá a iluminação noturna na segunda semana.
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O mês de novembro concentra as transições do satélite em datas e horários específicos. A Lua Cheia ocorre no dia 5, seguida pela Minguante no dia 12.
- Lua Cheia: 5 de novembro, às 10h19min
- Lua Minguante: 12 de novembro, às 02h28min
- Lua Nova: 20 de novembro, às 03h47min
- Lua Crescente: 28 de novembro, às 03h58min
A fase mais luminosa: Superlua Cheia de 5 de novembro
No dia 5 de novembro, a Lua Cheia atingirá seu ponto de maior luminosidade e proximidade com o planeta, configurando a Superlua mais proeminente de 2025. O fenômeno ocorre quando o satélite está em oposição ao Sol, refletindo luz em toda a sua superfície visível e resultando em uma aparência até 16% mais brilhante e 8% maior do que uma Lua Cheia comum, segundo projeções de modelos orbitais.

A ocorrência da Superlua no perigeu aumenta significativamente o diâmetro aparente da Lua, tornando-a um espetáculo de fácil observação, mesmo em grandes centros urbanos. Observadores poderão notar com binóculos detalhes da superfície, como a cratera Tycho.
Os estágios do ciclo lunar e a visibilidade
As fases lunares são determinadas pela posição relativa da Lua em relação à Terra e ao Sol, indicando a porção do satélite que está sendo iluminada e que é visível do nosso planeta. Embora a Lua não possua luz própria, seu brilho noturno é resultado direto da reflexão da luz solar.
A Lua Nova, no dia 20 de novembro, posiciona o satélite na mesma direção do Sol, tornando-o praticamente invisível durante a noite, pois está no céu durante o dia. Este período, no entanto, é tradicionalmente associado a novos inícios e planejamentos.
Durante a Lua Crescente, observada a partir do Hemisfério Sul, o formato lembra a letra C, com a luz solar iluminando gradualmente a metade oeste. Esta fase, que encerra o ciclo de novembro no dia 28, é propícia para o desenvolvimento de projetos.
Conjunções planetárias e observação noturna
Novembro também reserva outros eventos astronômicos notáveis para a observação. Há previsão de conjunções entre a Lua e outros corpos celestes, ampliando as oportunidades para astrônomos amadores.
Logo no início do mês, a Lua quase cheia se alinhará com os planetas Saturno e Netuno, formando um triângulo no céu. Por volta das 18h às 21h, a conjunção será visível no horizonte sul-sudoeste, dependendo da latitude. Enquanto Saturno pode ser visto a olho nu, a observação de Netuno exige o uso de binóculos ou telescópio.
Outro destaque é a conjunção entre o planeta Júpiter e a estrela Pollux. A Lua se aproximará deste alinhamento em 9 de novembro, oferecendo uma configuração celeste de grande interesse visual. O evento reforça o mês como um período de alta atividade para quem acompanha o céu.















