Ondas colossais de 19,7 metros capturadas por satélite no auge de furacãoPor Beatriz
3 min de leitura
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A missão SWOT, colaboração entre NASA e CNES, capturou ondas oceânicas com altura média próxima a 20 metros no Pacífico Norte. O registro ocorreu em dezembro de 2024, durante a tempestade Eddie. A tecnologia permitiu medições bidimensionais precisas de fenômenos extremos.
Antes, satélites tradicionais limitavam-se a alturas abaixo de 18,5 metros. A SWOT superou essa barreira ao mapear vastas áreas oceânicas. O pico de 19,7 metros representa um novo recorde em observações espaciais.
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- Altura máxima: 19,7 metros
- Local: Pacífico Norte
- Período: Dezembro de 2024
- Tempestade: Eddie
Tecnologia de medição espacial
A SWOT integra radar de altimetria com imagens expansivas. Esse método revela ondulações a partir de 3 centímetros.
Cientistas observam a transferência de energia de ondas curtas para longas. O processo ocorre em tempestades com ventos alinhados à velocidade das ondas.
Formação das ondas extremas
Tempestades geram concentração energética efêmera. Ventos intensos movem-se na mesma direção das ondas.
Essa sincronia dura poucas horas. A energia se dissipa em milhares de quilômetros.
New satellite observations have recorded ocean wave heights of almost 20 metres – the highest measurement obtained by satellite altimetry since 1991 🌊
— ESA Climate Office (@esaclimate) October 13, 2025
The findings have been validated using the Sea State dataset from ESA’s Climate Change Initiative. They reveal that long ocean… pic.twitter.com/C81GeOtaM4
Trajetória documentada
Uma ondulação percorreu 24 mil quilômetros. Iniciou no Pacífico Norte.
Passou pela Passagem de Drake. Chegou ao Atlântico tropical entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025.
Avanços em monitoramento
A combinação com boias oceânicas melhora a visão completa dos mares. Previsões ganham precisão para rotas marítimas.
Engenheiros ajustam estruturas offshore com dados atualizados. Defesas costeiras incorporam informações de ondas longas.
Aplicações em segurança naval
Sistemas de roteamento consideram efeitos prolongados de tempestades. Navegadores recebem alertas sobre ondulações distantes.
Universidades desenvolvem modelos com inteligência artificial. Os algoritmos processam sinais sísmicos induzidos por ondas.
Detalhes do fenômeno Eddie
A tempestade formou-se próximo ao Alasca. Ventos ultrapassaram 100 km/h em áreas específicas.
Ondas mantiveram energia por semanas. O eco ondulatório afetou regiões remotas.
A medição espacial capturou o auge do evento. Satélites anteriores perdiam o momento exato.
Integração de dados globais
Boias confirmam alturas em pontos isolados. Satélites mapeiam extensões amplas.
A fusão cria mapas dinâmicos atualizados. Previsões estendem-se por dias adicionais.
Pesquisadores identificam padrões de propagação. Ondas longas viajam a 50 km/h em média.
Precisão das observações
Sensores detectam comprimentos de até 1.400 metros. Alturas variam em escalas milimétricas.
A tecnologia revela formações antes invisíveis. Cientistas analisam energia residual de furacões.
O método revoluciona estudos oceânicos. Dados apoiam modelos climáticos de longo prazo.















