Os réus Mariano Perroni, coordenador de enfermagem, e Nancy Forlini, coordenadora de atendimento domiciliar da empresa de saúde Swiss Medical, prestaram depoimento nesta terça-feira no julgamento pela morte de Diego Armando Maradona, ao lado de uma de suas filhas, Dalma Maradona.
A audiência ocorreu no Tribunal Oral de San Isidro, onde o processo contra sete profissionais de saúde por suposta negligência médica segue em andamento. Perroni e Forlini são dois dos acusados que até então não haviam dado sua versão completa dos fatos no novo julgamento, iniciado em abril de 2026 após a anulação do anterior por irregularidades judiciais.
Dalma Maradona, uma das filhas do ex-jogador e parte da acusação, também foi chamada a depor na sessão, marcando mais um momento emocional no caso que investiga as circunstâncias da morte de Maradona em novembro de 2020, aos 60 anos.
O processo apura se houve falhas na internação domiciliar montada para o ídolo do futebol após uma cirurgia no cérebro, com acusações de homicídio por negligência que podem resultar em penas de até 25 anos de prisão para os condenados.

