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Efeito Hall registra alteração inédita em teste da Carnegie Mellon University com campo paralelo

Carnegie Mellon University - arlutz73/ Istockphoto.com
Foto: Carnegie Mellon University - arlutz73/ Istockphoto.com
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Cientistas da Carnegie Mellon University registraram uma alteração no comportamento do efeito Hall durante a medição de tensão elétrica com campo magnético alinhado paralelamente ao material condutor. O resultado do trabalho foi divulgado na revista científica Nature Materials com dados sobre a resposta elétrica observada pelos pesquisadores.

Medição inédita contraria física tradicional

A resposta elétrica verificada pelos especialistas contraria diretamente um princípio observado há mais de 100 anos na física da matéria condensada, período em que medições similares sustentaram os modelos clássicos de condutividade aplicados internacionalmente em semicondutores e dispositivos eletrônicos convencionais. Esse comportamento atípico ocorreu ao longo da medição realizada na heteroestrutura microscópica.

Materiais combinados no teste em laboratório

Para conseguir a reação inédita, o grupo de estudiosos montou uma estrutura física de espessura atômica no laboratório da instituição norte-americana. A plataforma integrou compostos químicos sobrepostos de modo milimétrico para viabilizar as verificações de corrente.

  • Lâminas bidimensionais de telureto de tântalo e irídio
  • Base sólida composta por telureto de cromo e germânio

Princípios formulados pelo físico Edwin Hall

No efeito Hall convencional, identificado em 1879 pelo físico Edwin Hall, uma corrente de partículas carregadas negativamente viaja em linha reta ao longo de uma lâmina metálica condutora. O padrão clássico prevê que a ação ocorra quando um campo magnético atua de modo perpendicular, atravessando a fita condutora.

O experimento da Carnegie Mellon University manteve o alinhamento paralelo entre o fluxo magnético e a superfície da amostra atômica.

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