O garçom Davi Emanuel de Souza Macedo da Silva, de 19 anos, morreu afogado no Lago Paranoá, nas proximidades da Ponte JK, em Brasília. A ocorrência foi registrada na noite de segunda-feira (12), quando banhistas acionaram o socorro após o jovem submergir e não retornar à superfície.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal confirmou a morte ainda no local da ocorrência, após socorristas realizarem manobras contínuas de reanimação sem que houvesse resposta cardiorrespiratória da vítima.
Operação de busca do Corpo de Bombeiros no Lago Paranoá
A central de emergência do Corpo de Bombeiros recebeu o aviso sobre o afogamento às 19h27 de 12 de outubro de 2026. A vítima estava acompanhada por dois amigos na margem do lago antes do mergulho. Oito mergulhadores da corporação entraram imediatamente na água para executar uma varredura nas coordenadas apontadas pelas testemunhas presentes no local. A equipe localizou Davi Emanuel de Souza Macedo da Silva submerso após 20 minutos de buscas na área próxima à estrutura da ponte.
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Assim que o jovem foi retirado da água, as equipes médicas iniciaram o protocolo de reanimação cardiopulmonar na margem. As manobras de ressuscitação duraram cerca de 50 minutos ininterruptos, com o revezamento de 12 profissionais entre bombeiros militares e socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar dos esforços concentrados e da utilização de equipamentos de suporte avançado de vida, o óbito foi declarado pela equipe médica no próprio ponto de resgate.
Estrutura mobilizada para o resgate na Ponte JK
A ação de socorro exigiu o envio coordenado de veículos terrestres e embarcações operacionais das corporações do Distrito Federal para isolar a área e prestar atendimento imediato:
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- Três viaturas terrestres de salvamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal;
- Duas embarcações de resgate da corporação destacadas para a varredura nas águas do lago;
- Duas viaturas de suporte do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no apoio médico;
- Oito mergulhadores especializados empenhados diretamente no rastreamento subaquático;
- Doze profissionais dedicados às tentativas de reanimação cardíaca do paciente.
Histórico de ocorrências de afogamento no Distrito Federal
Davi Emanuel de Souza Macedo da Silva morava na região administrativa de Taguatinga e atuava profissionalmente no setor de gastronomia. O caso registrado nas águas do Lago Paranoá soma-se a um período de crescimento nas estatísticas de salvamento aquático atendidas pelo Corpo de Bombeiros em todo o território distrital.
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De janeiro até 14 de setembro de 2026, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal contabilizou 101 atendimentos relativos a afogamentos. Esse volume já supera expressivamente os números registrados em períodos anuais fechados anteriores na capital federal. Ao longo de todo o ano de 2025, foram notificadas 56 ocorrências do mesmo tipo. Em 2024, a corporação registrou 62 casos, enquanto o acumulado de 2023 somou 68 chamados decorrentes de acidentes na água no Distrito Federal.
Investigação sobre as circunstâncias da morte no Lago Paranoá
As circunstâncias exatas que causaram a submersão e o posterior afogamento de Davi Emanuel continuam sob apuração das autoridades locais. Os depoimentos das testemunhas e dos amigos que estavam no local com a vítima devem integrar os procedimentos investigativos formais para detalhar a dinâmica do afogamento.
